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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

DEPOIS DE PARIS, VENEZA E ROMA TÊM CAMPANHAS 'ANTICADEADOS DO AMOR'

Libertar o amor de cada corrente ou cadeado e livrá-lo de seguir uma ideia sem imaginação e estereotipada: essa é a vontade da cidade de Roma, na Itália, para acabar com o "peso" dos chamados cadeados do amor.

Assim como Veneza, Paris e Nova York, a capital italiana gasta muito dinheiro para retirar os itens que enferrujam e comprometem seus pontos turísticos.

Domenico Stinellis/Associated Press        

Cadeados pendurados na ponte dell'Accademia, em Veneza
Na semana passada, a campanha "Unlock your Love" (destrave seu amor, em tradução livre) esteve em Veneza e fez com que a cidade visse uma mobilização de centenas de pessoas pedindo para que casais não colocassem cadeados pela cidade –incluindo personalidades no tapete vermelho do festival de cinema local, que começou no último dia 27.

Nesta semana, até a meia-noite do sábado (6), milhares de cartazes serão espalhados pela capital italiana explicando os motivos da campanha.

Os anúncios, que podem ser baixados na internet e impressos por qualquer pessoa, trazem um cadeado aberto em formato de coração e uma mensagem explicando que prender um pedaço de ferro em um monumento da cidade configura um ato de vandalismo.

"Seu amor não precisa de correntes, Roma não precisa do seu lixo", diz o texto. Os folhetos podem ser impressos em inglês, francês, espanhol e italiano.

A campanha também incentiva seus seguidores a tirar fotos com os monumentos de fundo e postá-las nas redes sociais usando a hashtag "unlockyourlove".

Seria uma forma de substituir o ato de prender um cadeado em pontos como a ponte Milvio, onde um poste chegou a tombar, em 2007, com o peso dos itens. Em 2012, a Prefeitura de Roma fez mutirões para retirar os cadeados do local, em campanha semelhante a deste ano.

Diversas cidades ao redor do mundo têm aderido à iniciativa e se voltado contra o hábito de prender cadeados em pontos turísticos como forma de eternizar o amor.

Em agosto, a Prefeitura de Paris criou a campanha "Love without Locks" (amor sem cadeados), de temática idêntica às iniciativas italianas.

No site destas, aliás, é possível baixar folhetos também para as cidades de Nova York (EUA), Sydney (Austrália), Pescara (também na Itália) e para a capital francesa.

DA ANSA
04/09/2014  02h00
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BITREM CARREGADO DE ÁGUA ARDENTE TOMBA NA SERRA DO CURUÁ

Bitrem carregado de água ardente tomba na serra do curuá Bitrem carregado de água ardente tomba na serra do curuá.

Um bitrem, de Colider-MT, placa AKH-5323, que trafegava pela BR-163, tombou na Serra do Curuá por volta das 08:30 horas de hoje(02/09).

O caminhão estava carregado de água ardente e vinha do estado do Mato Grosso, o mesmo pegou fogo e ficou totalmente destruído, os três ocupantes do veículo sofreram queimaduras e foram socorridos pela PM e encaminhados para o Posto de Saúde da Cachoeira da Serra, logo após foram transferidos para o município de Guarantã do Norte-MT.




Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso – informações/Fotos: Dominik/93Fm Estação de rádio

PREPARADO PARA O DESFILE DE 7 DE SETEMBRO DE 2014, COM NOVIDADES.

Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Dr. Isaias Pinheiro Antunes. No Distrito do km mil Novo Progresso PA, se prepara para o desfile do dia sete de setembro.

ACONTECEU VIROU NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO

Casa do proprietário do jornal dia dia progresso é arrombada e ladrão leva 2000 mil reais em dinheiro e cheque.

O jornalista Edson Santos registrou na delegacia de policia Civil na manha de hoje dia (04) um boletim de arrombamento.

Segundo a vitima o elemento abriu a janela de vidro blindex entrou na casa e furtou um valor de R$ 2.000 mil reais, sendo 3  cheque   2 no valor de R$ 275.00 e um de R$ 200 reais e mais R$ 1.300 reais em dinheiro . O ladrão teve a ousadia de jogar os documentos em frente a casa do proprietário e se evadiu do local . 

