A MELHOR INFORMAÇÃO

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

TRAGÉDIA: SEQUESTRADOR MATA EX ESPOSA E SE SUICIDA

Hoje (04/01) pela manhã a Policia Militar fazia buscas próximo a empresa GEO  as margens da Br-163 próximo a um morro, local este que supostamente o Gilberto de Oliveira mantinha sua ex esposa Fabiana de Paula da Silva presa na mira de um revólver calibre 38.
ARMACRIME
Arma do crime (revólver calibre 38) e o celular de Fabiana.
Por volta das 10:30 horas da manhã, o major Furtado escutou disparos de arma de fogo próximo aonde estavam fazendo as buscas, então chegaram até o local e encontraram os dois, Gilberto e Fabiana já sem vida. Gilberto efetuou dois disparos de 38 na sua ex- esposa e um no seu ouvido. Logo após a Policia Civil também esteve no local aonde acharam a arma do crime e um celular que vai ser encaminhado para a perícia, celular esse da vitima Fabiana, que estava sendo usado por Gilberto para mandar mensagens desde o inicio do sequestro para parentes de Fabiana, com mensagens “VOU MATAR ELA E DEPOIS VOU ME MATAR TAMBÉM”.
corpo
Corpo de Fabiana de Paula.
corpo1
Corpo de Gilberto de Oliveira.
Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

MULHER É SEQUESTRADA PELO EX MARIDO EM NOVO PROGRESSO


Segundo informações da Delegacia de policia Civil de Novo Progresso, o pai da vitima registrou o B.O do sequestro.

Ontem (04/01) por volta das 15:30 horas Fabiana de Paula da Silva de 32 anos foi sequestrada pelo seu ex marido Gilberto de Oliveira de 45 anos, eles estavam separados a 03 (três) meses, mais Gilberto nunca aceitou a separação.

fabiana (2)Gilberto comprou um chip de celular e ligou para a ex esposa Fabiana, alegando ser marido de uma cliente dela, ao chegar no endereço fornecido por Gilberto, o mesmo a rendeu com uma arma de fogo e a levou para um local desconhecido.

A Policia Militar está tentando localizar o cativeiro para libertar Fabiana e prender o sequestrador (ex marido).



Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso – Fotos: WhatsApp  

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

SINOP: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DECLARA INCONSTITUCIONAL DOAÇÃO DIRETA DE TERRENOS PARA FINS EMPRESARIAIS.

O pleno Tribunal de Justiça de Mato Grosso declarou inconstitucional, por unanimidade,  a lei municipal que previa a doação com encargos de terrenos urbanos sem prévia licitação, para atender interesses empresariais, em arguição do Ministério Público Estadual. Era alegada afronta à Constituição Federal, cabendo às secretarias de Indústria, Comércio Turismo e Mineração e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável o estudo da viabilidade técnica e financeira da proposta, bem como de sua conveniência pública, com emissão de parecer conclusivo. Só Notícias teve acesso ao voto da relatora, desembargadora Nilza Maria Possas de Carvalho. A decisão não se refere a um local específico mas sobre o ato de doar áreas com encargos. “Verifica-se que o único encargo realmente de interesse público é a geração de empregos, porém, não há sequer uma meta a ser atingida, ou um mínimo legal de empregos a serem criados com a destinação dos lotes. Portanto, a geração de emprego é um mero pressuposto para o fim principal da lei, o crescimento de renda do particular, do individual, em afronta ao interesse público, e à própria Constituição Federal”. A desembargadora também lembrou outra lei que é afrontada com a contestada no tribunal, a qual disciplina as situações de doações de imóveis públicos, ressaltando um artigo. “A alienação de bens da Administração Pública, subordinada à existência de interesse público devidamente justificado, será precedida de avaliação e obedecerá às seguintes normas: I - quando imóveis, dependerá de autorização legislativa para órgãos da administração direta e entidades autárquicas e fundacionais, e, para todos, inclusive as entidades paraestatais, dependerá de avaliação prévia e de licitação na modalidade de concorrência, dispensada esta nos seguintes casos: (...) b) doação, permitida exclusivamente para outro órgão ou entidade da administração pública, de qualquer esfera de governo, ressalvado o disposto nas alíneas”. Ela ainda destacou um inciso, que lembra: “A doação com encargo será licitada e de seu instrumento constarão, obrigatoriamente os encargos, o prazo de seu cumprimento e cláusula de reversão, sob pena de nulidade do ato, sendo dispensada a licitação no caso de interesse público devidamente justificado”. Outro lado Só Notícias tentou contato com a Procuradoria Jurídica e assessoria de imprensa. Porém, como a prefeitura está em recesso não foi possível obter posicionamento quanto a decisão do tribunal.


