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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Wilson Schubert recebeu título de cidadão honorário em Novo Progresso.


Wilson Schubert, Superintendente do SEBRAE/PA e também Vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará, recebeu durante a realização da EXPONP e RODEIO de 2012 nas mãos do empresário e ex-prefeito de Novo Progresso Neri Prazeres o diploma de Cidadão honorário do Município, em reconhecimento aos benefícios prestados ao Mesmo. 


Schuber quando foi Prefeito de Itaituba, lutou incansavelmente para ajudar desmembrar Novo Progresso daquele Município. 


Por estes e outros benefício, Schuber foi ovacionado pelo público na arena do rodeio de 2012, e diplomado Cidadão Honorário de Novo Progresso.


Novo Progresso17/07/2012

Jornal Folha do Progresso

 

DEM tende a desaparecer nas urnas ou ser encampado.

Saiu no Correio do Brasil que o partido esta enfraquecido por uma série de escândalos e péssimos resultados eleitorais, o DEM lançará 42% menos candidatos às eleições municipais do que em 2008 e, segundo pesquisas, sairá ainda menor das urnas. A tendência, segundo dirigentes da legenda, será a fusão com outro partido....

Já no Blog do respeitado Jeso Carneiro  envoca nota com o seguinte titulo; DEM, a caminho da extinção com argumento que a eleição deste ano  deve ser a última do partido, em fase aguda de desidratação política. A cada ano ele diminui mais e mais.

"A fusão com o PMDB é o destino mais cogitado dos democratas".

Para esclarecer ao eleitor que vai a urna em 07 de outubro deste ano, caso escolha um candidato do DEM-Democratas que invoca o Nº 25, após o pleito ele poderá ser um Peemedebista (15). Todo cuidado ao votar nesta eleição, a transformação (fusão) esta anunciada!

Postado por Adecio Piran





Prefeituras sofrem com excesso de atribuições e poucos recursos, avaliam entidades representativas dos municípios


Brasília - As atribuições previstas em lei para os municípios não são proporcionais aos recursos que recebem. Por causa disso, os prefeitos têm dificuldades de cumprir com todas as suas obrigações. Na avaliação da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e da Associação Brasileira de Municípios (ABM), entidades representativas das gestões municipais, a União cria legislações que oneram as administrações municipais com responsabilidades, mas não preveem fontes de recursos para que os serviços sejam satisfatoriamente cumpridos.


Cuidar da educação, da saúde, do transporte público e do saneamento básico são algumas das atribuições dos governos municipais. A segurança pública, por sua vez, é responsabilidade das administrações estaduais. O papel das prefeituras cresceu com a Constituição de 1988, que introduziu a descentralização e municipalização das políticas sociais. Graças a essa nova visão, serviços como o ensino e o atendimento médico passaram cada vez mais para as mãos dos governos de pequenas, médias e grandes cidades.


Para Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, o problema não é a descentralização em si, e sim a implementação descriteriosa de obrigações que vão além da capacidade das administrações locais. "O Congresso e o governo federal criam leis inexequíveis. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina que não se pode criar despesas sem indicar a fonte de recursos, mas é justamente isso que se faz com os municípios", disse.


De acordo com Zilulkoski, entre as exigências que as prefeituras têm dificuldade em atender está o pagamento do piso nacional aos professores (que está em R$ 1.451 e é reajustado anualmente) e a garantia de que esses profissionais fiquem fora das salas de aula por período equivalente a um terço da carga horária semanal, a fim de realizar planejamento pedagógico. "Para que isso fosse cumprido, seria preciso contratar mais 330 mil professores além de 1 milhão que temos hoje. Não há dinheiro suficiente", ressaltou.


Outro gargalo para as administrações municipais é a saúde. Segundo informações da CNM e ABM, embora as prefeituras tenham obrigação legal de destinar 15% de seu orçamento para essa área, acabam dispendendo em média 22% em razão da forte demanda a que precisam fazer face. "Entram nessa conta exame, vacinação, piso dos profissionais", declarou o presidente da CNM.


