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segunda-feira, 11 de maio de 2015

TERRAS INDÍGENAS NO ARREDOR DE BELO MONTE SOFREM COM ROUBO MILIONÁRIO DE MADEIRA

  • Funai emitiu parecer favorável à construção da usina, mas alertou para necessidade de medidas para reduzir impactos socioambientais de Belo Monte
    Funai emitiu parecer favorável à construção da usina, mas alertou para necessidade de medidas para reduzir impactos socioambientais de Belo Monte
Enquanto a construção da polêmica usina de Belo Monte passa por sua fase final, indígenas vizinhos ao empreendimento enfrentam uma explosão da extração de madeira ilegal em suas terras.

É o que denunciam o Ministério Público Federal (MPF) e ONGs que atuam na região do entorno de Altamira, no Pará.

Para estas instituições, as obras da usina -- a terceira maior hidrelétrica no mundo -- estão diretamente ligadas ao aumento da degradação, devido ao forte crescimento populacional que provocaram na área.

A situação é mais grave na Cachoeira Seca, terra indígena do povo arara já reconhecida pela Funai (Fundação Nacional do Índio), mas que aguarda por homologação do Ministério da Justiça. A própria Funai reconhece que o quadro é crítico em um relatório de março ao qual a "BBC Brasil" teve acesso.

O Instituto Socioambiental (ISA) faz uma estimativa, segundo a entidade, "conservadora", de que o equivalente a R$ 400 milhões em madeira teriam sido roubados dessa terra indígena apenas em 2014 -- são ipês, jatobás e angelim-vermelhos, cujo mercado principal costuma ser as indústrias no Sul e Sudeste do país.

O ISA acredita que o aumento da extração estaria atendendo também a uma crescente demanda em Altamira, cidade cuja população saltou 50% após Belo Monte, para 150 mil pessoas.

Desde 2011, a organização monitora a degradação da área, combinando análises de imagens de satélite, trabalho de campo e sobrevoos de fiscalização.

A estimativa é que a área explorada ilegalmente por madeireiros dentro da Cachoeira Seca mais do que dobrou, passando de 4.700 hectares em 2013 para 13.390 hectares em 2014 -- equivalente a 1.080 estádios do Maracanã, no Rio de Janeiro.

O território total da Cachoeira Seca é de 733,7 mil hectares e equivale a quase cinco vezes a cidade de São Paulo.

Apenas no ano passado, o ISA calcula que mais de 700 km de estrada foram abertos na terra indígena, de modo que os madeireiros estão hoje a apenas 30 km da aldeia Iriri, base dos araras.

"Atualmente, a situação está descontrolada. Já tem cinco anos que estou na região. Antigamente, os caminhões de madeira só andavam à noite. Agora é dia e noite", afirma Juan Doblas Pietro, analista de geoprocessamento do ISA.

Cachoeira Seca é considerada uma região de conflito interétnico -- apesar de a Funai ter declarado a área como terra indígena, centenas de não indígenas (pequenos produtores rurais, fazendeiros e ribeirinhos) ainda vivem ali. A retirada desses grupos deveria ter sido realizada até 2011 e é uma das exigências legais para que Belo Monte possa começar a operar. Até hoje, porém, o governo pouco avançou nesse processo.

Risco conhecido

A Funai já alertava para o risco de aumento da degradação das terras indígenas na região antes do início das obras.

Em outubro de 2009, a instituição emitiu um parecer favorável ao empreendimento, mas ressaltou que ele seria viável apenas se fossem cumpridas as condicionantes detalhadas no documento -- medidas para reduzir os impactos socioambientais de Belo Monte.

No caso de Cachoeira Seca, o parecer projetava impacto de "maior gravidade" para a extração de madeira ilegal na região.

Com objetivo de evitar que os efeitos negativos esperados se concretizassem, o governo federal deveria retirar os não indígenas e homologar a terra dos araras antes do início das obras, em 2011.

Já a Norte Energia deveria ter construído um sistema de proteção com 21 postos e bases de vigilância em 11 terras indígenas afetadas, além de contratar 112 funcionários para os mesmos.

Até hoje, nenhuma dessas condicionantes foi cumprida. Mesmo assim, o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) concedeu a licença de instalação para início das obras em 2011.
Cimi
Raro registro de índios araras em maloca próxima ao rio Iriri feito em 2010 pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi)

'Impacto devastador'

A "BBC Brasil" teve acesso a um relatório encaminhado em março deste ano pela Funai para o MPF do Pará. Nele, o órgão faz uma diagnóstico da situação atual dos araras.

O documento afirma que, "desde 2010, a pressão de invasores e a disputa por recursos naturais nas imediações da Terra Indígena Cachoeira Seca têm se intensificado devido ao aumento populacional ocorrido na região de Altamira a partir da instalação (...) de Belo Monte".

