A MELHOR INFORMAÇÃO

sexta-feira, 9 de março de 2012

Supremo considera inconstitucional a criação do Instituto Chico Mendes.

Medida provisória foi aprovada no Congresso sem passar pela análise de uma comissão mista de deputados e senadores.O Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional a criação do Instituto Chico Mendes, cinco anos atrás, e deu um prazo para que o Congresso aprove uma nova lei.
O Instituto Chico Mendes foi criado por medida provisória, em 2007, a partir da divisão do Ibama, que ficou responsável pelo licenciamento ambiental e pela fiscalização do desmatamento. O Instituto Chico Mendes passou a cuidar das reservas ambientais, parques nacionais e centros de conservação da fauna e flora.

O Chico Mendes tem 2 mil funcionários. Parte deles veio do Ibama e foi justamente uma associação de servidores que entrou com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federalcontra a medida.

Por sete votos a dois, o Supremo considerou que a criação do Instituto Chico Mendes foi inconstitucional porque a medida provisória foi aprovada no Congresso sem passar pela análise de uma comissão mista de deputados e senadores. Por enquanto, o instituto continuará funcionando, mas o Congresso terá que aprovar uma nova lei confirmando a criação do Chico Mendes, em um prazo máximo de dois anos. Caso contrário, ele poderá ser extinto.

O ministro Luiz Fux, relator do caso, destacou a importância da atuação da comissão: “É difícil imaginar a soberania do Congresso Nacional quando o parecer é oriundo de uma voz unívoca do próprio relator, tendo em vista que a comissão não se instalou. Percebe-se assim, que o parecer da comissão mista, ao invés de formalidade desimportante, representa uma garantia de que o Legislativo seja, efetivamente, o fiscal do exercício atípico da função legiferante pelo Executivo”.

FONTE:G1


HOMENAGEM DO DR. MARIO MATEI A TODAS A MULHERES DE NOVO PROGRESSO


HOMENAGEM  DO DR MARIO NO DIA INTERNAÇIONAL DA MULHER

MULHERES FRACAS, FORTES, NÃO IMPORTA.

MULHER MOSTRA QUE MESMO ATRAVES DA FRAGILIDADE,

SÃO FORTES  O BASTANTE PARA ERGUEREM SEMPRE A CABEÇA SEM DESISTIR, POIS SABEM QUE SÃO CAPAZES DE VENCER. TEM ADELICADESA DAS FLORES

A FORÇA DE SER MÃE,

O CARINHO DE SER ESPOSA,

A RECIPROCIDADE DE SER AMIGA,

A PAIXÃO DE SER AMANTE ,

E O AMOR POR SER MULHER

MULHERES GUERREIRAS, VENCEDORAS

SÃO SEMPRE O TEMA DE UM POEMA

DISTRIBUEM PAIXÃO, MEIGUICE,FORÇA, CARINHO E  AMOR.

SÃO UM POUCO DE TUDO.

CALMAS, AGITADAS, LENTAS

VAIDOSAS, CHARMOSAS, TURBULENTA.

MULHERES FORTES E LUTADORAS.

MULHERES CONQUISTADORAS.

QUE AMA  E QUEREM SER AMADAS.

ELEGANTE E REPLETA DE INTELIGENÇIA.

COM PACIENÇIA,

O MUNDO SOUBERAM CONQUISTAR.

MULHERES DURAS, FRACAS .

MULHERES DE TODAS AS RAÇAS.

MULHERES GUERREIRAS.

MULHERES SEM FRONTEIRAS.


EXISTEM MULHERES QUE LUTAM UM DIA E SÃO BOAS.

EXISTEM MULHERES QUE LUTAM UMA SEMANA E SÃO MELHORES

EXISTEM MULHERES QUE LUTAM UM MÊS E SÃO MUITO BOAS

EXISTEM MULHERES QUE LUTAM UM ANO E SÃO OTIMAS.

EXISTEM POREM, AQUELAS MULHERES QUE LUTAM UMA  VIDA TODA

ESSAS SÃO AS IMPRESSINDIVEIS.

UMA MESNSAGEM DE CARINHO E VOTOS DE FELICIDADE A TODAS AS MULHERES

ASS. DR. MARIO MATEI


JÁ ESTA PRESO UM DOS DETENTOS FORAGIDO DA DELEGAÇIA DE NOVO PROGRESSO
Nesta terça feira o delegado Artur de Castelo de Sonhos fizeram a prisão  de Paulino Nunes Amaral Junior, que já havia sido preso no distrito de castelo de sonhos  por homicídio ele estava ele tinha sido transferido para a delegacia de policia civil de Novo Progresso

Neste ultimo domingo ele tinha fugido pela porta da frente da delegacia na hora da entrega do almoço

O delegado Caio  responsável pela carceragem nos informou que a fuga conhecida como vaca loca aconteceu quando ele estava sozinho eles serraram a  primeira porta e quando o delegado abriu a segunda que da acesso a rua eles fizeram a fuga  mais já se encontra preso um dos elementos foragidos 

Quem efetuou a prisão do foragido foi o delegado Artur investigador Araujo policial militar Darlei

Ele foi apresentado para o delegado caio na noite de quarta feira.

Já se encontra a disposição da justiça e deve responder por mais um crime.

Fonte diadiaprogresso.com   
Por:Edson Santos




quarta-feira, 7 de março de 2012

Com PIB baixo, BC corta juros para 9,75%, e taxa volta a um dígito.