As investigações já começaram e o ladrão devera ser preso  ainda hoje. O sistema de investigação jornalística  do dia dia progresso e do progresso noticias já esta nas ruas junto com a policia  para colocar esse bandido atrás das grades.



Por: Edcarlos Ribeiro

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

É NESTE SABADO QUE NOVO PROGRESSO VAI OUVIR O PARÁ COM PRÉ CANDIDATO A GOVERNO DO ESTADO Sr. HELDER BARBALHO


REFORMA POLÍTICA POR PROJETO DE LEI POPULAR

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Se você, como o Virgílio, “não aguenta mais”, una-se a cerca de 90 entidades, dentre elas a Ordem dos Advogados do Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e várias centrais sindicais, que se articulam para colher, até 7 de setembro, assinaturas bastantes para apresentar um projeto de lei popular visando a tão necessária reforma política.

Na esteira do movimento, a presidente Dilma, que já tentou o feito logo após o “Levante de Junho”, afirmou ontem (3) em São Paulo, que ainda pretende convocar um plebiscito para tratar do tema.

Se você quer ser um ativista do tema clique aqui.



Parsifal Pontes

IBOPE APONTA DILMA COM 37% E MARINA COM 33%; NO 2º TURNO MARINA 46% E DILMA 39%

O Ibope divulgou, esta tarde, nova pesquisa para presidente da República apontando Dilma Rousseff (PT) com 37% das intenções de voto e Marina Silva (PSB) com 33%. Aécio Neves (PSDB) tem 15% e Pastor Everaldo (PSC), 1%. Sete candidatos somados acumulam 2%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em eventual segundo turno Marina aparece com 46% e Dilma 39%. Na pesquisa anterior, do dia 26 passado, Dilma tinha 34%, Marina, 29%, e Aécio, 19%. Entre uma pesquisa e outra, a taxa de indecisos passou de 8% para 5%, e a de quem pretende votar em branco ou nulo se manteve em 7%, informa o G1. 

Pesquisa estimulada:

- Dilma Rousseff (PT): 37% 
- Marina Silva (PSB): 33%
- Aécio Neves (PSDB): 15% 
- Pastor Everaldo (PSC): 1% 
- José Maria (PSTU): 0%* 
- Luciana Genro (PSOL): 0%* 
- Eduardo Jorge (PV): 0%* 
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%* 
- Eymael (PSDC): 0%* 
- Levy Fidelix (PRTB): 0%* 
- Mauro Iasi (PCB): 0%* 
- Branco/nulo: 7% 

- Não sabe/não respondeu: 5% 

Cada um dos sete indicados com 0% não atingiu 1% das intenções de voto; somados, eles têm 2% A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo". O Ibope ouviu 2.506 eleitores em 175 municípios entre 31 de agosto e 2 de setembro.  O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00514/2014.   Modalidade espontânea (onde o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos):


- Dilma 31%
- Marina 25%
- Aécio Neves 11%
- Outros: 1%
- Branco/nulo: 9%
- Não sabe/não respondeu: 23%
Ainda de acordo com o G1, o Ibope simulou os seguintes cenários de segundo turno:
- Marina Silva: 46%
- Dilma Rousseff: 39%
- Branco/nulo: 8%
- Não sabe/não respondeu: 6%
- Dilma Rousseff: 47%
- Aécio Neves: 34%
- Branco/nulo: 11%
- Não sabe/não respondeu: 8%

Rejeição Dentre os 11 candidatos a presidente, Dilma Rousseff tem a maior taxa de rejeição com 31%, Aécio tem 18%, Pastor Everaldo 18%, Levy Fidelix 12%, Marina 12%, Eymael 11%, Zé Maria 11%, Luciana Genro 10%, Rui COsta 9% e Eduardo Jorge 7%. (Atualizada às 18:02h)

NA AMAZÔNIA, ÍNDIOS ACUSAM GOVERNO DE MANIPULAÇÃO EM CONSULTA SOBRE SAÚDE

Igreja evangélica serve de palco para o governo consultar povos indígenas na AmazôniaEm consulta no Vale do Javari realizada dentro de igreja evangélica, o Ministério da Saúde aprovou a criação de instituto sob crítica de lideranças e protestos por todo o Brasil.