05/01/2016 - 07:05
Fonte: Só Notícias/Weverton Correa (foto: assessoria/arquivo)

   

MPF RECORRE CONTRA LIBERDADE PARA DOIS DOS PRINCIPAIS ALVOS DE OPERAÇÕES ANTIDESMATAMENTO NO PARÁ

Membrops do MPF e MPE durante coletiva sobre operação Madeira LimpaAcusados atuavam no oeste do Estado e foram presos na Operação Madeira Limpa.

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou na quarta-feira, 30 de dezembro, que irá entrar com recursos contra decisões judiciais que concederam liberdade a dois dos principais alvos de operações realizadas no último ano contra desmatamento no oeste do Pará.

Neste final de ano, a defesa do acusado Giovany Marcelino Pascoal, que estava foragido, conseguiu a suspensão do mandado de prisão preventiva contra ele, e a defesa do acusado Luiz Bacelar Guerreiro Júnior, que estava preso, conseguiu alvará de soltura.

Giovany Pascoal está foragido desde o final de 2014, quando foi realizada a operação Castanheira, contra organização especializada em grilagem de terras e crimes ambientais em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. O MPF denunciou-o por crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 49 anos de cadeia. Juntamente com Pascoal foram denunciados em setembro 22 outros acusados.

Luiz Bacelar, ex-superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Santarém, estava preso desde agosto deste ano. Ele foi preso durante a operação Madeira Limpa, que desmontou quadrilha acusada de coagir trabalhadores rurais a aceitarem a exploração ilegal de madeira dos assentamentos do oeste paraense em troca da manutenção de direitos básicos, como o acesso a créditos e a programas sociais.

Denúncia contra Bacelar e mais 29 acusados foram encaminhadas pelo MPF à Justiça também em setembro. Os crimes denunciados são estelionato, falsidade ideológica, receptação ilegal, corrupção passiva e ativa, apresentação de documentos falsos, violação de sigilo profissional, advocacia administrativa e crimes ambientais. As penas para esses crimes chegam a até 12 anos de prisão e multa, e podem ser aumentadas por conta da quantidade de vezes que os crimes foram cometidos.



Fonte: RG 15/O Impacto e MPF

120 MILHÕES DE HECTARES PODEM FICAR FORA DO CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR).

To CAR, or not to CAR, that is the question.

O prazo para que os produtores rurais façam o Cadastro Ambiental Rural (CAR) termina no próximo dia 5 de maio. Até lá, 147 milhões hectares ainda precisam ser cadastrados. Se nada for feito para alterar o ritmo do cadastramento, cerca de 120 milhões de hectares, 30% da área cadastrável, ficarão de fora do CAR. Para se ter uma ideia do que isso representa, toda a área ocupada com grãos (milho, soja, arroz, etc) no Brasil não chega a 60 milhões de hectares.

O último boletim divulgado pelo Serviço Florestal Brasileiro, com dados até 30 de novembro, mostra que 251 milhões hectares já foram registrados no Sistema Nacional de CAR (Sicar), que representa 63,16% da área passível de cadastro. Os números mostram a inclusão de 220 mil hectares por dia CAR. Nesse ritmo 30% da área cadastrável deve ficar fora do Cadastramento. As regiões sul, com 29% da área cadastrada, e nordeste, com 34%, são as mais atrasadas.

Os produtores rurais que não fizerem seus cadastrados dentro do prazo não poderão se beneficiar das novas regras do Código Florestal. Segundo o diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdará, não há perspectiva de mais prazo para o cadastro. “Não há nenhuma sinalização e nem é do entendimento técnico que deva haver prorrogação de prazo”, afirmou.