Na avaliação de Eduardo Tadeu Pereira, presidente da ABM e prefeito de Várzea Paulista (SP), é preciso adequar os recursos municipais ao volume de exigências feitas às cidades. "Os serviços foram sendo transferidos para os municípios e o orçamento não necessariamente foi municipalizado. Há uma concentração do dinheiro nas mãos da União e nos estados", disse. Segundo ele, há casos em que as prefeituras são oneradas mesmo em se tratando de serviços que são obrigação dos governos federal ou estaduais. "Em São Paulo, por exemplo, se o prefeito quiser ter uma delegacia em sua cidade tem que pagar o aluguel do prédio", destacou.


De acordo com João Martins, coordenador do Programa Piauí da organização não governamental (ONG) Care Brasil, de fato existe um desequilíbrio entre a verba destinada aos municípios e o que é demandado deles. "Segundo estudos, o governo federal concentra mais de 60% dos recursos arrecadados em seu caixa. Mas as coisas acontecem é no âmbito do município; as pessoas vivem em cidades", disse. Para Martins, as cidades pequenas, com até 15 mil habitantes, enfrentam as maiores dificuldades. "A demanda por saúde e educação tem a mesma complexidade, mas há muito menos estrutura. A gestão não é profissionalizada, falta atratividade para que técnicos se disponham a trabalhar nesses locais", completou.

Edição: Aécio Amado

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil




MPF e MP do Pará processam o grupo Rede para garantir fornecimento de energia à população.

A União e a Aneel também são rés no processo, pela omissão no dever de fiscalizar a concessionária, que está em recuperação judicial depois de problemas cruciais de gestão


O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Pará iniciaram processo judicial contra a Rede Celpa S.A, a Rede Energia S.A, a União e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que sejam obrigados a garantir todos os investimentos necessários à prestação do serviço de distribuição de energia elétrica no Pará. O MPF quer ainda que os entes processados sejam responsabilizados pelas despesas da Celpa que possam atrasar por causa da recuperação judicial da concessionária, para evitar qualquer interrupção no fornecimento.


Depois da recuperação judicial pedida em 2012, a Celpa se tornou a pior concessionária de energia do Brasil. E o MPF teme que as coisas piorem ainda mais. O pedido de recuperação vem sendo marcado por reclamações de credores que não estariam sendo pagos corretamente. São fornecedores independentes de energia, terceirizadas e funcionários que, sem receber, podem interromper o fornecimento de eletricidade em regiões do estado que não fazem parte do sistema interligado, por exemplo.


O MPF já recebeu denúncias de várias regiões do Pará nesse sentido, relatando interrupções inexplicáveis no fornecimento, oscilações com picos de energia repentinos, envio de contas de energia elétrica para endereços errados nas comunidades rurais, falta de manutenção da rede de distribuição e cobranças absurdas ou abusivas. Para o MPF, nada disso pode acontecer. 


O procurador da República Bruno Valente pediu à Justiça Federal que a União e a Aneel, por terem se omitido diante dos sinais evidentes de degradação dos serviços prestados pela Celpa, sejam obrigadas a assegurar a continuidade da distribuição de energia, assumindo a responsabilidade como credora por débitos de despesas correntes da Celpa. 


O procurador pediu também que a Aneel apresente, no prazo de 30 dias, um estudo apontando quais investimentos são necessários para que a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica no Pará atenda as metas mínimas de qualidade estabelecidas.


Efeito dominó - Para o MPF, a responsabilidade pela situação da concessionária de energia do Pará – privatizada em 1998 – é da própria Rede Celpa S.A, de sua controladora Rede Energia S.A e da União, através da Aneel, que não foi capaz de corrigir as falhas de gestão que levaram à grave condição atual: a empresa está em recuperação judicial e fornece o pior serviço entre todas as concessionárias do país. 