Ainda segundo o relatório, isso "intensificou a vulnerabilidade deste grupo arara a todas as ameaças não indígenas. Os sentimentos de medo, insegurança, instabilidade, solidão e desamparo acumulados ao longo dos anos de fugas constantes ainda são evidentes nos discursos dos indígenas moradores da aldeia Iriri".

"Esses sentimentos são agravados pelo fato de até a presente data o processo de regularização fundiária da terra indígena não ter sido finalizado e ainda haver madeireiros e pecuaristas explorando sua área tradicional, ameaçando sua sobrevivência física e cultural", acrescenta o documento.

O relatório conta que os araras aceitaram o contato da Funai em 1987, após anos de fuga e conflitos com grupos indígenas e não indígenas. Desde então, sua população cresceu de 35 integrantes para 90.

Até 2009, seu contato com o exterior se dava principalmente por meio de um funcionário da Funai. A partir de 2010, porém, o grupo, que mal falava português, passou a ter de negociar diretamente com a Norte Energia.

Para contornar a insatisfação dos indígenas com o empreendimento, a empresa passou a estabelecer acordos diretamente com integrantes desses povos, distribuindo bens como lanchas, carros e cestas básicas nos últimos anos. Na avaliação da Funai, essas ações da Norte Energia "tiveram um impacto devastador na organização social e cultural dos araras".

A procuradora Thais Santi, do MPF de Altamira, diz que Cachoeira Seca se transformou num "polo de extração ilegal de madeira". Ela destaca que houve aumento da presença de não índios na região e foram encontradas serrarias funcionando dentro da terra indígena. Em sua opinião, faltou vontade política ao governo para concluir a regularização fundiária.

"Nunca se afirmou que seria fácil o processo de desintrusão (retirada dos não indígenas) da Cachoeira Seca. E a decisão do governo federal foi por implementar a usina a despeito de todas as dificuldades que os estudos de impacto ambiental apontaram", critica.

Processo de regularização

Para a regularização fundiária da Cachoeira Seca, o governo precisa realizar o recenseamento da população não indígena e identificar quem tem direito à indenização e quem entrou depois do reconhecimento da área pela Funai, em 2008. É preciso fazer ainda uma avaliação das benfeitorias para calcular o valor a ser indenizado.

O processo está sob coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República. Questionada sobre o não cumprimento da condicionante, a secretaria respondeu que "o governo federal tem buscado o máximo de acordos possíveis com os ocupantes não índios da terra indígena, de forma a garantir que a remoção dessas ocupações ocorra com o mínimo de conflito possível". O órgão não respondeu por que as obras de Belo Monte foram iniciadas mesmo sem a conclusão desse processo.

Em entrevista à "BBC Brasil", a responsável pela Coordenação Geral de Monitoramento Territorial da Funai, Tatiana Vilaça, disse que a desintrusão é essencial para conter a extração de madeira ilegal porque a presença de centenas de moradores não indígenas na região dificulta a identificação dos criminosos.

"Nós temos indícios de que sim, eles [os madeireiros] estão bastante próximos da aldeia. Eles se locomovem muito. Sem a regularização [fundiária], você faz uma brincadeira de gato e rato", constatou.

Segundo a coordenadora, o processo de recenseamento dos não índios é demorado porque a área é muito grande e sua equipe na região é pequena. Além disso, ela diz que esses servidores são constantemente ameaçados, o que exige que o trabalho seja interrompido para acionar apoio policial.

A Funai espera concluir o levantamento fundiário neste ano e iniciar o processo de indenização e retirada dos não indígenas em 2016. A princípio, a licença de operação de Belo Monte não pode ser concedida até que a desintrusão esteja concluída. A Norte Energia solicitou a licença em fevereiro ao Ibama, que ainda analisa o pedido.

A Funai informou que até agora foram localizadas 650 ocupações no interior da terra indígena. A demora da conclusão da desintrusão provoca apreensão também nesses grupos.

A liderança ribeirinha Melania da Silva Gonçalves, 47, presidente da associação dos extrativistas do rio Iriri, acusa o governo de "descaso".

Ela chegou com sua família à região há 43 anos e ali teve seus filhos e netos. Sem acesso formal à terra, Gonçalves conta que as cerca de 50 famílias ribeirinhas têm dificuldades de acessar benefícios como aposentadoria.

"Já tivemos reunião em Altamira, em Brasília, Funai, Ministério da Justiça, e a resposta é uma só: não tem para onde ir, não tem terra ainda. A gente tem muito medo de ir para algum lugar que não queremos", disse.

Desmatamento em queda

Os números do governo apontam para a redução do desmatamento (corte de vasta área de floresta para agropecuária) na Cachoeira Seca nos últimos anos. Um dos fatores que explicam essa queda, além da repressão do governo, é a incerteza fundiária da região, afirma Juan Pietro, do ISA.

"O pessoal que antes abria fazenda, pastos em terra indígena, não abre mais porque é especulativo. Dada a situação atual na Cachoeira Seca, ninguém quer comprar, é fria. Então eles migram para [a extração ilegal de] madeira, que está bem melhor, em termos de facilidade, lucro", observou.