Apesar da intransigência dos técnicos do Governo, tramita no Senado Federal um Projeto de Lei, de autoria do Senador Romero Jucá, que altera a redação do Novo Código Florestal, para prorrogar o prazo de inscrição dos imóveis rurais no Cadastro Ambiental Rural até 2018. O texto já foi aprovado na Comissão de Agricultura do Senado (veja aqui), mas ainda precisa passar pela comissão de Meio Ambiente sob a relatoria do Senador ambientalista Jorge Viana.

Entenda a arapuca do CAR

A cantilena dos ambientalistas não governamentais e governamentais é de que o produtor rural que não fizer seu CAR ficará sem crédito agrícola a partir de 2017. Mas isso é só o começo da conversa. Muitos ambientalistas declaram publicamente que o CAR representará mais uma forma de fiscalizar e controlar o agro brasileiro.

De fato, o Artigo 78-A do novo Código Florestal diz que, cinco anos depois da publicação da Lei, as instituições financeiras só concederão crédito agrícola para proprietários de imóveis rurais que estejam inscritos no CAR. Mas a inclusão no CAR também é condição para:

Utilização de áreas consolidadas em APP (Art 4 § 6 e Art 61-A § 9)

Compensação de Reserva Legal em outros imóveis no mesmo bioma (Art 66 § 5)

Cômputo da APP na área de Reserva Legal (Art 15)

Emissão de Cotas de Reserva Ambiental (Art 15 § 2 e Art 44 § 1º)

Dispensa da averbação da Reserva Legal (Art 17 § 4)

Atividades de baixo impacto como fruticultura em APP (Art. 52)

Futuras supressões legais de vegetação nativa (Art 26)

Ou seja, se entrar no CAR o bicho pega, mas se correr do CAR o bicho come. Quem não fizer o CAR no prazo, além de ficar sem crédito público em 2017, terá de recuperar suas APPs conforme o Código Florestal velho, não poderá ter atividades de baixo impacto em APP, terá que recuperar sua Reserva Legal dentro do imóvel sem compensação, não poderá computar a área de APP na RL, não poderá emitir nem comprar Cota de Reserva Ambiental, continuará obrigado a averbar sua RL e não poderá suprimir legalmente áreas de vegetação nativa, caso tenham mais Reserva Legal do que o necessário.

Este último ponto é o X da quextão. Os ecobocós professavam a fé de que os produtores rurais, os ruralistas, eram demônios devoradores de meio ambiente. Mas descobriram com o CAR que os produtores rurais do Brasil tem milhões de hectares de vegetação nativa protegidas em seus imóveis. Parte dessas áreas, aquilo que excede as APPs e RLs, é passiva de supressão. Ou seja, os produtores rurais do Brasil ainda têm o direito de abrir novas áreas principalmente no Cerrado e na Amazônia, mas para isso precisam do CAR feito no prazo.

Os ecobocós esperam ansiosamente pelo o fim do prazo do CAR. Depois de 5 de maio, as propriedades ainda poderão ser cadastradas. O sistema não precisa ser retirado do ar em 5 de maio. Mas os produtores rurais que fizerem seus cadastros depois do prazo perderão a maior parte dos pequenos ganhos obtidos com a nova lei. Eis o dilema.

OBS.:

Em razão dos fatos narrados nesse post muitos produtores rurais estão sendo extorquidos por técnicos na hora de fazer o CAR. O Cadastro foi pensado para ser gratuito, mas a grande maioria dos produtores não se sente confortável para fazer o cadastramento e acaba recorrendo a um técnico. Já publiquei aqui um post com a minha opinião sobre se (e quanto) o produtor deve pagar pelo CAR. Veja: O produtor rural deve ou não pagar pelo CAR?


"Será mais nobre em nosso espírito sofrer pedras e flechas com que os ecólatras enfurecidos nos alvejam, ou insurgir-nos contra o mar de provocações e em luta pôr-lhes fim?"



Fonte: http://www.codigoflorestal.com/2016/01/120-milhoes-de-hectares-podem-ficar.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FiJLZ+%28C%C3%B3digo+Florestal+Brasileiro%29

SONDAGEM ELEITORAL MOSTRA MÉDICO LIDERANDO CORRIDA À PREFEITURA DE SANTARÉM.