Os problemas da Celpa começaram a se agravar, segundo a investigação do MPF, em 2003, quando foram iniciados empréstimos da empresa para outras do Grupo Rede, também controladas pela Rede Energia, “chegando-se, em 2006, ao pico de R$ 753 milhões de créditos da Celpa, os quais passaram a ser pagos a partir de 2007, com quitação total em 2010”. 


“Nestes anos em que a Celpa esteve descapitalizada em razão de empréstimos realizados a outras empresas do grupo surgiram débitos de grande monta, como a perda, em 2004, de ação judicial no valor de R$ 370 milhões (Plano Bresser) e o reconhecimento, em 2006, de débitos tributários de R$ 415 milhões”, narra a ação judicial.


Por conta da crescente descapitalização, nesse mesmo período a Celpa passou a cortar recursos para investimentos no estado do Pará: deveria ter investido R$ 659 milhões na distribuição de energia em território paraense, mas investiu apenas R$ 280 milhões, 57,5% a menos do que estava previsto. 


O efeito dominó da péssima gestão da Celpa não parou aí. A falta de investimentos teve como consequência um severo aumento das perdas não-técnicas – rigorosamente, energia desperdiçada - que passaram de um déficit de R$ 3,5 milhões em 2003, para R$ 65,3 milhões em 2010. E também ao descumprimento sistemático das metas de qualidade impostas pela Aneel, o que multiplicou as compensações pagas pela empresa aos consumidores de R$ 0,4 milhões em 2003 para R$ 82 milhões em 2010. “Portanto, resta claro que a baixa qualidade do serviço prestado atualmente decorre de culpa da própria empresa, ante às desastradas atitudes tomadas durante sua gestão”, afirma a ação do MPF.

Íntegra da ação

Número do processo: 0019199-60.2012.4.01.3900

Acompanhamento processual

Foto: netglobe2.com.br Fonte: Assessoria de Comunicação Ministério Público 


Federal no Pará Postador: surgiu.com (abr)






terça-feira, 17 de julho de 2012

Índios invadem sede do MPE em Santarém.


Eles exigem a libertação do Cacique Tupinambá Raimundo, preso e enquadrado na Lei Maria da Penha

Cacique Odair Borari

Na manhã desta terça-feira, 17, índios da região do Tapajós invadiram a sede do MPE (Ministério Público Estadual) em Santarém, pedindo a libertação do cacique Raimundo Tupinambá, preso há treze dias pela Polícia Civil, após ser enquadrado na Lei Maria da Penha.

O cacique Raimundo Tupinambá, representante de sete comunidades indígenas da região do Tapajós, continua na Penitenciária Agrícola do Cucurunã. “Mas até o dia de hoje o Ministério Público e nem o Juiz se pronunciaram sobre a prisão do líder indígena, nem ouviram o cacique e suas testemunhas”, disse o cacique Odair Borari.

Parentes do cacique e vários indígenas de outras etnias fizeram a dança de protesto na sede do MPE, em Santarém, em solidariedade ao líder preso, enquanto esperavam decisão judicial, vindo da promotora Rita. Mais de 100 índios estão sendo esperados para a manifestação.


Fonte: RG 15/O Impacto e Carlos Cruz

NOTICIAS DA HORA


Prefeito de Monte Alegre e Deputada no banco dos réus.
Jardel Vasconcelos e Josefina do Carmo podem perder seus mandatos.

Jardel e Josefina

A população do município de Monte Alegre, na região da Calha Norte, Oeste do Pará, está na expectativa do julgamento do prefeito Jardel Vasconcelos (PMDB) e de sua esposa, a deputada estadual Josefina do Carmo (PMDB), pelo Tribunal regional Eleitoral (TRE) na quinta-feira (17), em Belém. Além de Jardel e Josefina, também serão julgados o vereador Anselmo Picanço, Vicente Rodrigues, Leandro Diniz e Luiz Augusto Moreira. Todos foram acusados pelo MPE de fraude eleitoral e corrupção passiva.