Igreja evangélica serve de palco para o governo consultar povos indígenas na Amazônia“O Estado é laico, mas feliz é a nação cujo Deus é o senhor…” declarou a presidenta Dilma ao participar da inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo. Dali do sudeste do país a determinação bíblica alcançou o noroeste da Amazônia. E ao invés de utilizar algum espaço público como uma escola ou a própria Universidade Federal do Amazonas, no município vizinho de Benjamin Constant, para apresentar um novo programa que impacta diretamente a vida das comunidades indígenas, um espaço de culto evangélico — religião cuja ação proselitista de missionários é uma das principais causas de conflito com comunidades indígenas na região — tornou-se um espaço político desse Estado que é laico, “mas”…

Em Atalaia do Norte, o governo federal realizou no sábado 30 uma “consulta prévia” à população indígena do Vale do Javari, do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi) local, dentro de uma Igreja da Assembléia de Deus, sobre um tema de direto interesse a eles: a criação do Instituto Nacional de Saúde Indígena (INSI). É o último ato de um processo que levou alguns dias, e que tive a oportunidade de presenciar e aqui faço um relato descritivo do que presenciei. É provável que esse processo esteja acontecendo, de forma semelhante, por todo o Brasil. Ao mesmo, é o que acusam cartas e protestos do movimento indígena.

Nessa sábado 30, a consulta do governo poderia ter versado sobre a prospecção e exploração de petróleo que é pretendida pela Petrobrás no Vale do Javari, ou poderia ser a mineração ou extração de madeiras, ou sobre a construcão de usinas hidrelétricas, como as consultas que o governo tenta fazer junto aos Munduruku, no rio Tapajós, no Pará. Mas foi um debate sobre o que pode salvar a vida de uma população que chega a ter aldeias com elevadíssima contaminação por hepatite, por exemplo. Na mesa estavam representantes do Ministério da Saúde, no quórum indígenas e funcionárias não indígenas temporárias do ministério mobilizadas em defender seus empregos. Um cartaz “Ó vinde, adoremos” separa os que regem o culto do público nos bancos da Igreja.

O processo aconteceu em português, com alguns depoimentos de algumas lideranças eventualmente traduzido por jovens. Ainda que poucos indígenas sentiam-se confortáveis expressando-se em português e quase todos disseram nos momentos em que tivessem chance de se expressar que não estavam entendendo nada. O que deveriam entender?

Saúde indígena

A saúde indígena no Brasil é caótica. No Vale do Javari a situação é uma das piores, com aldeias assoladas pelas hepatites virais, ainda mais letais quando associadas aos altos índices de contaminação por malária, mortalidade infantil bem acima da média nacional e estruturas físicas deterioradas ou inexistentes nas aldeias, que deveriam dar atenção básica e diferenciada à saúde dos povos da região. Após mudanças recentes, foram contratados médicos, porém as visitas mais seguidas nas aldeias não implicou na uma inversão no quadro degradante dos indicadores de saúde da região em razão da falta de medicamentos, de estruturas e equipamentos para atendimentos in loco na comunidade e do despreparo para uma relação intercultural com esses povos, principalmente nos diálogos no sentido da prevenção de doenças. A justiça deveria definir, nas próximas semanas, uma determinação para o ministério realizar novos concursos. Para escapar dos concursos e da lei de licitação (a famosa Lei 8.666), o ministério tentou uma medida ousada e rápida: criar um instituto privado (chamado pelos técnicos do governo de “paraestatal”), o Instituto Nacional de Saúde Indígena (INSI), uma proposta articulada pela Secretaria Nacional de Saúde Indígena (Sesai) com técnicos do Ministério do Planejamento para salvar a saúde indígena da UTI.

Em outras palavras, assim explica o ministério da Saúde: “A proposta de um novo modelo de gestão da saúde indígena pretende dar mais agilidade aos processos administrativos e às contratações de profissionais que atuam junto aos povos indígenas.”

Para o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e o movimento indígena, trata-se de uma privatização da saúde indígena. A subprocuradora-geral da República, Deborah Duprat, atacou, em nota que pode ser lida aqui, a criação do INSI. Entre as diversas “inverdades”, ela diz que os concursos não alcançariam os agentes indígenas de saúde (indígenas que são contratados para prestar auxilio de saúde, essa era uma reivindicação do movimento indígena), e que estes deveriam ser realizados com a preocupação de “assegurar a ampla presença indígena nesses cargos, bem como a manutenção das equipes que se encontravam em área há bastante tempo.”

