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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Lula e FHC ensaiam aproximação. O inimigo agora é outro



Matheus Pichonelli – 12 horas atrás

Deve ser acompanhada com atenção a noticiada (e já negada e já confirmada) tentativa de aproximação entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso. A depender dos desdobramentos de um possível encontro, esta pode ser, noves fora o desfecho policial da Operação Lava Jato, a notícia mais interessante do mundo político em muito tempo.

Não se trata de uma aproximação entre PT e PSDB, mas de um aceno de suas maiores figuras em direção a um cessar-fogo que jamais foi procurado. O cálculo tem, obviamente, um fundamento de oportunidade política: tanto no PT quanto no PSDB há grupos interessados em barrar o fortalecimento do grupo do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Este fortalecimento não interessa aos colegas de partido que vislumbram disputar a Presidência em 2018. Daí a aceno de Lula ao também ex-presidenciável José Serra (PSDB-SP) – aquele cuja esposa disse a uma eleitora em 2010 que Dilma Rousseff, defensora da ideia de tratar a questão do aborto como uma questão de saúde pública, “mataria crianças” caso eleita. Mais ou menos na órbita do Planalto, o governador paulista, Geraldo Alckmin, tem pregado moderação ao falar sobre impeachment, embora tenha elevado o tom contra o governo na convenção tucana que reconduziu Aécio Neves à presidência da legenda.

Ao PT, que durante anos agrediu com a mesma fúria com que foi e agora é agredido, interessa a pacificação do ambiente político por um motivo óbvio: a palavra impeachment não tem hora para sair da boca de eleitores e inimigos, e a ala moderada tucana pouco ou nada parece fazer para conter a hostilidade do grupo do senador mineiro contra um governo na lona. Hoje tucanos como Aécio Neves e Carlos Sampaio, líder da sigla na Câmara, estão mais próximos do extremo do DEM, Ronaldo Caiado à frente, do que da ala moderada da legenda. O cálculo é radicalizar agora ou nunca.

Ao ver a virulência e o palanque dado a essa virulência em recortes de jornais e carros de som, Lula deve sentir saudade do tempo em que batia boca publicamente com FHC. Este, a cada crítica ao governo Lula, era prontamente desautorizado pelo sucessor. Toda vez que FHC dizia que faltava projeto de nação aos adversários, Lula respondia, em tom de deboche, que ex-presidente era igual a peito de homem: não serve pra nada. Portanto, deveria ficar calado. Hoje Lula, ex-presidente que não poupa pitaco ao governo da sucessora, quer ouvir o que o antecessor tem a dizer. Pudera. Perto da hostilidade de Aécio, e das rasteiras de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os bate-bocas entre Lula e FHC ficam parecendo guerra de almofadas.

Uma pergunta, no entanto, fica no ar. Que Serra (e, presume-se, Alckmin), tenham interesse em frear o ímpeto de Aécio parece lógico. Mas e FHC? Que interesse teria em colaborar a essa altura do campeonato?

Em entrevista recente, o ex-presidente tucano dava pistas a quem hoje busca resposta a essa questão. A preocupação dele, dizia, não era ganhar esta ou a próxima eleição e fazer sucessores para povoar o mundo. Sua preocupação era a História. E se amanhã os historiadores quiserem entender por que os ex-presidentes levaram tanto tempo para estenderem as mãos, a resposta estará antes na vaidade que os move do que nos projetos que os distinguem.

De fiador do processo de estabilização econômica e, consequentemente, democrática do Brasil após a reabertura – o primeiro eleito pelo povo a receber e entregar ao sucessor a faixa presidencial desde Juscelino Kubitschek – no primeiro mandato, FHC virou espantalho desde o fim melancólico de um segundo governo turbulento, marcado por escândalos em superintendências, privatizações contestadas e desajustes econômicos sob a sombra da suspeita da compra de votos para aprovar a emenda da reeleição, a mudança combinada mas não muito no câmbio e a pecha de “estelionatário eleitoral”.