A sessão especial do Tribunal Regional Eleitoral terá como relator do processo o juiz Daniel Sobral.

A expectativa da população montealegrense, é porque Jardel Vasconcelos é candidato à reeleição. Se ele for condenado, não poderá concorrer. O TRE não está passando a mão por cima crimes eleitorais e corrupção, tanto é que na semana passada, por unanimidade, o Tribunal cassou o mandato da prefeita de Santarém, Maria do Carmo Martins Lima (PT) e do vice-prefeito José Antônio Rocha (PMDB), tornado-os inelegíveis por 08 anos. José Antônio Rocha era candidato a vice-prefeito de Santarém na chapa encabeçada por José Maria Tapajós, ambos do PMDB, que agora está à procura de outro nome para vice.

Fonte: RG 15/O Impacto e Carlos Cruz



Pastor investigado por tráfico é acusado de estupro por ex-mulher.
Líder da 'Assembléia de Deus dos Últimos Dias', Marcos Pereira da Silva, acusado de estupro

Marcos Pereira da Silva

A ex-mulher do pastor Marcos Pereira da Silva acusa o líder da ‘Assembleia de Deus dos Últimos Dias’ de estupro. Segundo o site EXTRA, no depoimento que deu à Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), no último dia 9, Ana Madureira da Silva, de 58 anos, conta que morou com o religioso até 1998 e que, numa ocasião, ele ‘entrou em casa, trancou as portas e fez sexo à força’ com ela. O documento consta no inquérito que apura as acusações do coordenador do Afroreggae José Junior contra Marcos Pereira.

De acordo com o depoimento, Ana Madureira conta que os dois se casaram em 1989, quando ainda não eram evangélicos. Cinco anos depois, Marcos passou a frequentar cultos e criou um ‘ponto de pregação’ em casa, onde eram realizados cultos às segundas-feiras. Antes do abuso sexual acontecer, Ana Madureira teria tido, segundo ela, ‘uma visão do Anjo do Senhor que avisava que o pastor Marcos iria estuprá-la para que engravidasse’ e, posteriormente, lhe acusasse de adultério. Eles têm dois filhos juntos.

Procurado pelo EXTRA, a ex-mulher do pastor Marcos Pereira não quis comentar as informações que deu à polícia. O líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias também não quis comentar as acusações. Seu advogado, Sérgio Júnior, informou que ainda não teve acesso aos autos e as acusações da ex-mulher são difamantes:

— A Justiça será feita e a inocência do meu cliente será provada. A verdade é a vida, Aleluia!

A delegada Valéria Aragão, titular da Dcod, informou que, embora crimes sexuais não façam parte da sua investigação, ela está encaminhando os depoimentos com essas acusações para as Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam). O foco do inquérito é apurar o suposto envolvimento do pastor com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

— Em nenhum dos depoimentos, as testemunhas falam em violência, ameaça coação, apenas em sedução. Todos há cerca de oito anos atrás — explica


Fonte: O Globo



Polícia faz grande apreensão de dinheiro falso em Altamira.

Notas falsificadas de 50 e 100 reais estavam prontas para serem colocadas em circulação



Charlean foi preso com R$ 8.500,00 em notas falsas

A Polícia Civil prendeu em Altamira, sudoeste paraense, um falsificador de dinheiro. A prisão ocorreu na última sexta-feira (13), na orla do cais do porto, no momento em que o criminoso se preparava para efetuar mais uma venda de notas falsificadas. Charlean da Silva Braga foi preso em flagrante com oito mil e quinhentos reais em notas falsas, encontradas dentro do bolso de sua bermuda.

Charlean foi preso e conduzido até a sua residência, onde foram realizadas buscas. No local, a polícia apreendeu uma impressora multifuncional,papéis, tesouras e estilete; material usado para  a falsificação do dinheiro. As notas verdadeiras eram escaneadas e em seguida impressas em uma impressora multifuncional, apontou a investigação policial. Também foram encontradas na casa de Charlean Braga cerca de 20 gramas de “crack”. Segundo a investigação, Charlean também atuava como traficante. Ele foi autuado por falsificação de moeda e tráfico de entorpecente.