O governo ainda não tem dados para 2014 sobre esse tipo de degradação, que é monitorada pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) por meio de satélites, num sistema chamado Detex.

O diretor de combate ao desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, Francisco de Oliveira, informou à "BBC Brasil" que, nos dois anos anteriores, a extração detectada na Cachoeira Seca pelo sistema não passou de quatro quilômetros quadrados (400 hectares).

Ele considera improvável que tenha havido um crescimento tão expressivo da extração de madeira ilegal no ano passado, como apontado pelo ISA, mas reconhece que a instituição pode ter meios de detectar melhor o problema.

"Considerando que a terra indígena é uma área grande, se você tirar uma árvore ali e outra acolá, mesmo que isso signifique um volume grande de madeira saindo da terra indígena, essas [extrações] muito isoladas você não vai pegar com o Detex. O ISA tem gente andando lá dentro, então identifica um terceiro nível [de extração]", opina.

Norte Energia

Questionada pela "BBC Brasil" sobre o descumprimento da condicionante que previa a instalação de um sistema de proteção com 21 postos e bases, a Norte Energia disse que as "primeiras Unidades de Proteção Territorial foram concluídas em maio de 2012", recusando-se a informar as datas de entrega.

A empresa disse também que está discutindo com a Funai "a instalação de um Centro de Monitoramento Remoto que substituirá os 12 postos de vigilâncias, cujas obras não foram iniciadas".

De acordo com a Funai, a empresa entregou apenas oito unidades de proteção que apresentavam falhas estruturais -- devido à necessidade de novas obras, elas até hoje não puderam ser usadas.

A empresa informou que, até o momento, "investiu R$ 212 milhões nas comunidades indígenas", valor que inclui tanto ações previstas em acordos diretos com os índios quanto o cumprimento de condicionantes.

A empresa não quis comentar as críticas da Funai ao modo como a empresa se relaciona com os indígenas nem responder quantas lanchas e carros distribuiu entre esses povos.

A Norte Energia reúne empresas privadas e públicas e tem como maior acionista o grupo estatal Eletrobras (quase 50%). O consórcio está investindo R$ 29 bilhões na usina, quase 80% financiados pelo BNDES, e terá receita de R$ 62 bilhões em 35 anos com a venda de energia.

Obra prioritária do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), Belo Monte terá potência instalada de 11.233 MW, o que a torna a terceira maior hidrelétrica do mundo.

A empresa quer ligar a primeira turbina no segundo semestre de 2015, mas apenas em 2019 a hidrelétrica deve entrar totalmente em operação.

Mariana Schreiber
Da BBC Brasil, em Brasília

ENGENHEIRA OBIDENSE É UMA DAS MAIORES ESPECIALISTAS EM MATERIAIS COMPÓSITOS DO MUNDO

Ana Cristina GalúcioAna Cristina Galúcio é a principal pesquisadora na área do Airbus Group Innovations (AGI)

Ana Cristina Galúcio
A engenheira Ana Cristina Galúcio nasceu em Óbidos, no Pará, aonde só chega de barco, numa viagem de seis horas Aos 38 anos, a engenheira mecânica Ana Cristina Galúcio é uma das maiores especialistas em materiais compósitos do mundo e a principal pesquisadora na área do Airbus Group Innovations (AGI), braço de pesquisa e desenvolvimento do grupo Airbus. Agora, Ana terá a chance de trabalhar pela primeira vez no Brasil. Depois de 15 anos na França, ela foi escolhida como pesquisadora associada para o programa de parceria que a Airbus fechou com a Unicamp para criar uma cadeira industrial na faculdade de engenharia mecânica.

Com a nova cadeira a proposta é pesquisar o comportamento dinâmico de materiais compósitos (obtidos por meio de combinações entre metais, polímeros e cerâmicas) utilizados em aeronaves e helicópteros. Também serão oferecidos cursos para alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp (FEM). A cátedra será coordenada pelo professor Alberto Luiz Serpa, da FEM. O projeto será cofinanciado pelo consulado francês em São Paulo, a Unicamp e a Airbus. O trabalho da pesquisadora continuará sendo pago pela Airbus. A aplicação final, disse Ana Cristina, é na área de blindagem. “A Unicamp tem uma equipe muito competente na área de simulação computacional. A ideia é usar as ferramentas da FEM para tentar entender o comportamento dos materiais compósitos em estruturas aeroespaciais.” É a primeira vez que uma universidade brasileira vai estabelecer uma cátedra diretamente com a indústria. “Esta também é a primeira vez que a AGI empresta alguém do seu grupo para trabalhar no país”, disse o diretor-presidente do Airbus Group no Brasil, Bruno Gallard.