Instituto Phoenix aponta Nélio Aguiar como o preferido dos eleitores santarenos.

O Instituto Phoenix de Pesquisa, empresa especializada no ramo de pesquisa descritiva com experiência de mais de 30 anos de atuação na Amazônia Legal, divulgou sua 1ª sondagem de intenção de votos, realizada no município de Santarém-PA, entre os dias 26 a 28 deste mês. De acordo com o Instituto Phoenix, foram entrevistadas 601 pessoas, com confiabilidade de 96% e margem de erro de 2,83% para mais ou para menos, onde o médico Nélio Aguiar aparece liderando a pesquisa à Prefeitura de Santarém.


Entre os questionamentos feitos junto aos munícipes de Santarém, também foi sondado pelos pesquisadores do Instituto Phoenix, a atuação administrativa do prefeito Alexandre Von (PSDB), à frente do Executivo Municipal. A pesquisa apontou que 30,4 % dos entrevistados repudiam o desempenho de Von, apregoando-lhe conceitos ruim e péssimo; 9,8% ignoraram a pergunta ou não souberam responder. 34,4% acham que sua administração é regular, aproximadamente um quarto dos entrevistados fizeram uma avaliação positiva da gestão Von, na atual conjuntura.

No item (03) do questionário aplicado, foi estabelecido dois cenários de indução dos prováveis nomes a se lançarem na disputa pela sucessão, em virtude de não se ter ainda a definição dos nomes, a serem aprovados em futuras convenções. Na primeira simulação, foi mostrado aos entrevistados um disco contendo 10 nomes de postulantes de distintos partidos. Na segunda hipótese, um outro disco com quatro nomes dos concorrentes.

Os resultados obtidos nas duas sondagens se mantiveram na mesma tendência, confirmando o que apontou a pesquisa espontânea, em proporções mais otimizadas, em especial para os três primeiros colocados. O que veio concretizar o favoritismo de Nélio Aguiar, Alexandre Von e Paulo Barrudada.


Vejam, portanto, os resultados: Nélio Aguiar 21,4%, Alexandre Von 14,3%, Paulo Barrudada 9,3%, José Maria Tapajós 6,7%, Íbis Tapajós 5,8%, Chapadinha 4,7%, Socorro Pena 3,8%, Arlysson Pontes 3,5%, Antonio Rocha 3,5%, outros nomes 2,9%, nenhum deles 2,2% e indecisos 21,9%. Já no item (03-II), observa-se a mesma performance nos números tabulados, sendo que os quatro postulantes citados alcançaram maiores percentuais, em razão do menor número de postulantes.


Diante dos números compilados, segundo o Instituto Phoenix, foi concluído que o nome de Nélio Aguiar se projeta neste início de campanha como o mais virtuoso pretendente à cadeira de Prefeito. Tendo em vista que além dos afáveis índices de aceitação e popularidade alcançados, sua rejeição é das menores entre os concorrentes.


COLETA DE DADOS: A coleta dos dados de campo foi efetivada por uma equipe de agentes pesquisadores treinados, que ouviram os 601 eleitores do Município, de ambos os sexos, na Zona Urbana e Periferia da cidade.


Segundo a direção do renomado Instituto Phoenix, a abordagem foi feita através de questionário interpessoal e obedeceu aos critérios do método amostral estratificado, por sorteio de quotas, onde cada membro do universo da pesquisa teve igual chance de ser entrevistado. O questionário foi estruturado com perguntas abertas e fechadas, no firme objetivo de que se pudesse apreender com mais precisão as opiniões do eleitor respondente. Desta forma, após o processo de operacionalização dos dados, de forma metódica e sistematizada, o Phoenix chegou ao resultado final.