Para o governo, problema é “concurso” e “licitação”

Na “consulta” dentro da Igreja em Atalaia, as palavras “concurso” e “licitação” eram as mais repetidas, sempre em tom de crítica a esses dois mecanismos legais de combate a corrupção. Os representantes do ministério da saúde mostravam-se sempre contrários a realização de concurso público e apontando a lei de licitações como o grande problema pela falta de medicamentos. Eram aplaudidos pelas funcionárias não indígenas presentes, de forma a criar um clima de enfrentamento a quem tivesse uma opinião contrária.

O secretário executivo do Fórum dos Presidentes de Condisi, Marcos Antonio da Silva Pádua, representava a Sesai. Ao seu lado estava Heródoto Jean de Sales, coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena Vale do Javari– DSEI/Sesai e Jorge Marubo, funcionário da Sesai e presidente do Condisi/Vale do Javari, e que nos primeiros dias do encontro havia mostrado preocupações com as mudanças propostas, com tanta pressa, mas no sábado estava articulado em ajudar o governo a aprovar a medida.

Pádua, nas suas falas, mostrou-se firme com a proposta e duro com as críticas. Com relação à subprocuradora-geral, ele disse: “É lamentável essa senhora querer empurrar goela abaixo um concurso público”; “é pura enganação da sub-procuradora Deborah Duprat. Tenho conhecimento das decisões dessa senhora. Não se enganem, pois que ela quer empurrar um concurso público a toda a força para as populações indígenas. É lamentável.”

Em um momento ele parou de falar, pegou o telefone celular, passou a checar mensagens e disse que tinha uma novidade para contar: 15 distritos de saúde indígena (os DSEI) teriam sido aprovado o novo instituto, e ele prometia, em tom de vitória, que “os Kayapó vão aprovar amanhã”.

Era preciso acelerar os tramites, pois para Pádua no dia “7 de outubro o juiz pode canetar uma decisão”: “O juiz disse que ou é instituto ou é concurso publico. Infelizmente no nosso país o que o judiciário decide vamos ter que seguir”

O representante da Sesai atacou o Cimi e respondeu à crítica de que se trata de uma “privatização”: “o braço executor será instituto. Não será privatização, pois o dinheiro é todo publico”. Segundo ele o instituto iria resolver todos os “entraves”. Não foi mencionado que em algumas regiões os indígenas haviam rejeitado a proposta, como no sul do país (no caso, inclusive denunciando a pressão da Sesai, leia aqui) .

Em alguns momentos, os representantes da Sesai foram interrompidos pelo funcionário local da Funai, Bruno Pereira, que dizia que os indígenas não estavam entendendo perfeitamente a medida e que precisariam de mais tempo para poderem deliberar sobre a questão. Frisou que a votação não estava na pauta da reunião, mas sim uma apresentação sobre a proposta do novo instituto, e que os indígenas que vieram de suas aldeias não sabiam que ocorreria uma votação para “legitimar” uma decisão tomada em Brasília.

Pádua respondeu duramente que “se não aprovar vai retroagir”, sob aplausos das funcionárias não indígenas presentes, de forma a criar um clima de disputa de torcida. “O que esta sendo feito aqui é uma consulta. Tem representantes de todos os povos indígenas e de mais de 40 aldeias. É rápido? Eu concordo. Mas está fazendo aqui a consulta”, disse o coordenador do DSEI/Vale do Javari, Heródoto Jean. Ressaltou ainda que isso era uma democracia e novamente foi aplaudido pelos funcionários não indígenas presentes.

Jorge Marubo, ao lado de Pádua, detalhou a proposta explicando que o instituto seria melhor para os índios do Javari e que se “fosse obedecer as leis de licitação ia ter as mesmas dificuldades”: “Hoje os índios questionam a alimentação. Por que? Porque o fornecedor não entrega. Dai quem é cobrado? O gestor”, justificou.

Pereira, da Funai, interrompeu novamente dizendo que não havia tempo para discutir a proposta, que o governo estava se portando como um “trator avassalador” e que eles não poderiam forçar uma eleição que não estava em pauta.

Pádua respondeu para que “fizesse um documento” como as organizações indígenas estavam. Por “documento” ele se referi à serie de manifestações contrárias que tem circulada pelo movimento indígena.