Na bagagem, Ana Cristina traz a experiência de ter trabalhado ativamente em programas estratégicos do grupo, como o desenvolvimento de seu mais novo e avançado jato comercial A350, para até 370 passageiros. A aeronave utiliza 54% de compósitos e 14% de titânio, o que garantiu uma redução de peso de 20 toneladas, além de diminuir em 40% os custos de manutenção. Com a iniciativa, a Airbus pretende estimular a pesquisa e desenvolvimento, além de qualificar estudantes e profissionais em uma das áreas mais avançadas da tecnologia aeroespacial. Ana Cristina é a única brasileira, e a única mulher, a integrar o grupo de 800 pesquisadores da AGI. “Já acolhi vários estudantes brasileiros na AGI na França porque a Airbus tem convênio com a USP de São Carlos. Mas esta será de fato uma oportunidade única para desenvolver um trabalho importante no Brasil”, disse a pesquisadora.

Ana nasceu em Óbidos, no Pará, de onde saiu muito jovem para estudar. A cidade paraense, de 50 mil habitantes, foi erguida na margem esquerda do Rio Amazonas, a 1,1 mil quilômetros de Belém por via fluvial. “Para chegar lá só de barco. São quase seis horas de viagem”, disse Ana. Os “fivelas”, como são chamados os que nascem em Óbidos (por causa do desenho que o Rio Amazonas forma em frente à cidade) misturam traços portugueses e indígenas. “Minha bisavó materna pertenceu à tribo dos Panxis”, lembra ela, com orgulho, das origens da família. Ana Cristina já se mudou para Campinas com o filho, de 19 meses. O marido veio para ajudá-la na adaptação, mas voltará para a França, para se dedicar ao trabalho na área de finanças e à nova carreira de especialista em pães. “Ela foi emprestada pela AGI por um ano. Depois volta para a Airbus na França, pois é considerada uma profissional importante para as pesquisas de ponta desenvolvidas pela empresa”, disse Gallard.

Pela AGI, a pesquisadora coordena vários projetos com universidades e centros de pesquisa franceses e de outros países. Quando postulou uma vaga na indústria, Ana Cristina também foi aprovada em primeiro lugar no concorridíssimo concurso nacional para professor universitário na França. As novas tecnologias que forem desenvolvidas no ambiente da cátedra na Unicamp também atenderão às demandas da Helibras, empresa controlada pela Airbus Helicopters, especialmente para o projeto de desenvolvimento do helicóptero 100% nacional.

A Airbus Group Innovations, segundo Gallard, tem a missão de apoiar o desenvolvimento das divisões do grupo no mundo. No Brasil, além da Helibras, a Airbus controla a empresa Equatorial Sistemas, adquirida em 1996. A empresa desenvolve sistemas tecnológicos para a área espacial, de defesa e segurança, e fornece equipamentos e componentes eletrônicos para diferentes tipos de missão. A entrevista de Ana ao Valor termina com a chegada do presidente e fundador da Equatorial, César Ghizoni, que veio buscá-la para uma reunião na qual será discutida a proposta de um novo projeto para o programa espacial brasileiro. “A ideia é desenvolver uma capacidade no Brasil para qualificar componentes de uso espacial complexos, como microprocessadores e memórias, que são bastante afetados pelas partículas de alta energia da atmosfera”, disse Ghizoni. A área, segundo ele, ainda é um gargalo tecnológico para o Brasil. “Queremos desenvolver essa capacidade no país em parceria com as universidades e institutos de pesquisa como o IEAv (Instituto de Estudos Avançados), do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial)”, disse o executivo.



Fonte: RG 15/O Impacto, Valor Online e Folha de Óbidos

PIRATAS ATACAM NOS RIOS DA AMAZÔNIA

Embarcações que navegam na Região Norte do Brasil têm sido alvos de grupo de criminosos

Operação da Polícia prende piratas nos rios da Amazônia

O Sindicado das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários do Amazonas (Sintraqua) divulgaram nota, na segunda-feira 04/05, informando que as embarcações que navegam na Região Norte do Brasil têm sido alvos de grupo de criminosos – os chamados piratas.

“Os furtos, roubos e ações violentas preocupam os setores de transporte fluvial de cargas e passageiros. Os piratas têm atacado em rios que banham os estados do Amazonas, Pará e Rondônia. Em alguns casos além de roubar, os criminosos assassinaram as vítimas”, informa nota.

As duas entidades sindicais da navegação cobram medidas governamentais de combate aos crimes nos rios. Os ataques de piratas, de acordo com a nota, ocorrem com maior frequência no Estreito de Breves, no Pará, que faz a ligação fluvial com os Estados do Amapá e Amazonas.

“Os navios e demais embarcações que passam pelo trecho são atacadas pelos piratas, dentre eles as balsas que trazem de Manaus componentes eletrônicos. Produtos de informática, combustíveis, botijões de gás de cozinha atraem as quadrilhas”, informam os sindicatos.