A desidratação biográfica de FHC sempre serviu de munição a Lula e o PT. Em um dos debates contra Alckmin, em 2006, Lula chegou a franzir e levar as mãos à testa para, em tom de ironia, procurar o ex-presidente na plateia: “Engraçado, não estou vendo o Fernando Henrique aqui”. Depois, quando começaram a chover prêmios de doutor honoris causa ao ex-metalúrgico, este e seus apoiadores não perdiam a chance de debochar do antecessor: o príncipe dos sociólogos, que pouco ou nada contribuiu para a expansão da universidade pública no país, deveria estar se moendo, provocavam.

O peso histórico de FHC dentro do PSDB sempre foi levado em conta, mas ele jamais escondeu o ressentimento por ter sido, em ao menos duas eleições presidenciais, camuflado para não atrapalhar o candidato do partido à Presidência. Também jamais se conformou pela ausência de deferência com que era tratado pelos adversários. Esta ausência era parte de uma narrativa, costurada por anos de marketing político, segundo a qual a demonização de um partido, mais parecido entre eles do que gostariam seus apoiadores, é condição para o fortalecimento do adversário.

Na última eleição o apego a esta narrativa beirou o ridículo. Falou-se mais em fantasmas e riscos de retrocesso do que em soluções e avanços, num copia-e-cola mal feito do filme “A Vila”, do qual já falamos neste espaço.

Nessa brincadeira que durante anos beirou a irresponsabilidade, Dilma sugeriu ao vivo e em TV aberta que Aécio Neves, já com chances reais de tirá-la da Presidência, dirigia bêbado. Em eleição vale qualquer coisa, justificavam os que aplaudiram o golpe baixo. O resultado é que Aécio nunca engoliu a pedrada, a eleição jamais terminou, hoje tucanos desafiam a lógica e a própria história ao deixarem passar no Congresso o fim do fator previdenciário e da reeleição, duas invenções tucanas, apenas para estender o incêndio contra o governo no Congresso.

Não se sabe como e se de fato haverá encontro entre Lula e FHC, cujas biografias, em suas respectivas crises políticas, se tornaram objeto de um duro revisionismo histórico.

FHC teve o seu antes mesmo do fim do segundo mandato. Lula, de presidente mais aclamado da história, corre o risco de ser lembrado como o líder político que permitiu a instalação de larápios na maior empresa do Brasil para obter fontes de recursos ao próprio partido e aliados.

Ambos têm a chance agora de serem lembrados como as duas maiores referências dos dois maiores partidos do país que deixaram as picuinhas de lado para, num gesto de espírito público e grandeza, desativaram juntos uma bomba que os levaria a morrer abraçados. A conferir.

 Foto: Ricardo Stuckert/PR

segunda-feira, 13 de julho de 2015

MPF DIVULGA RELATÓRIO SOBRE REMOÇÃO DE RIBEIRINHOS PELA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE


Usina de Belo MonteSoluções para problemas apontados deverão respeitar o modo de ocupação do rio Xingu.

Usina de Belo Monte

O Ministério Público Federal (MPF) publicou na quinta-feira, 9 de julho, a versão integral do relatório sobre a inspeção realizada em junho por equipe interinstitucional em áreas de comunidades ribeirinhas atingidas pela remoção compulsória resultante do projeto da hidrelétrica de Belo Monte, na região de Altamira, no Pará. A apresentação do relatório está disponível em http://bit.ly/apresentacao_relatorio e a íntegra está em http://bit.ly/relatorio_inspecao.

Com base em depoimentos de famílias afetadas pela remoção, o documento alerta sobre o risco de os ribeirinhos ficarem desprovidos de acesso aos seus meios de subsistência.

O relatório registra que, por ignorar completamente o modo de vida dessas famílias, o processo de remoção viola um dos princípios do Plano Básico Ambiental (o PBA, documento que detalha os programas para a minimização dos impactos negativos do projeto) de Belo Monte, que impõe a necessidade de manutenção do modo de vida das comunidades afetadas em condições no mínimo semelhantes às que detinham antes do impacto.