No primeiro Item do questionamento que versou sobre quem seriam as principais lideranças como possíveis sucessores do Executivo Municipal, para eleição vindoura, assim a pergunta foi direcionada de forma espontânea, sem que fossem citados nomes de qualquer postulante, e o resultado foi:


Gráfico01
Gráfico02
Gráfico03


Por: Manoel Cardoso


Fonte: RG 15/O Impacto

PROFESSORES DE MARABÁ FAZEM MARCHA

Os professores da rede pública de ensino, em Marabá, realizaram protesto pela educação do município. Segundo os manifestantes a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) estaria criminalizando os trabalhadores e tirando os direitos e benefícios dos próprios, alegando que existe uma crise na educação do município.

A marcha teve concentração na Praça Duque de Caxias e passou por ruas da cidade. A manifestação fez parte de um calendário de mobilizações aprovado em assembleia pelo Sindicato dos trabalhadores da educação pública no Pará (Sintepp), contra a postura da prefeitura de Marabá.

Segundo o Coordenador do Sintepp, Wendel Bezerra, a educação não passa por uma crise. “Nós já identificamos que não existe crise nenhuma na educação do município de Marabá, o que na realidade está acontecendo é malversação dos recursos da educação por parte do secretário Pedro Sousa”, explica.

No dia 18 de janeiro, dia do retorno das aulas, uma nova marcha será realizada, com expectativa de 2 mil trabalhadores do sul e sudeste paraense envolvidos. A manifestação seguirá até em frente a prefeitura de Marabá.



(DOL)

COBRA GRANDE É ENCONTRADA E MORTA NO RIO XINGU

Sucuri de aproximadamente 7 metros foi morta por índios Arawaetés, no alto Xingu.

Uma sucuri de aproximadamente 7 metros de comprimento foi morta por índios Arawetés, no alto Xingu, o local fica a uma hora de lancha saindo de Altamira e subindo o rio, no sudoeste do Pará, segundo informações o animal estaria passando com dificuldade entre as pedras próximo à aldeia, os índios pescavam no local, quando perceberam o réptil, agressiva, a cobra terminou sendo morta.

Não se tem a data exata de quando o caso ocorreu, mas fontes garantem que foi nas últimas semanas de dezembro/2015, os índios abriram a barriga da cobra e encontraram o que parece ser um animal de médio porte, um filhote de anta.

A cobra sucuri pode viver 30 anos e chegar a 11 metros de comprimento, a digestão das presas geralmente leva meses. Possivelmente a que foi morta pelos Araweté seja uma fêmea, já que os machos são menores.

Tentamos contato com representantes da Fundação Nacional do Índio – a Funai em Altamira, mas até o momento ninguém soube explicar o caso, pilotos de embarcação que passam pela região indígena, nós confirmaram o caso.



Por: RG 15/O Impacto e Felype Adms

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: PREVISÕES ALARMANTES PARA A AMAZÔNIA

Conhecida pela biodiversidade e inúmeras fontes de água, o mundo todo olha para a Amazônia como um oásis em meio a tanto concreto e asfalto do mundo moderno. Entretanto, o uso desenfreado de recursos naturais tem causado mudanças climáticas alarmantes. Modelos científicos preveem um aumento de 4°C na região e, se nada for feito, a Amazônia de 2080 terá um futuro catástrofico.

Quatro graus célsius podem parecer pouco, mas essa temperatura é o começo de uma série de reações globais preocupantes. De 1880 a 1980, o planeta teve um aumento da temperatura média de 0,75ºC. Esse aumento foi o suficiente para que muitas das catástrofes climáticas se tornassem mais intensas. O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) aponta um cenário de secas e cheias mais potentes e frequentes para a Amazônia.

A história das mudanças climáticas

O cientista britânico John Tyndall descobriu em 1859 que alguns gases absorvem pouco calor em forma de raios solares e outros bem mais. Nos seus experimentos, ele percebeu que os gases que mais acumulavam calor eram metano (CH4), dióxido de carbono (CO2), e vapor de água. De acordo com ele, graças ao vapor da água na atmosfera o planeta conseguia manter sua temperatura.

Graças a essa descoberta, muito tempo depois foi possível descobrir as causas do aumento da temperatura no planeta. O feito aconteceu em 23 de junho de 1988, durante uma comissão organizada pelo senado dos Estados Unidos, que convocou vários cientistas para tentar explicar uma onda de calor que assolava o país na época.