De acordo com o presidente do Sindarma, Dodó Carvalho, a situação no Estreito de Breves é crítica. “Temos muitos problemas com a insegurança na região do Estreito de Breves e no Rio Madeira. No território amazonense, a situação mais crítica é a partir do municípios de Borba, com casos de prostituição infantil e assaltos às embarcações. Os casos acontecem mais no período noturno. O garimpo, que favorece a criminalidade acima do município de Manicoré nos preocupa muito”, afirmou.

O Estreito de Breves também foi apontado como principal trecho onde há mais ocorrências de ataques de grupos de piratas pelo presidente do Sintraqua, Rucimar Souza. “O Estreito de Breves é um caminho por onde passam as embarcações de pequeno, médio e grande porte para chegar ao Pará. Uma área cheia de perigos e onde a maioria dos casos de ataques de piratas acontecem. Os piratas prendem a tripulação e cometem atos ilícitos. Antes de entrar no Pará, ainda no Amazonas, também os casos acontecem, mas com menos frequência. No trecho de Itacoatiara a Parintins o risco é maior”, afirmou o presidente do Sintraqua.

Os sindicatos informaram que há registros de ataques de piratas ao longo do Rio Madeira, no trecho que banha os municípios de Manicoré e Novo Aripuanã, no Sul do Amazonas. Os grupos de piratas, segundo ele, atuam, também, na Região Metropolitana de Manaus, que tem registrado vários casos, incluindo assassinatos. Em dezembro de 2014, os vendedores José Luiz de Souza, de 52 anos, e Antônio Marcos Carpino de Lima, 23, foram assassinados e esquartejados na embarcação que navegavam, no Rio Negro, entre Manaus e Novo Airão.

Na nota, o Sindarma e o Sintraqua cobram policiamento ostensivo nos rios e a criação de uma polícia federal fluvial para combater os crimes e diz que a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas divulgou que tem investido no reforço da estrutura operacional para policiamento dos rios com recente aquisição de 12 lanchas e que iniciará uma operação conjunta com as Forças Armadas e a Polícia Federal no Alto Solimões, até o final de maio deste ano.

A nota dos sindicatos também informa que, “segundo o Comando do 9º Distrito Naval, compete a Marinha fiscalizar, exclusivamente, a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e prevenção da poluição hídrica, conforme prevê a Lei de Segurança do Transporte Aquaviário (Lei 9.537 de 11 de dezembro de 1997)”.



Fonte: D24am e Edy Portela

CORPO DE PILOTO É ENCONTRADO NO RIO CURUA

Corpo de piloto é encontrado no Rio CuruaAcidente com aeronave aconteceu no último sábado (09), mas o corpo do piloto foi encontrado na manhã desta segunda(11/05).

Amigos e voluntários do piloto Celsinho encontraram o corpo na manhã desta segunda-feira (11), conforme relatos da equipe de busca formado por amigos e voluntários.

Após dois dias de busca do corpo través de mergulhadores em todo o percurso nos arredores do local onde foi encontrado aeronave, foi sem sucesso. As buscas retomaram nesta segunda, o corpo submergiu numa distância de aproximadamente 20 quilômetros para baixo de onde aconteceu o acidente e boiou  já dentro do Rio Curua.

IMG-20150509-WA0011O corpo foi encontrado boiando por indígenas, que chamou a equipe de busca e recolheram o corpo do piloto.

O piloto perdeu o controle da aeronave pouco depois das 12h, quando sobrevoava a região com destino pista nova quando constatou a pane, Celsinho conseguiu avisa pelo rádio no aeroporto de Novo Progresso da pane minutos depois sumiu sinal. Na conversa Celsinho falou da possibilidade de pousar na aldeia Baú, o avião foi encontrado bem próximo, indígenas foram os primeiros a chegar no local do acidente.

Celsinho Piloto foi um dos pioneiros da aviação na região, experiente já havia passado por cinco acidentes de grande proporção, este foi o sexto que tirou a vida do piloto.

De acordo com informação, o piloto trabalhava há mais de 20 anos com aviação na região, conhece praticamente todas as pistas de garimpo e sempre foi prestativo socorrendo diversos caso de doenças transportando paciente para hospitais em outras cidades.

Informações iniciais dão conta de que o avião caiu após uma pane na parte elétrica (magnético), aeronave perdeu força e obrigou ao piloto fazer pouso de emergência.

O corpo de Celso Gomes de Araujo(Celsinho) 40 anos, será sendo velado no final da tarde de hoje nas dependências da Câmara Municipal, posteriormente será trasladado para cidade de Campo Grande no Mato Grosso do Sul, mesmo lugar onde foi enterrado o Pai.



Por:Redação Jornal Folha do Progresso

CORPO DE PILOTO DESAPARECIDO APÓS QUEDA DE AVIÃO É ENCONTRADO, NO PA.


Polícia faz buscas a piloto após queda de avião no sudoeste do PA (Foto: Reprodução/ TV Liberal)Piloto saiu de Novo Progresso levando combustível para garimpo na região.
Corpo foi encontrado por populares, segundo a Polícia Civil.