Por exemplo, a Coiab se manifestou contrária (leia aqui), acusando a “iniciativa governamental que nada tem haver com todo esforço do movimento indígena dos últimos anos em discutir um sub sistema distrital de atenção a saúde indígena com autonomia administrativa e financeira”. Também foram contra a Arpinsul (leia aqui) que apoiou a Apib (leia aqui), a Apoinme (leia aqui), assim como os indígenas da região do rio Purus (leia aqui), os indígenas de Roraima (ver manifesto do CIR aqui), da Bahia (ver manifesto do Mupoiba contra a “privatização da saúde indígena” aqui) e os povos indígenas de Rondônia e Mato Grosso (leia aqui)

Votar ou não votar não é uma questão

Jorge Marubo e Pádua aceitaram o repúdio que a proposta tem sofrido pelo movimento indígena e tentaram apressar a votação para que os presentes aceitassem a medida frisando: “O instituto vai funcionar melhor do que com concurso público”, ao que foi aplaudido pelas funcionárias não índias presente, novamente, como uma torcida.

Era evidente a pressa em votar e em simplificar as informações para que os indígenas reclamassem, mas votassem e aprovassem. A chamada “pressão” denunciada pelo movimento indígena.

Paulo Barbosa da Silva, presidente da principal organização indígena do Vale do Javari, a Univaja, era contra a votação: “Surgiu agora essa proposta e não temos tempo para discutir. Por isso, o posicionamento do movimento indígena é contra ela. Queremos que seja levado para ser discutido nas aldeias. Temos que respeitar nossos caciques e aqueles que moram nas aldeias. O questionamento é isso. Precisamos de dois meses para sermos consultados. Não temos nem noção de como vai funcionar ou do que ele está falando”, disse.

Paulo, que vive na aldeia Maronal, relata que faleceu esse ano de 2014 o pajé Armando Marubo, da aldeia Paraná, por tuberculose, segundo ele por falta de medicamento, e que em razão dessa perda espiritual seu povo estaria muito triste.

“Esse é um jogo politico que vai complicar ainda mais o atendimento de saúde dos índios de todo o Brasil”, criticou o presidente da Univaja. “Não considero isso uma consulta correta. As lideranças aqui não entendem bem o português. Isso surgiu de uma hora para outra. Viemos discutir um plano distrital e nos colocaram para aprovar um instituto sobre o qual não temos conhecimento. Eu queria que essa discussão fosse levada para as aldeias depois de todo mundo estar ciente disso.” Seu medo, além de tudo, é que o governo utilize esse tipo de consulta, por exemplo, para iniciar a exploração de petróleo, feita de forma atropelada, manipulada, sem tradução, e ainda por cima dentro de uma igreja.

Faltou explicar

Jorge Marubo admitiu que “faltou explicar, faltou comunicar”, mas que “temos que ter encaminhamento”. “É rápido e ruim, mas é a forma como estamos participando da construção. No mundo do branco isso é normal.”

O cacique Waki, liderança do povo Matsés, pegou o microfone e falou na sua língua. Como ele é um dos conselheiros do DSEI com direito a voto, ele disse que não iria votar sobre a criação do instituto, nem contra, nem a favor, mas não iria votar pois não havia compreendido do que se tratava.

Algumas lideranças disseram que queriam votar logo e voltar para suas aldeias, e eram aplaudidas pelas funcionarias não indígenas. Um Matis disse: “Eu não sou a favor do concurso público. Eu apoio o instituto”. Aplausos das funcionários não indígenas que queriam manter seu emprego.

Chico Preto, liderança Matsés da aldeia Lago Grande, falou em sua língua, expressou revolta e disse que ele está doente há três dias, sem medicamentos. Disse que apesar disso não iria votar.

Mesmo em meio a confusão sobre para que serviria a votação, ou não, Pádua da Sesai junto de Jorge Marubo separou os presentes na Igreja e colocou em votação a criação do INSI. Pelos conselheiros. As lideranças que não haviam entendido o que era o instituto também aparentemente não entenderam nem o que estava sendo votado.

Reuniram-se todos nas cadeiras de plásticos a frente da faixa “Ó vinde, Adoremos”, provavelmente uma referência a alguma mensagem da religião evangélica da Igreja, e não com o Instituto Nacional de Saúde Indígena.