Entre diversas irregularidades apontadas, o relatório de inspeção destaca que, sem a opção de remoção para assentamentos em áreas próximas do rio, os ribeirinhos acabam sendo coagidos a aceitar indenizações insuficientes para a aquisição de local que permita a recomposição de suas condições de vida, rompendo com ainda um padrão cultural de ocupação do território, que tem como característica essencial a dupla moradia: uma casa nas ilhas, para a pesca e a agricultura, e outra na cidade, para a venda da produção e para acesso à saúde e à educação.

“O que revela este Relatório de Inspeção é que está em curso um processo de expropriação dos meios de produção e de reprodução da vida dos grupos ribeirinhos impactados pela UHE [Usina Hidrelétrica de] Belo Monte”, diz o documento.

Após a realização da inspeção, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), licenciador do projeto da usina, notificou a empresa Norte Energia sobre a “suspensão de remoção compulsória e demolição das casas nas ilhas interferidas pela UHE Belo Monte” e afirmou a necessidade de que sejam revistos os tratamentos das famílias impactadas de forma a buscar a recomposição do seu modo de vida.

O MPF aguarda a resposta do governo federal quanto às alternativas que serão apresentadas para a readequação do processo de remoção desses grupos e destacou, em reunião realizada em Brasília, a importância de que sejam definidos um cronograma e parâmetros mínimos, com base no PBA de Belo Monte, para a readequação deste processo.

“É necessária a garantia da territorialidade peculiar dos ribeirinhos, incluindo a proteção de um território de mobilidade com seu ponto de pesca, a continuidade das atividades pesqueiras e um reassentamento urbano coletivo com acesso direto ao rio Xingu. Sem isso, não haverá cumprimento dessa obrigação condicionante”, ressalta o MPF.

A inspeção foi realizada pelo MPF em conjunto com o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), o Ibama, a Fundação Nacional do Índio (Funai), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a Defensoria Pública da União (DPU), a Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA) e a Procuradoria Federal Especializada da Funai (AGU-Funai), com a participação dos professores Manuela Carneiro da Cunha, da Universidade de São Paulo e da Universidade de Chicago (USP/UChicago), Mauro William Barbosa de Almeida, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Sônia Magalhães, da Universidade Federal do Pará (UFPA), de pesquisadores que atuam com os grupos tradicionais da região, de entidades não-governamentais e de representantes dos atingidos.

Relatório da inspeção interinstitucional sobre ribeirinhos removidos por Belo Monte:


Apresentação: http://bit.ly/apresentacao_relatorio
Íntegra: http://bit.ly/relatorio_inspecao

Fonte: Ascom/MPF


Ministério Público Federal no Pará

DESVIO DO FUNDEB: PF DEFLAGRA OPERAÇÃO ÁGUIA DE HAIA


Operação Águia de HaiaInvestigações tiveram início no estado de São Paulo.

Operação Águia de Haia

Nesta segunda-feira (13) aproximadamente 450 policiais federais cumpriram 96 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão preventiva, nos Estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal.

Com objetivo de desarticular organização criminosa que forjava licitações, em conluio com agentes públicos e mediante o pagamento de propina. O grupo criminoso desviava recursos do Fundo Nacional de Educação Básica (FUNDEB) em quatro Estados. Estima-se que os prejuízos causados são chegam a R$ 57 milhões.

Os criminosos vêm atuando desde 2009, tendo iniciado suas atividades no Estado de São Paulo, migrado para Minas Gerais e, em 2010, estabelecido sua base principal de atuação na Bahia. Verificou-se que a organização atuava em dezoito municípios do Estado da Bahia, um em Minas Gerais e um em São Paulo.

Os responsáveis pelas fraudes serão indiciados por crimes licitatórios, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha, entre outros delitos.

SOBRE O FUNDEB

É um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados e dos municípios, vinculados à educação por força do disposto no Art. 212 da Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais, sempre que, no âmbito de cada estado, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.