O corpo do piloto desaparecido na queda de um avião em uma aldeia indígena na região de Novo Progresso, no último sábado (9), foi encontrado por volta de 11h desta segunda-feira (11), segundo informações da Polícia Civil divulgadas nesta tarde. Populares teriam localizado o corpo no rio Curuá, próximo à área onde o avião caiu. O Corpo de Bombeiros de Itaituba, que atende a região, afirmou que o monomotor partiu de Novo Progresso, sudoeste do Pará, levando combustível que seria entregue em uma área de garimpo na região.

De acordo com a polícia, o corpo de Celso Gomes de Araújo, de 46 anos, teria sido levado pela correnteza do rio, e já estaria próximo da pista. Equipes foram acionadas para remover o corpo, que foi encaminhado para o Hospital de Novo Progresso e segue ainda nesta tarde em um avião particular para Campo Grande (MS). Segundo a delegacia do município, o piloto seria experiente e já teria sofrido acidente semelhante.

A Polícia Civil de Novo Progresso, responsável pelas buscas na região, declarou ainda que o piloto chegou a informar a pane na aeronave, e que tentou fazer um pouso de emergência na água, próximo à aldeia do Baú, mas não conseguiu.

Destroços

De acordo com a assessoria de imprensa da Força Aérea, os destroços encontrados por índios Kayapó no último domingo (10) são de um monomotor modelo Cessna 182, com prefixo PT-CND. Ainda segundo a assessoria, o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) ficou cientes do caso, mas nenhuma equipe foi deslocada para a área e caberia às autoridades policiais dar continuidade às buscas.


Do G1 PA



ATENÇÃO

Comunicamos a toda à população de novo progresso e região que o corpo do piloto Celsinho será velado na câmara municipal da cidade de novo progresso, venha presta sua ultima homenagem a um dos grandes pioneiros da aviação progressense, e informamos ainda que seu corpo será velado câmara municipal e seu corpo será levado para campo grande.


AVIÃO QUE CAIU NO RIO CURUÁ FOI ENCONTRADO DESTROÇOS, MAIS PILOTO CONTINUA DESAPARECIDO

Uma aeronave particular caiu na tarde desta sábado (09),  caiu dentro das águas do rio Curuá nas terras indígenas , a Próximo 10 minutos da pista  apelidada de pista velha que da acesso as aldeias do Bau. O avião saiu de  Novo Progresso para transportar combustível para região garimpeira. Após uma pane no manche, o piloto de aproximadamente 40  anos teria tentado pouso  gritado por socorro no radio  emergência foi acionado  mais como o pane foi no manche ele gritava por socorro no radio do avião informando que estava caindo no rio, bateu em uma árvore e caiu.na beira da água.


As informações ainda são poucas  mais que sabemos que foi encontrado pelos índios e equipe de resgate que fazem busca no local do acidente o avião foi encontrado na beira do rio onde caiu, os tambores de combustível foram jogados para fora do avião e estavam na água  piloto conhecido na região como celso ou Celsinho piloto   ninguém sabe, esta desaparecidos as informações que ele ainda pode estar vivo pois a esperança é ultima que morre disse  nossa informante.


As buscas irão continuar pela noite e mergulhadores vasculham o rio em busca da vitima, Celsinho piloto como era conhecido na região já havia  sido vitima de vários acidentes com aeronave mais esse parece ser um dos mais perigoso disse a nossa informante.o acidente aconteceu por volta de 14:00 horas quando levava combustível para garimpeiro na região mais informação aqui a qualquer momento.



Por: Edson Santos

ASSALTANTE MORRE EM TROCA DE TIROS COM A POLÍCIA

Assaltante morreu em troca de tiros com a PolíciaJarlisson de Sousa era presidiário e foi beneficiado com indulto do Dia das Mães
 
Assaltante morreu em troca de tiros com a Polícia

Um jovem de 21 anos, que segundo a polícia foi beneficiado com a saída temporária do Dia das Mães e saiu na quinta-feira (7) do Presídio de Cucurunã morreu durante uma troca de tiros com o Grupo Tático Operacional da Polícia Militar (GTO) no início da tarde de sexta-feira (8), em Santarém, oeste do Pará.

De acordo com a Polícia, o rapaz e um comparsa são suspeitos de terem assaltado um estabelecimento por volta de 11h no bairro Livramento. Eles fugiram em uma motocicleta em direção ao bairro Jutaí, quando uma equipe do GTO foi acionada pelo NIOP e conseguiu avistá-los. A dupla abandonou a moto e tentou fugir a pé por uma mata, houve perseguição, troca de tiros e o jovem Jarlisson Pereira de Sousa foi atingido com tiros no peitoral.

O comparsa conseguiu fugir, mas segundo a Polícia ele chegou a ser atingido e está ferido. Um inquérito policial será instaurado e as buscas pelo foragido continuam.