Os representantes públicos levantam-se na mesa como em uma benção. Dividem o grupo entre funcionários e índios lado a lado. Quem é a favor? Todas as funcionárias não indígenas levantam o braço, ao que algumas lideranças indígenas olham e repetem o gesto, inclusive o próprio Chico Preto que dois minutos antes tinha repudiado a iniciativa e dito que não votaria. Quem é contra? Ninguém. Quem se abstem? Pereira, da Funai. O conselheiro e liderança Waki fica mudo e é esquecido da conta.

Pádua, da Sesai, sorri aliviado, pega o celular e sai da mesa para mandar mensagem de vitória para seus colegas que estão distantes, em outras votações. Perguntei a ele sobre se uma Igreja evangélica é o local adequado para se realizar uma consulta prévia a uma população indígena sobre uma mudança na política pública de saúde organizada pelo governo federal, e ele me respondeu que não havia na cidade outro local adequado para receber 70 pessoas (provável que houvesse menos de 40 ali) e que isso não interferia em nada. Disse também que alguns resumos da proposta de criação do Instituto Nacional de Saúde Indígena haviam sido “traduzidos” e que portanto as lideranças indígenas ali estavam cientes de tudo, mesmo que dissessem que não estavam.

Por: Felipe Milanez
Fonte: Carta Capital



ASSINE AGORA ABAIXO-ASSINADO (#29709):

Participem deste abaixo-assinado pela melhoria do serviço de abastecimento de água em Novo Progresso.

Para assinar, basta clicar no link indicado, clicar em ASSINAR e preencher os dados. O programa gera um documento certificado que poderá ser enviado para as autoridades competentes.


CLIQUE NO LINK E ASSINE:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/29709



ÁGUA PARA NOVO PROGRESSO:

Diante da falta de água potável na cidade de Novo Progresso/PA, causada pelas constantes interrupções do serviço de abastecimento deste serviço essencial, bem como as altas faturas que estão sendo emitidas, conforme reclamam os usuários, tendo em vista ainda que este é um serviço público prestado por empresa  privada, cabe à população local, exigir das autoridades locais dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário (através do Ministério Público), que sejam tomadas medidas imediatas, urgentes e efetivas, no sentido de regularização do abastecimento de água potável em Novo Progresso, inclusive, se necessário for, ação judicial de responsabilidade aos responsáveis pelo fornecimento e prestação deste serviço público.



CLIQUE NO LINK E ASSINE:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/29709




NÃO É APENAS UMA MATÉRIA E SIM UM ALERTA! MULHER MORRE APÓS CAIR DE VASO SANITÁRIO NO PARÁ:

Na tarde deste ultimo domingo (31) uma mulher morreu após cair sobre o vaso sanitário em Marabá (567 km da Capital Pará). Segundo informações, ela subiu em cima do vaso para tentar trocar uma lâmpada do banheiro, como vasos sanitários são feitos de louça e não suportam peso excessivo, ele quebrou e fez com que a moça, que não teve o nome revelado, caísse sobre ele. 


Com a queda a vítima teve um grande ferimento nas costas. Ainda segundo informações ela acabou não resistindo aos ferimentos e faleceu. A polícia informou que uma criança presenciou toda a cena. 


A mulher foi retirada do banheiro até a chegada do resgate. Com isso fica uma recomendação a todos, ninguém deve subir no vaso sanitário seja para alcançar a descarga, registro ou interruptor do banheiro podendo este quebrar e causar ferimentos graves como relatado aqui.


Jerry Mesquita – Repórter Cidades Whatsapp-(64) 92978263

Fonte: Correspondentes do Plantão Policial


www.plantaopolicialcn.net

terça-feira, 2 de setembro de 2014

HELDER DISPARA 11 PONTOS À FRENTE DE SIMÃO JATENE

HELDER DISPARA NAS PESQUISAS À FRENTE DE SIMÃO JATENE

O candidato Helder Barbalho (PMDB) abriu 11 pontos percentuais de vantagem sobre o candidato Simão Jatene (PSDB), na pesquisa estimulada, e 8 pontos, na espontânea, segundo resultado apurado por I Veiga Consultoria e Pesquisa em levantamento realizado entre os dias 28 e 30 de agosto com 1.110 eleitores da Região Metropolitana de Belém, que compreende os municípios de Belém, Ananindeua, Marituba e Santa Bárbara. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.