James Hansen, climatólogo-chefe da Nasa, na época, explicou que os gases produzidos pela combustão de carvão, gás e petróleo [desde as épocas pré-industriais da humanidade] têm criado uma barreira para os raios de Sol refletidos pelo planeta terra. Dessa maneira, o calor que deveria voltar para o espaço é retido na nossa atmosfera, aumentando a temperatura do planeta.

Outros cientistas já tinham se preocupado com esse aumento da temperatura e os gases do efeito estufa, mas Hansen foi o primeiro a demonstrar com clareza o processo do fenômeno físico chamado “efeito estufa”.

Em novembro de 1988, logo após a apresentação do relatório de James Hansen no Congresso Americano, a Organização das Nações Unidas apoiou a criação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. O IPCC tem como objetivo “analisar e avaliar a informação científica, técnica e socioeconômica mais recentes produzidas no mundo para a compreensão das alterações climáticas”.

Milhares de cientistas do mundo trabalham voluntariamente no IPCC para oferecer e apresentar dados relevantes que podem ser utilizados para a tomada de decisões governamentais e privadas em questões climáticas.

Três possíveis futuros da humanidade

De acordo com o o IPCC existem três grandes possíveis cenários para o futuro do Mundo. O primeiro deles é um cenário de crescimento econômico e populacional. O consumo e o crescimento populacional vão fazer com que cada vez mais gases do efeito estufa sejam jogados na atmosfera.

O segundo cenário é mais otimista. Com desenvolvimento econômico mais rápido, o crescimento populacionalse torna igual em todo o mundo, até que a população global alcance um pico no meio do século e depois declina. Melhorias tecnológicas ocorrem para todas as fontes energéticas. Esse é o caminho entre economia e meio ambiente.


O melhor cenário é o terceiro onde o crescimento econômico e populacional diminui para o cumprimento de metas ambientais. Junto a isso, tecnologias energéticas mais eficientes fazem o mundo caminhar para um quadro de maior estabilidade climática.

Imagine agora esses três cenários possíveis para o mundo e para Amazônia. Em qual deles você iria se basear na hora de planejar sua vida, seus negócios, seu trabalho? Para o cientista Philip Fearnside, o meio termo não é a melhor maneira de governos e pessoas planejarem o futuro.

O Ph.D Philip Fearnside é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e ganhador do prêmio Nobel da Paz. Ele trabalhou toda sua vida no estudo da Amazônia e mudanças climáticas. Para o cientista, é preferível se precaver contra o pior.

“Se alguém que mora em um prédio de apartamentos perguntasse a um engenheiro se o edifício poderia ruir. Ele ficaria satisfeito com uma resposta de que é “provável” que o prédio permaneça em pé? Isso pode significar que há uma chance de 51% de que o edifício se mantenha em pé e uma chance de 49% de que caia ao chão. Certamente os moradores não se satisfariam com a segurança de apenas mais de 50%”, disse o pesquisador Philip Fearnside.

O pior dos cenários

O que aconteceria no pior dos cenários? Bom, nada muito agradável. A começar pelo aumento da temperatura. De acordo com o relatório do IPCC dentro do pior cenário, a região amazônica vai ter um aumento de 4ºC. Pode parecer pouco, mas essa temperatura é o começo de uma série de reações catastróficas.

As mundanças climáticas aumentam o número de ocorrência de situações extremas na região. Isso significa cheias e secas mais intensas. Longos períodos de alta temperatura e poucas chuvas matam árvores de sede. Enchentes também matam árvores que não são nativas de áreas de várzea e que são alcançadas pela água.

Outro fator previsto no relatório é o aumento da mortalidade de plantas e florestas causadas pelo fogo. Com quadros de calor extremos a suscetibilidade a incêndios na região é maior. O aumento no número de queimadas, a morte de árvores em períodos de secas mais prolongadas e cheias mais intensas criam um ciclo de destruição que tem como resultado final: a diminuição da área de floresta da Amazônia.

As árvores queimadas e em processo de decomposição produzem dióxido de carbono e metano, os dois principais gases causadores do efeito estufa. Isso cria um processo cíclico onde mais calor produz mais gases do efeito estufa, que gera mais calor no planeta.

