Segundo a entidade, “em decorrência disso,
houve uma enorme dificuldade em encontrar alternativas para armazenar o cereal,
visto que a maior parte deveria ser entregue no mês de ago/15 e a colheita
iniciou-se no final de mai/15, o que levou grande parte dos produtores a deixar
parte de suas produções “armazenadas” a céu aberto”.
Neste
ano, conforme o Imea, “o contrato para ago/set de 2016 está novamente com maior
liquidez. Nesse sentido, o produtor pode enfrentar mais uma vez dificuldades na
hora de armazenar sua produção nesse intervalo, ainda mais porque a maior parte
da safra 15/16 estará previamente comprometida no período da colheita até a
liquidação física dos contratos”.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias/Weverton
Correa (foto:Só Notícias/arquivo)
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