“Charlean imprimia grandes quantidades em notas falsas que eram trocadas no comercio local e em festas, além de serem também vendidas pelo seguinte preço: Dez mil reais em notas falsas era vendido por quatro mil reais em notas verdadeiras”, explica o delegado Cristiano Nascimento, superintendente regional do Xingu.

“A prisão de Charlean é uma de muitas outras que podem acontecer, visto que as investigações continuam e indicam que outras pessoas estejam cometendo o mesmo crime de falsificação de moeda. É importantenta também que os comerciantes e funcionários tenham mais atenção para que não se tornem alvos fáceis desse tipo de crime”, alerta o delegado.

A prisão do falsificador de moeda é fruto de investigações realizadas pelo serviço de inteligência da Polícia Civil. A operação policial que resultou na prisão de Charlean foi coordenada pelo delegado Cristiano Marcelo do Nascimento. Os investigadores Luiz Lago e Alessandro Diniz efetuaram a prisão.


Fonte: RG 15/O Impacto e Ascom/Polícia Civil

segunda-feira, 16 de julho de 2012

NOTCIAS DA HORA.


VILSON SHÚBER, Superintendente do SEBRAE é homenageado na XII EXPONP em Novo Progresso


Neste sábado a Comissão Organizadora da Apronop concedeu titulo de Cidadão Honorário  a um dos políticos mais conhecidos da região Sr. Vilson Schuber. Atualmente Shuber exerce o cargo de Superintendente do Sebrae no Pará e Amapá e também é Vice Presidente da FAEPA – Federação da Agricultura do Estado do Pará. Sendo um grande aliado das autoridades locais em Belém, a quem recorrem e são bem atendidos nas questões  de relevância para o município de Novo Progresso.

Antes do início do rodeio, na noite de sábado, dia 14/07, Vilson Schuber foi chamado na arena para receber o diploma de agradecimento pelos serviços prestados ao município. Seu amigo particular empresário Neri Prazeres fez a entrega da homenagem e discursou enaltecendo a pessoa do “Shubão”, que foi um dos  sócios colaboradores da Apronop desde sua fundação no início dos anos 90.  Néri Prazeres lembrou a todos a importância de Shuber no processo de emancipação do município, pois foi de sua iniciativa o projeto para a criação de Novo Progresso. Foi lembrado ainda, o apoio recebido do atual Superintendente do Sebrae, quando este era prefeito de Itaituba, para desmembrar Novo Progresso daquele município, desde a construção e implantação das primeiras salas de aula para os nossos alunos.

Vilson Shuber emocionado discursou agradecendo o povo de Novo Progresso e enaltecendo o papel da Apronop, a primeira entidade a levantar a bandeira da criação do município.


Por: Edson Santos



Novo Progresso: IBAMA e Madeireiros, Acordo feito, caminhões liberados.


O IBAMA ( Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que avia apreendido 13 caminhões carregados de madeira em Novo Progresso, chegou a um acordo com os proprietários dos veículos. Segundo informações do órgão federal, os caminhões foram liberados sob pagamento de multas e acordo formado para que os caminhoneiros recolham toda a madeira derrubada e explanada na Flona Jamanxim e transportem a mesma até o pátio do IBAMA.

O destino da madeira possivelmente será a doação para entidades filantrópicas, dentre elas esta a Faculdade Católica Cavanis de Novo Progresso que reivindicou a madeira apreendida para o uso da construção da referida faculdade.

O órgão federal responsável pela madeira esta estudando a possibilidade para efetuar a doação sem prescrever a lei, haja vista o fato de ser ano político e todas as precauções devem ser tomadas e consideradas para que não aja supostos favorecimentos nas campanhas.