Fonte: Site da Polícia Federal

PACIENTE REJEITADO PELO HOSPITAL REGIONAL MORRE NO HOSPITAL MUNICIPAL

Rodrigo Coutinho, gerente do BradescoRodrigo Coutinho perdeu muito sangue e faleceu na noite de sábado, no HMS
Rodrigo Coutinho, gerente do Bradesco.

Rodrigo Coutinho, gerente do banco Bradesco, foi baleado no assalto que aconteceu na sexta-feira (10), no município de Trairão e, devido a seu estado de saúde gravíssimo foi transferido para Santarém com objetivo de receber atendimentos que pudessem salvar-lhe a vida. No entanto, os familiares de Rodrigo nunca poderiam imaginar que o Hospital Regional Baixo Amazonas pudesse recusar em continuar o tratamento da vítima.

Completamente em choque, lutando pela vida, o Gerente de Banco, de 28 anos, teve o tratamento negado. Com hemorragia intensa devido a grave lesão vascular sofrida na perna direita, Rodrigo necessitava de avaliação do cirurgião vascular e de uma arteriografia que só é feita no Hospital Regional.

O paciente permaneceu nas dependências do Hospital por 2 horas, ao invés de estabelecer a recusa com argumento de que aquele era o hospital errado para atendimento de Rodrigo, poderia de fato ter realizado o tratamento necessário. Em vez disso resolveu devolver o paciente para uma ambulância. Rodrigo foi levado para o Hospital Municipal de Santarém, onde teve uma parada cardíaca na sala de cirurgia e outra na reanimação do HMS, onde passou a noite aguardando leito na UTI, fato que conseguiu na manhã de sábado.

DOENTE NÂO RESISTIU E FALECEU: Devido ter perdido muito sangue no trajeto de Trairão para Santarém, Rodrigo teve a perna direita amputada. Seu estado era grave e permanecia na UTI do Hospital Municipal de Santarém. Por volta das 20 horas de sábado, Rodrigo Coutinho não resistiu e faleceu. Seu corpo foi encaminhado para o IML, onde foi realizado exame necroscópico e depois liberado para os familiares realizarem o velório e enterro.

Nossa reportagem tentou entrar em contato com a direção do Hospital Regional, mas ao teve êxito.



Fonte: RG 15/O Impacto

BANDIDOS CONTINUAM INFERNIZANDO AGENCIAS BANCÁRIAS NA REGIÃO

Após infernizarem os municípios de Placas, Rurópolis, Uruará e Porto de Moz, as quadrilhas que infernizam as agenciais bancarias resolveram atacar a agencia do Bradesco do município de Trairão, região da Santarém-Cuiabá, cerca de 30 km do município de Itaituba. Assalto: A cidade de Trairão no oeste do estado, viveu um momento de pânico, quando cerca de 4 homens fortemente armados invadiram as agencias dos correios e do Bradesco no município.

 O fato aconteceu na última sexta-feira, quando os assaltantes chegaram à cidade em um carro Fiat Uno Vermelho roubado no distrito de Caracol. Os assaltantes teriam adentrado na agência com arma em punho  anunciando o assalto, ameaçando todos que estavam no local, na ação os assaltantes atiraram nas pernas do gerente que perdeu muito sangue. Depois de promover o (terror) nas agencias do banco e dos Correios, os assaltantes ainda entraram em um mercantil da cidade, depois fugiram do local levando alguns reféns, um foi amarrado no teto do carro e um no capu para impedir que a policia atirasse contra o veiculo.

 
Os assaltantes saíram da cidade sentindo Itaituba, depois de percorrerem alguns Km eles soltaram os reféns que foram resgatados pela policia militar e por populares. Policiais Civis e militares do município estão em perseguição aos assaltantes, militares do Grupo Tático de Itaituba estão indo em direção ao município de Trairão para dar apoio nas buscas pelos assaltantes.