Além da disputa para o governo do Estado, ela também aponta resultados para a eleição de presidente da República, senador e deputados, sendo registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), respectivamente, sob os números 00014/2014 e 00015/2014.


Na pesquisa espontânea, quando o pesquisador não apresenta ao eleitor os nomes dos candidatos em disputa do cargo, Helder aparece com 30,3%, contra 22,1 de Simão Jatene. Marco Carrera (Psol), tem 3,3%; Zé Carlos (PV), 0,8%; Marco Antônio (PCB), 0,5%, e Elton Braga (PRTB), 0,4%. Os votos brancos e nulos somam 5,9%. Ainda não sabem em quem votar ou não opinaram, 36,8% dos eleitores.


A pesquisa estimulada, em que há a apresentação dos nomes, aponta vantagem ainda maior de Helder: 37,7% para o peemedebista, contra 26,6% do tucano. O candidato Marco Carrera (Psol) tem 4%; Zé Carlos (PV), 1,4%; Marco Antônio (PCB), 0,5%, e Elton Braga (PRTB), 0,5%. O total de eleitores que votariam em branco ou anulariam o voto foi de 7,9%, enquanto 21,5% não souberam dizer em quem votariam ou não opinaram.



Fonte. o impacto

POLÍCIA FEDERAL CUMPRE MANDADO DE BUSCA E APREENSÃO NA PREFEITURA DE PARAUAPEBAS

A Polícia Federal cumpriu essa manhã (02) busca e apreensão na sede da Prefeitura de Parauapebas, no Sul do Pará. Os 16 agentes que participaram da operação recolheram documentos da Secretaria Municipal de Educação e da Comissão de Licitação,  que serão analisados para apurar supostas irregularidades em uma licitação para transporte escolar que ocorreu em 2013.


O setor de licitações da prefeitura de Parauapebas é subordinado à Secretaria de Planejamento do Município, cuja titularidade é de Flávia Mariano, que vem a ser filha do prefeito municipal.



Abaixo um áudio com entrevista do delegado da PF que comandou a operação. Em conexões lentas o áudio demora alguns segundos para iniciar:



EMATER FORMA AGENTES EM SAÚDE ANIMAL EM ALMEIRIM PARA MELHORAMENTO DO REBANHO

Trinta e três pecuaristas da Comunidade Estrada Nova, que integram o projeto de melhoramento do rebanho bovino e bubalino no município de Almeirim, no Médio Amazonas, foram treinados por técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), no final do mês passado, para se tornarem Agentes em Saúde Animal, com ênfase na formação de Agente Vacinador. O objetivo é reduzir os índices de doenças nos animais, mas baseando-se na prevenção, associada à fácil identificação da enfermidade e rápida atuação.

O treinamento incluiu o debate de questões relativas ao manejo sanitário, expostas pelo médico veterinário da Emater, Antônio Silvestre. Segundo ele, do universo de 33 agentes em saúde animal, doze ainda passarão pela certificação da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) para só então atuarem na região como agentes vacinadores. “Já estou providenciando a documentação para que essas doze pessoas possam ser as multiplicadoras. Mas a Emater ainda vai prestar todo o suporte técnico para aquisição das vacinas e emissão de atestados”, destacou.

A ação, que recebeu apoio logístico da Fundação Jari, iniciou pela Comunidade Estrada Nova, na região próxima à Monte Dourado, por ter sido identificada no levantamento feito pelo corpo técnico da Emater como sendo uma área crítica na mortandade de animais acometidos pela clostridiose, a doença contagiosa que mais mata bovinos no Brasil, e que ainda incide o botulismo e o carbúnculo sintomático.

Foi o que aconteceu na propriedade do pecuarista de Manoel Pereira, que perdeu 58 bovinos de uma só vez. “Mas o vizinho dele, Fábio Sousa, foi certificado como agente de saúde e agora será um dos doze capacitados a vacinar o rebanho, tanto bovino quanto bubalino”, explicou Silvestre.

A mesma atividade, que aborda ainda questões preventivas no combate da brucelose, deve acontecer nas outras regiões do município, como as comunidades do Rio Parú, Rio Chicaia, da PA-423 e do Arraiolo. Isso para dar conta do rebanho local, que segundo a Adepará, é de 706 propriedades rurais cadastradas, com uma população bubalina de mais de 31 mil cabeças e bovina cerca de 23 mil animais.