Porém é nítida a total idoneidade e independência de qualquer sigla ou comprometimento da referida faculdade com qualquer grupo político no município, condicionando assim a ser justa a doação da madeira para a Faculdade Católica Cavanis.

Esta de parabéns o IBAMA pelo bom senso de cumprir a lei e ao mesmo tempo ter a sensibilidade de liberar os caminhões destes trabalhadores que não estão ilegais porque querem ser foras da lei, mas sim por não ter alternativas devido a falta de liberação das centenas de projetos de manejo que estão engavetados.

Alguns destes projetos ja estão á mais de 10 anos esperando por liberação, porêm, por algum motivo, e para o desespero da região, estão travados nas gavetas do governo, deixando em pânico uma região de trabalhadores que buscam socorro nas portas dos órgãos competentes mas são ignorados, não reconhecem os direitos dos proprietários das posses, manténdo milhares de famílias sem os títulos definitivos, o que condicionaria a todos a ter seus projetos de manejo aprovados.

Com os titulos, todos estaríam na legalidade com direitos e deveres, mas algo estranho não tem permitido que as pessoas se legalisem e com isso sejam forçadas a ilegalidade para pagar as contas e não passar fome.


  


MPF volta a criticar INCRA por desmatamento

Procuradores denunciam abandono em áreas que deveriam ser protegidas



Pará - O Ministério Público Federal no Pará criticou, nesta quinta-feira (12), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) pela situação de abandono em assentamentos do estado e pela falta de políticas de reforma agrária para a Amazônia.

Em nota divulga no site do órgão, os procuradores do MPF afirmam que falta estrutura no Incra para combater o desmatamento na região. O problema “se traduz em altas taxas de desmatamento, ausência de licenças ambientais, desvio de verbas públicas, venda de lotes e reconcentração fundiária”, disse a nota.

Para os procuradores, a reforma agrária na Amazônia é uma obrigação constitucional em uma região com “altos índices de grilagem e conflitos agrários”. “Quem se beneficia com essa situação, são madeireiros, carvoeiros e grileiros”, afirmou o procurador da República Felício Pontes Jr.Nos últimos anos, segundo informou a assessoria, o MPF entrou com diversas ações judiciais em defesa da reforma agrária. Para os procuradores, o governo não tem sido capaz de resolver o problema fundiário no estado.

“Em vez de evitar conflitos e assegurar o cumprimento da função social da terra, que são os objetivos constitucionais da reforma agrária, o programa vem sendo desvirtuado e enfraquecido, sendo inclusive causa de conflitos”, afirma o procurador da República Daniel Azeredo Avelino, responsável pela mais recente ação judicial contra o Incra, por causa das altas taxas de desmatamento.

Na ação, o MPF pediu à Justiça que proíba a criação de novos assentamentos sem licença ambiental.

Incra nega responsabilidade por desmatamentos
Em nota, o Incra nega inoperância e rebate as críticas dos procuradores do MPF no Pará. As informações divulgadas pelo Ministério Público “incorporam áreas que não estão mais sob administração do Incra, como por exemplo, os Projetos de Colonização da década de 70, bem como outros já emancipados”, disse o Incra.

“O processo de desmatamento vem diminuindo, principalmente desde a década de 2000. O desmatamento nos assentamentos da região teve uma redução de 66% em área, correspondente ao período de 2005 a 2011. Em 2011 esse desmatamento representou 18% do total desmatado. Portanto, não é verdadeira a afirmação veiculada de que o desmatamento em assentamentos representa 1/3 e, sim, 1/5 do total”, afirmou o órgão.

Segundo divulgou a assessoria da autarquia, “o Incra não tem medido esforços nas suas medidas para manter a floresta em pé” e que não é verdadeira a afirmação de que os servidores do Incra incentivam o desmatamento nos assentamentos. “Pelo contrário, todas as ações orientam para manter a floresta em pé”, diz a nota.


Fonte: G1