Por: Hiromar Cardoso

PESCADOR É TRUCIDADO COM GOLPES DE TERÇADO E TIROS EM ALMEIRIM

O gerente do Banco Bradesco da cidade de Trairão Rodrigo Coutinho de 28 anos de idade, que foi vitima de disparo de arma de fogo em um assalto que  aconteceu na sede do município, morreu no Hospital Municipal de Santarém, na noite de sábado.

Rodrigo Coutinho morreu as 20 horas na UTI do Hospital Municipal, seu corpo foi encaminhado para o IML para a realização de exame necroscópico. A agência bancária onde Rodrigo trabalha foi assaltada no final da manhã de sexta feira, 10 de Julho. De acordo com informações da Polícia Civil, cinco homens armados invadiram a estabelecimento rendendo funcionários e clientes.

  Conforme noticiado á imprensa, o fato aconteceu por volta das 11h00min, quando os assaltantes chegaram à cidade em um carro Fiat Uno Vermelho roubado no distrito de caracol, entraram na agência com arma em punho e ameaçando todos que estavam no local, na ação os assaltantes atiraram nas pernas do gerente da agência do Bradesco que segundo informações, perdeu muito sangue. Depois de promover terror nas duas agências os assaltantes ainda entraram em um mercantil da cidade, depois fugiram do local levando alguns reféns, um foi amarrado no teto do carro e um no capô para impedir que a policia atirasse contra o veiculo. Na chegada a Santarém o gerente ainda foi levado diretamente para o o Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA). Depois disso foi conduzido para o Hospital Municipal, onde não resistiu e morreu.


Com informações Elias Junior Noticias


Por: Hiromar Cardoso

sábado, 11 de julho de 2015

sexta-feira, 10 de julho de 2015

PROFISSÃO REPÓRTER-APÓS REPORTAGEM POPULAÇÃO SE REVOLTA COM REDE GLOBO EM NOVO PROGRESSO.


Mostrou outra realidade sem cerceamento de defesa, Rede Globo massacra garimpeiros e madeireiros com reportagem exibida nesta terça-feira (07/07) no programa Profissão Repórter.

Até da para aceitar na questão desmatamento, mesmo assim maltrata, inventa e aumenta, este crime já está sendo punido com rigor da lei e alguns dos culpados estão na cadeia, outros permanecem no anonimato , mas a população toda 30 mil habitantes está pagando pelo erro – se for realmente erro de alguns.

Novo Progresso foi hostilizado pela Rede Globo – Desta forma que internautas em grupos locais de WhatsApp e na rede social Facebook comentam sobre reportagem exibida nesta terça-feira (07) pela Rede Globo de Televisão. Humilhante, constrangedora, ridícula, assim a maioria dos participantes indignados com a reportagem que para eles somente mostra um lado da realidade, a Rede Globo não ouviu outro lado, lamentam.

Sem ouvir outro lado.

A repórter Mayara Teixeira do programa Profissão Repórter, mostrou outra realidade e penalizou o pobre e hostilizou os garimpeiros e madeireiros.

Fácil de entender, se a situação está assim no clandestino é porque a própria instituição (governo) obriga a trabalhar desta forma, escondido – tipo como bandido.

Os garimpos existem na região desde antes da rodovia ser conclusa, garimpeiros se espalharam pela BR-163 em busca do ouro, muitos morreram no caminho, outros a onça comeu e a doença levou (malária).

Hoje com a tecnologia poucos ainda insistem em retornar ao local onde sobrou uma merreca, com aceso e com apoio da máquina, mas o sofrimento muda muito pouco, em vida sub-humana trabalham no dia dia para manter a família, muitos nem isto conseguem.

A rede Globo de televisão garantiu que tudo seria mostrado de maneira imparcial, mentiram.

As coletas de entrevistas não foram postadas, a situação degradante da população que aqui vive também foi esquecida pelos repórteres que parecem estarem obcecados pelos fiscais ambientais e suas proezas na Amazônia. Com uso do dinheiro dos contribuintes, abusam da autoridade e impõe os trabalhadores em constrangimento, fácil basta rever a reportagem.

