Desde 2001, os pesquisadores coletam
informações sobre o desempenho dos estudantes nas escolas de Birmingham,
Londres, Leicester e Manchester. Depois, combinaram esses dados com as
informações sobre o desempenho dos jovens em exames ancionais externos.
Após a proibição dos dispositivos, os
estudantes na faixa etária de 16 anos tiveram um desempenho 6,4% maior do que o
desvio padrão. Isso, na visão dos autores da pesquisa, corresponde à adição de
uma hora a mais de estudos na escola por semana.
Os estudiosos acreditam que os resultados da
pesquisa podem ser semelhantes nos Estados Unidos, onde 73% dos adlescentes
possuem um celular. Entretanto, fazem uma ressalva quanto às conclusões do
estudo.
Escrito por Sidnei Rocha
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