O Delegado de Polícia Civil, Eduardo Simão, informou que há informações de que a moto utilizada pela dupla é roubada. Na delegacia, o dono reconheceu o veículo e confirmou que foi vítima de assalto na noite de quinta.


Fonte: RG 15/O Impacto e G1

LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS DO EIXO FORTE APRESENTAM DEMANDAS SOBRE MOBILIDADE E TRÂNSITO

Reunião com lideranças do Eixo ForteLideranças reivindicaram instalação de lombadas, acostamento, sinalização, etc na rodovia
 
Reunião com lideranças do Eixo Forte

Lideranças comunitárias da Comunidade de São Braz e região de Eixo Forte, estiveram reunidos na manhã de sexta-feira (08.05), com representantes da SMT, DETRAN, SETRANS e Câmara de Vereadores, para definir melhorias na área de mobilidade na Estrada PA 2579 Santarém/Alter-do-Chão.

Durante o encontro, os líderes comunitários reivindicaram instalação de lombadas, acostamento, sinalização, iluminação pública, ações educativas, melhorias na estrada e efetivação da Polícia Rodoviária Estadual.

Como medidas emergenciais, apesar da competência da administração ser estadual, servidores SEMINFRA começaram, nesta sexta feira, limpeza às margens da rodovia. Na mesma ocasião, o Diretor Regional da Secretaria Estadual de Transportes, e o Diretor da Divisão de Engenharia da SMT, iniciaram o levantamento para estudos de implantação de lombadas.

Como medida preventiva, na quinta-feira (07/05) a secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito, baixou portaria suspendendo em caráter excepcional a empresa Borges da exploração da linha, designando a empresa Eixo Forte, que já atua na região, para atender a linha que segue até Alter-do-Chão. Na ocasião era tenso o clima no local do acidente, onde o ônibus envolvido no acidente havia sido queimado.

Como o número de demandas é grande, ficou definido que as comunidades vão reunir novamente no dia (15/5), para formalizar e elencar as prioridades.



Fonte: RG 15/O Impacto e CCOM/PMS

terça-feira, 5 de maio de 2015

HOMEM É MORTO A FACADAS NO BAR DA TIA NO PEIXOTINHO I


Homem é morto a facadas no Bar da Tia no Peixotinho IFoi assassinado hoje(04/05) a tarde por volta das 15:00 horas a facadas no bar da Tia no Peixotinho I no bairro Santa Luzia, Jose Gama Ferreira, de 35 anos.

Segundo informações Jose chegou no bar junto com outro homem usando capacete, foram até o balcão e pediram um refrigerante, quando a atendente do bar se deu conta o homem com capacete estava deferindo facadas no Jose e a mesma gritou por socorro. O homem que deferiu as facadas se evadiu do local em uma motocicleta. Jose correu para dentro  das dependências do bar  e ao entrar em um quarto que estava com a porta aberta caiu morto no chão.

Jose recebeu três facadas, duas no abdomem e uma no pescoço, todos que estavam no local e testemunharam o crime, disseram não saber quem era a pessoa que deferiu as facadas em Jose. A Policia Militar foi chamada e compareceu no local o Soldado Fernando e o Soldado Jonathan para atender o homicídio, logo após chegou o investigador da Policia Civil Arlan.

Segundo relatos de pessoas que estavam no local, Jose era casado e não tinha problemas pessoais com ninguém, todos estavam horrorizados com o crime.

Fonte/Fotos: Redação Folha do Progresso

sábado, 2 de maio de 2015

INAUGURADA HÁ 43 ANOS, RODOVIA TRANSAMAZÔNICA AINDA NÃO TEM ASFALTO


ESTRADA CORTA SETE ESTADOS E TEM MAIS DE QUATRO MIL QUILÔMETROS DE EXTENSÃO. PRIMEIRO TRECHO FOI INAUGURADO EM 1972.

O primeiro trecho foi inaugurado em 1972, durante o governo militar. Mas, 43 anos depois, metade da Transamazônica ainda não recebeu asfalto. Os repórteres Mário de Paula e Fabiano Villela registraram o resultado disso no Pará.

Pegar a Transamazônica, no sudoeste do Pará, é como pilotar no deserto. Ou em uma trilha no meio da mata, cheia de buracos e pontes precárias. E quando você acha que nada pode ser pior: a viagem foi interrompida no quilômetro 211 da Transamazônica, entre os municípios de Rurópolis e Placas. Nenhum veículo consegue passar. A explicação está bem na frente: uma carreta e um ônibus atolados.

“Água é o que a gente ganha dos outros. Passa um dá água, passa outro arruma ou vai buscar. E a comida vai acabando”, afirma o caminhoneiro Oséas Ramos.

Para sair dos atoleiros, só com a ajuda dos colegas ou pagando até R$ 100 pelo serviço de um trator.


Em outro trecho da BR-230, entre Pacajá e Novo Repartimento, o motorista do caminhão de cimento pisa fundo, mas não consegue vencer o lamaçal. São tantos acidentes na rodovia que os motoristas tentam se prevenir.