Andar 20 quilômetros dentro da mata até chegar no recurso foi o castigo que impuseram para os garimpeiros, queimar os equipamentos foi a punição aos proprietários de garimpos e de máquinas que extraem a madeira irregular, para eles, sorrir com a desgraça alheia é o mérito de sua ações. Enquanto isto em toda região as madeireiras continuam a industrializar e os garimpos continuam a funcionar.

A repórter Mayara Teixeira
A repórter Mayara Teixeira em Novo Progresso
OUTRO LADO

Novo Progresso , esta distante 1.085 quilômetros de Cuiabá Capital do estado do Mato Grosso, a maioria que aqui chegou foi por convite do próprio governo que trouxe brasileiros e brasileiras para não integrar a Amazônia, com oferta de terras em abundância, gaúchos, paranaenses, catarinenses, paulistas, mineiros e outros chegaram, em época que não existia remédio para malária e hepatite, mas o povo chegou e foi abandonado pelo governo, acreditaram na força da natureza e aqui ficaram, os sobreviventes transformaram um povoado em uma cidade , sem estradas, ruas , prefeitura, energia elétrica, saúde, lazer, indústria e apoio do governo.

Passado seus trinta e poucos anos o governo vem como se fosse o sistema Hitler e impõe medidas, simplesmente combate e não traz soluções.

Por Exemplo: A reportagem não procurou o INCRA para mostrar como anda os procedimentos de regularização fundiária das propriedades, porquê?

Simplesmente não existe INCRA em Novo Progresso, a superintendência regional está a 800 quilômetros na cidade de Santarém em funcionamento precário.

O primeiro documento exigido pelos órgãos ambientais para legalizar um lavra garimpeira é documento de terra, ninguém tem, os poucos que receberam uma escritura ainda tem que pagar valor absurdo pela terra (posse, e se conta aos dedos os possuidores de títulos.

Governo aqui não existe o prefeito local foi afastado e cassado por corrupção, o que lá está é envolvido com desmatamento ilegal, e o ex-secretário de meio ambiente a sua família  foi multada por extração ilegal de ouro , que culpa o resto da população tem?

Este lado do governo que não da condição para legalizar o madeireiro, garimpeiro e desmate legal, eles simplesmente ignoraram, colocaram o povo progressense como verdadeiros bandidos.

Hoje a população do município tem todos os motivos para não gostar da TV Globo, que há muitos anos persegue Novo Progresso , difama de forma imparcial e deixa o povo sem defesa.

Leva acreditar que o Rei do desmatamento o empresário Ezequiel Castanha, possa ser mais uma das vítimas da manipulação dos ambientalistas com apoio da Globo, sempre contra o desenvolvimento da Amazônia, seja sustentável ou não o povo é o macaco, eles sempre preferem o macaco, enganando o resto da população brasileira de acordo com seus interesses financeiros ou políticos.

Quanto a opinião da senhora sobre o IBAMA , foi pessoal dela, os fiscais ambientais do Ibama, Icmbio e Força Nacional , já se misturaram com a população e vivem em plena harmonia, nunca houve relatos de abusos por partes.

A  população é cada vez maior contra a TV Globo. Fica pergunta – o restante das entrevistas vai divulgar ou não?

Comentários:

“Estou com vergonha de ser Brasileira , onde a corrupção impera, e ninguém devolve , não queimam nada, porquê não põe fogo naqueles carros de luxo???”

“Não sou contra a fiscalização ….mas que venha uma OPERAÇÃO DE LEGALIZAÇÃO primeiro….”

Coisa mais revoltante que já vi em minha vida, falaram que os garimpeiros teriam que andar 20 km para chegar a uma vila….isso é desumano….

Que vergonha se ser brasileiro…

Aonde esta dizendo ai que tem como legalizar alguma coisa, só repressão.affss

Entidades representativas do município estudam forma de revidar a emissora.



Por: Redação Jornal Folha do Progresso (Divulgação G1)