Savanização da Amazônia

Em 2007, projeções do Centro Hadley, um instituto britânico de pesquisa do clima, apontou para um processo extremo de savanização da Amazônia. De acordo com a projeção na época haveria na região um clima mais seco e quente, típico do período em que ocorre o El Niño. Um clima do tipo “El Niño” frequente na região faria com que a floresta amazônica fosse substituída por uma vegetação do tipo savana até o final do século 21.

Felizmente, a projeção do Centro Hadley foi reavaliada e os fatores de savanização apontaram um cenário não tão catastrófico. Mas isso não pode ser motivo de comemoração. De acordo com Fearnside ainda é bastante preocupante o cenário de extremos pelo qual a floresta ainda vai passar. “Esses momentos de muita chuva e muita seca que os centros ainda projetam é que podem realmente prejudicar a floresta”.

Os peixes

O aumento da temperatura também pode ser sentida pelos animais. A pesquisa “Crescimento do tambaqui em cenários de mudanças climáticas” é um projeto do Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) que coloca os peixes numa situação aproximada ao cenário proposto pela IPCC.

Os peixes foram colocados em um ambiente com temperatura mais elevada e concentrações maiores de dióxido de carbono. Para se adaptar a esse clima, os tambaquis ficaram menores, afetando diretamente o hormônio do crescimento da espécie. Peixes menores poderiam afetar negativamente as populações ribeirinhas, que tem esses peixes como base da alimentação.

O que é possível fazer

As pesquisas científicas projetam para o planeta esses três possíveis futuros. O aquecimento global é sobre o ser humano e a própria sobrevivência. Philip Fearnside afirma que o Brasil tem feito acordos de diminuição do desmatamento ilegal, e isso é ótimo. Mas os desmatamentos legais também são parte do problemas, quer queira ou não. Para ele, o ideal é que o desenvolvimento venha junto com práticas ambientais. “O pior dos cenários precisa ser levado em conta por causa do fator de risco, mas isso significa que não possa ser mudado.”

O ser humano chegou aonde está devido ao consumo e combustão em excesso de fontes de carbono como carvão, petróleo, árvores e gás. Basta que pessoas e governos de todo o mundo tomem ações, sejam elas individuais ou não, para que esse pior cenário não aconteça. Mas no final, a pergunta que fica é: a Amazônia terá um futuro?


Por: Isaac Guerreiro


Fonte: Portal Amazônia

APÓS SER VAIADO NA FESTA DE RÉVEILLON, PREFEITO FALA AO JORNAL FOLHA DO PROGRESSO.

Aconteceu na última quinta feira (31/12) a festa de réveillon na Orla do Lago, realizada pela prefeitura de Novo Progresso, com a animação da Banda Nova Geração do estado do Mato Grosso. Apesar de muita chuva, mais não atrapalhou a comemoração da população que se fez presente no evento.

Ainda houve um momento inusitado quando chamaram o prefeito Joviano de Almeida para se fazer presente no palco para fazer a contagem para o ano novo, o povo o vaiou que foi difícil escutar alguma palavra do prefeito no palco.

O Jornal Folha do Progresso aproveitou a presença do prefeito na festa de réveillon para fazer uma rápida entrevista, veja abaixo:

O que o povo pode esperar de 2016 da Prefeitura de Novo Progresso?

Resposta: Eu terei todo o empenho em fazer um governo melhor, cada dia mais para os progressenses. Vocês podem  acreditar e confiar em mim, tudo farei para isso para mostrar que Novo Progresso tem jeito.

Quando o senhor assumiu falou dos problemas financeiros do município e hoje como está a situação Prefeitura de Novo Progresso?

Resposta: Na realidade a prefeitura vem com muita dificuldade fazendo aquilo que o prefeito pode fazer, que é pelo menos manter folha de pagamento em dia, não 100% mais na medida do possível assim que tem condições de dinheiro nós pagaremos todos, porque ao meu ver o funcionalismo é primordial para a prefeitura.

A saúde de Novo Progresso está cheio de problemas, o que fazer para em 2016 resolver o caos que vem vivendo?