Jornal Nacional: O que o senhor está fazendo?

Joviano José Antônio, caminhoneiro: Eu estou retirando a parte inferior do para-choque, porque onde tem esses barros, enrosca e arranca fora.


A gente acabou de conversar com o motorista que retirou o para-choque e ao lado, um o ônibus parou no buraco.


“Ainda bem que não está molhado, se tivesse molhado já era”, diz o motorista Gilmar Martins.


A situação também é crítica na ligação da Transamazônica com a BR-163, por onde vem a produção de soja de Mato Grosso em direção aos portos do Pará.


A camada de lama tem mais de um metro. E só quando faz sol e a estrada começa a secar é que os veículos mais pesados conseguem passar sem a ajuda dos tratores. Com a rodovia nesse estado, também sobrou para a equipe do Jornal Nacional.


Às 20h55 noite, a equipe está tentando voltar para Altamira, só que não consegue seguir viagem por causa de um atoleiro que se formou e ninguém consegue passar. Está tudo cheio de lama. O carro só conseguiu passar porque foi puxado por um caminhão.


Nos últimos cinco anos, é a terceira vez que o Jornal Nacional denuncia as péssimas condições da Transamazônica no Pará.


“Eu viajo aqui desde 81 e cada dia que passa em vez de melhorar, eles vão deixando”, lamenta um motorista.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes informou que as obras nas rodovias citadas não estão paralisadas. E que os repasses estão ocorrendo de acordo com a programação do órgão. O Denit explicou ainda que as obras entram em ritmo mais lento no período de chuvas na região Norte, de dezembro até mais ou menos maio. E que o ritmo aumenta na estiagem, a partir de junho.




http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/04/inaugurada-ha-43-anos-rodovia-transamazonica-ainda-nao-tem-asfalto.html



CELULARES E DROGAS SÃO ENCONTRADOS NO PRESÍDIO DE ITAITUBA, PA

26 celulares e droga, entre (crack e maconha) foram encontrados no presídio de Itaituba.


Na tarde de sexta feira, 24 de abril, aconteceu um principio de rebelião no presídio de Itaituba no oeste do estado. Segundo informações cerca de 50 presos teriam se rebelados contra algumas medidas que estavam sendo tomadas no local. A policia Militar foi chamada e conseguiu conter os mais exaltados. Na segunda feira, 27 de abril, militares do grupo tático operacional entraram novamente no presídio, acompanhados dos agentes prisionais que realizaram uma revista geral no local e encontraram 26 celulares, um pedaço de cerra, 51 estoques, carregadores, adaptadores, cartão de memoria e certa quantia de droga, entre crack e maconha.

Todo o produto aprendido foi apresentado na delegacia de Policia ao delegado Rafael que vai instaurar um inquérito policial para apurar como esses celulares entraram no presídio. Inicialmente o prazo será de 30 dias para concluir o inquérito. Essa não é a primeira vez que são encontrados dezenas de celulares no presídio de Itaituba. Diversos métodos são usados para que os celulares possam passar pelos agentes. A policia apura também denuncias de que alguns agentes facilitariam a entrada. O presidio de Itaituba esta sendo comandado por um interventor devido o ex diretor ter sido exonerado do cargo de diretor. Falando de presidio de Itaituba, esta circulando um vídeo nas rede sociais, onde três presos ameaçam agentes prisionais do município, inclusive citam nomes de alguns agentes, ainda não se sabe de onde são os presos.


Fonte: Junior Ribeiro

PEDOFILIA NO PARÁ

Foto: Reprodução (Arquivo pessoal)
Aliciadoras de menores são presas em Belém pela PF

Acusadas foram denunciadas por funcionário do Serpro preso por pedofilia no mês de março
Duas mulheres foram presas pela Polícia Federal acusadas de aliciar crianças para serem abusadas sexualmente por um servidor do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), preso em março em Belém. As prisões aconteceram nesta quinta-feira (30) na capital paraense. Foram cumpridos também oito mandado de busca e apreensão em Belém, Marituba e Castanhal.

As acusadas são irmãs e foram identificadas como Ingrid Luann Mendes Moraes (foto), 26 anos, e Yasmim Mendes Moraes, 22 anos. As duas foram denunciadas pelo funcionário do Serpro Kleber Carneiro como as responsáveis pelo aliciamento de crianças abusadas sexualmente por ele.

Os policiais apreenderam CDs e discos rígidos que passarão por perícia. Segundo a PF, podem ocorrer novas prisões em decorrência do material a ser analisado.

As irmãs foram autuadas pelo crime de estupro de vulnerável, favorecimento à prostituição, e produção de imagem pornográfica envolvendo criança. Elas foram submetidas a exame de corpo de delito e estão presas no Centro de Recuperação Feminino, em Ananindeua, região metropolitana de Belém.


Por: Karla Soares (ORM News)

Foto: Reprodução (Arquivo pessoal)