Fonte: Agência Pará

COMUNICADO DO SITE DIA DIA PROGRESSO.

Comunicamos aos internautas do site dia dia progresso que devido o grande numero de acesso o site ficou fora do AR, mais já foram tomadas as devidas providencia, a manhã ele já estará com todo gás, nesta semana sai mais uma edição do jornal disdiaprogresso.com.be, do grande jornalista e locutor EDSON SANTOS O MELHOR DO BRASIL.



AKI ACONTECEU VIROU NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO.

ACONTECEU VIROU NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO

Na manhã desta terça feira em novo progresso a caravana de acadêmicos do curso de engenharia da universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) de Santarem, estiveram fazendo uma para rápida para abastecimento e almoço em nosso município, o grupo estava vindo de Florianópolis onde estiveram participando do 11º semana da Engenharia que teve como Tema: Construindo sua Carreira Conecte-se a Novas Oportunidades, em entrevista ao NOSSO BLOG PROGRESSO NOTICIA A NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO, eles falaram que tudo que estava acontecendo com eles era um grande sonho de realização, já estavam alguns dias viajando mais tudo isso estava sendo muito gratificante, todos na excussão eram jovens de faixa etária de 27 anos abaixo fora o motora, a empolgação deles de realmente estarem passando mais uma etapa da vida se notava em seus olhares, e tudo isso é muito gratificante; 

VEJA as FOTOS EXCLUSIVA DO PRIMEIRA MÃO.







PARÁ REDUZ EM 66% OS CASOS DE MALÁRIA


MOBILIZAÇÃO: ENTRE JANEIRO E AGOSTO, NÚMERO DE CASOS CAIU DE 23.190 EM 2013 PARA 7.909 ESTE ANO


O mosquito da malária, doença contra a qual o Pará começa ganhar a guerra

As ações de combate à malária da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) vêm conquistando significativas reduções no número de casos registrados no Estado. Entre janeiro e agosto de 2014, foram 7.909 registros, queda de 66% em relação ao mesmo período de 2013, quando o número de casos confirmados foi de 23.190, informou a Agência Pará.

“Nosso objetivo é erradicar a malária em todo o Estado. O Pará é hoje referência por ter reduzido de forma tão bem e eficaz a malária”, garante o médico infectologista Bernardo Cardoso, coordenador Estadual de Controle de Doenças Transmissíveis por Vetores da Sespa. Em 2010, a Sespa registrou 183.523 casos, enquanto durante todo o ano de 2013 os registros caíram para 28.806, representando queda de 84%.

Para livrar a população da doença foram implantadas Unidades de Diagnóstico e Tratamento (UDT) em todo o território paraense. São 860 no total. Além disso, as equipes de campo contam com motos, carros e utilizam microscópios que ajudam a detectar a doença. Sem contar que 180 mil mosquiteiros foram distribuídos, gratuitamente, para a população, e outros 60 mil estão prontos para serem entregues.

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IGREJAS INCENDIADAS CAUSAM MISTÉRIO NO INTERIOR DE MG E ASSUSTAM MORADORES


Imagens de santos são quebradas e é deixada uma cruz feita de sal grosso na porta das capelas, como forma de assinatura
 
Imagens de santos são quebradas

Um grande mistério aterroriza o interior de Minas Gerais com uma série de crimes religiosos que está assustando os moradores e desafiando a polícia local. De acordo com a reportagem do “Fantástico”, do mês de março até o final de agosto, sete Igrejas católicas foram incendiadas. Na ocasião, são quebradas as imagens dos santos e é deixada uma assinatura: uma cruz de sal grosso.

Segundo informações, os criminosos agem de madrugada, já que na zona rural a população tem o costume de se recolher quando anoitece. Ao amanhecer, é possível ver a destruição. As sete capelas, que foram incendiadas em quatro cidades desde março, ficam a cerca de 250 quilômetros de Belo Horizonte.

A polícia investiga os ataques às Igrejas e suspeita que sejam casos de intolerância religiosa. O delegado do caso afirmou que não tem como recolher digitais por causa dos incêndios.

Fonte: O Dia