Resposta: Vocês sabem, o problema do Brasil inteiro a saúde é o caos e aqui em Novo Progresso não é diferente, mais nós estamos tentando fazer o máximo possível para podermos dar o de melhor para o Progresso e nós estamos ai na luta para conseguirmos a reforma desse hospital, a promessa é agora para Janeiro e eu vou com o governador para cobrar esse compromisso que eu tenho com o povo de Novo Progresso.

Prefeito na virada do ano fez a contagem e como você viu essas vaias?

Resposta: Na verdade eu não considero isso como vaia, na verdade eu vi uma expressão da população de maneira geral, que mesmo antes de eu subir no palco para falar a própria população já estava fazendo aquela manifestação, então eu não considero isso como vai, considero isso como um aplauso.



Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

DESTACAMENTO DA PM É ALVO DE INCÊNDIO CRIMINOSO EM NOVO PROGRESSO.

Vila em Novo Progresso, no PA é alvo de incêndio criminoso.
Caso foi registrado na noite da última quinta-feira, 31.

Segup acredita que o ato é um retaliação à apreensão de armas na cidade.
O incêndio criminoso foi registrado a noite da última quinta-feira (31), em Vila Isol, distrito do município de Novo Progresso, no sudoeste do estado. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (Segup), a tentativa de incêndio teria ocorrido durante a madrugada e não houve o registro de vítimas. O caso será investigado pelas polícias civil e militar.

Homens da Polícia Militar (PM) estavam em ronda pelo município quando foram surpreendidos pelo fogo no posto policial destacado da Polícia Militar, localizado na Vila Isol, aproximadamente 85 quilômetros de Novo Progresso.

Leia Também:
Posto da Polícia Militar do distrito vila  Isol  pega fogo durante a madrugada de réveillon.

A suspeita é que o incêndio seja uma retaliação à apreensão de armas ilegais realizada nos últimos dias no município. A ação teria desarticulado atos criminosos na cidade.



Por: G1 PA com redação Jornal folha do Progresso (Fotos WhatsApp)

PREFEITO DE NOVO PROGRESSO É VAIADO DURANTE FESTA DE RÉVEILLON.

“A gente ainda aconselhou o gestor a não usar o microfone, mas ele não deu importância e tomou a vaia”, concluiu um aliado do Joviano.

A popularidade do prefeito em exercício de Novo Progresso Joviano de Almeida  (PSL), não anda muito boa no município. Prova disso, foi à senhora vaia que o gestor levou do público presente durante a festa de réveillon na ultima quinta-feira 31 de dezembro de 2015.
Em festejo tradicional de VIRADA DE ANO , a Orla do Lago recebia um público superior a cinco mil pessoas  quando o alcaide resolveu  fazer o uso da palavra para enaltecer seu governo, mas não esperava que a multidão lhe vaiasse naquele momento. “A gente ainda aconselhou o gestor a não usar o microfone, mas ele não deu importância e tomou a vaia, disse um aliado.”

PREFEITO EM EXERCÍCIO JOVIANO
O público não teve piedade e ele quase  não conseguiu fazer suas considerações, por causa das vaias, concluiu.
O governo do Joviano de Almeida é marcado por denuncias, principalmente na área da administração e já foram abertas três CPIs para investigar o prefeito.

Leia Também: Advogado pede a cassação do prefeito de Novo Progresso … *

*Câmara de Vereadores acata denúncia contra prefeito …

Outra reclamação da população é o descaso na área de infraestrutura, já que as ruas parecem mais um país bombardeado.  Sobre a reeleição do médico Joviano ,  um aliado citou que é melhor ele voltar para a medicina , já que a coisa pública não é sua familiarização.

O médico  era a esperança do povo e foi eleito para mudar a história dos munícipes, se perdeu logo nos primeiros meses de governo, deixando seus correligionários administrar. A educação ficou parada por falta de pagamento dos servidores s, isso devido o gestor ter alegado que não poderia pagar a classe por falta de dinheiro, no entanto ainda não entregou as contas para a Câmara Municipal.

Outro Lado

Procurado pela imprensa para falar sobre a vaia, o prefeito disse que  CONSIDEROU  COMO APLAUSOS .


Por Blog do Adecio Piran


Fonte: Jornal Folha do Progresso