Decisão do BC não muda juros do cheque e do cartão, dizem economistas

Brasil continua com a maior taxa real de juros do mundo
Economia brasileira cresce 2,7% em 2011, diz IBGE
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu nesta quarta-feira (7) cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,75 ponto percentual, indo de 10,5% para 9,75% ao ano. Os juros voltaram a um dígito pela primeira vez depois de quase dois anos. A última vez em que a taxa ficou na casa dos 9% foi em abril de 2010, quando foi fixada em 9,5%. De lá para ca, só havia ficado acima de 10%, chegando ao pico de 12,5% em julho do ano passado.
Este foi o quinto corte seguido na taxa. A série de reduções começou em agosto do ano passado, quando os juros caíram de 12,5% para 12%. A decisão do Copom  foi por cinco votos a dois. Esses dois queriam reduzir a taxa em 0,5 ponto percentual.
Foi divulgado na terça-feira (6), que a economia brasileira (PIB - Produto Interno Bruto) cresceu 2,7% em 2011, menos do que os 3% a 3,5% esperados pelo governo. Isso tende a pressionar a queda dos juros. Com juros mais altos, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais caro. Essa situação deixa a economia com menos força. Reduzir os juros, ao contrário, estimula a produção e o consumo, melhorando o PIB.

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.
Esta é a menor taxa do governo Dilma. O menor valor até então era o de janeiro deste ano, com 11,25%. Esta foi a segunda reunião do Copom no ano. A próxima mudança de juros será em 18 de abril.
Antes do início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75%. No primeiro mês dela (janeiro de 2011), subiu para 11,25%.
A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo. Quando sobe, reduz a atividade econômica porque os empréstimos e as prestações ficam mais caros.
Entenda a relação entre juros e a situação da economia
Os juros são empregados, entre outras razões, para tentar controlar a inflação ou para estimular o crescimento da economia. Quando o Banco Central considera que há risco de inflação, ele eleva os juros. Assim, as prestações e os empréstimos ficam mais caros e as pessoas consomem menos. Isso ajuda a reduzir a inflação.
Quando a economia fica mais fraca e as pessoas gastam menos, o BC faz o contrário, reduzindo os juros e o custo dos empréstimos, para estimular as compras.
A alta de preços ocorre quando há muita procura por produtos e menos quantidade para atender a essa necessidade.

A inflação oficial é medida pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O centro da meta do BC para a inflação neste ano é de 4,5%.
A meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%.
Em 2011, a inflação quase estourou o limite máximo da meta do governo, acumulando alta de 6,5% --o maior resultado desde 2004.
Em meados do ano passado, o governo adotou medidas para desestimular o consumo: aumentou o valor do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito; elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre gastos no cartão de crédito fora do país e sobre captações de recursos no exterior; tornou obrigatório uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.
Desde agosto passado o Copom vem reduzindo a Selic, para tentar não deixar a economia esfriar em meio à crise global.
A argumentação básica tem sido de que o cenário internacional, sobretudo por conta das turbulências na Europa, é desinflacionário para o Brasil. Isso porque, com as grandes economias na região ainda patinando, a demanda mundial acaba perdendo força, com consequências para o Brasil.
Juros altos são bons para algumas aplicações
Os juros no Brasil ainda são considerados muito altos. Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações financeiras. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros que procuram o país.

Quando alguém investe em fundos ou títulos públicos, por exemplo, recebe um rendimento mensal maior se os juros estiverem mais altos.
Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais receosas de tomar empréstimos para investir em expansão.
Por isso os empresários reclamam dos juros altos. Nesse cenário, também se torna mais difícil a criação de empregos.
O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.
O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

Do UOL, em São Paulo
(Com informações da Reuters)

Professores recebem novo salário em março

Anúncio foi realizado pela SEDUC      
Pará - Os professores da rede estadual de ensino devem receber o novo piso salarial conforme reajuste nacional de R$ 1.451 no final de março. O anúncio foi feito pela Secretaria de Educação do Pará (SEDUC) depois de uma reunião ontem (6) em Belém entre o governo e representantes da categoria.
A integralização do piso foi garantida. A medida vale um acréscimo de R$ 14,5 milhões por mês na folha de pagamento do estado.
Com a nova base, o professor em início de carreira no Pará começa ganhando o equivalente a R$3.555 e o salário médio da maioria dos 27 mil educadores passa a ser de R$ 4 mil.
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No encontro o governo definiu o pagamento retroativo dos meses de janeiro e fevereiro a partir da implantação do novo valor pelo governo federal a ser realizado em três parcelas com início em setembro. Na ocasião, o governo do estado informou ainda que entre março a setembro os 2.907 técnicos em educação aprovados em concurso devem ser nomeados.

O novo piso salarial deve beneficiar cerca de 7 mil professores da rede estadual.

Fonte: notapajos.com

terça-feira, 6 de março de 2012

RETIRO DOS JOVENS DA RENOVAÇÃO CARISMATICA CATOLICA NA COMUNIDADE BANDEIRANTE.

Fonte: Jornal Folha do Progresso/Por Nildo Figueira

Em jantar com empresários, Chalita centraliza críticas em Serra.

Raphael Di Cunto, em São Paulo
Mastangelo Reino/Folhapress
Gabriel Chalita (PMDB-SP), pré-candidato do partido à Prefeitura de São Paulo
O deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo Gabriel Chalita (PMDB) deu o tom de sua campanha nesta segunda-feira ao mirar as críticas no ex-governador José Serra (PSDB) em jantar com empresários na sede do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo. Pré-candidato do PSDB, Serra é o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, com apoio de 30% da população.
Chalita, um ex-tucano, alcança suas melhores intenções de voto nos setores mais ricos e mais escolarizados da cidade, mesma faixa de eleitorado de Serra. Sem citar nominalmente o ex-governador, o deputado disse que não comemoraria se fosse Serra o candidato tucano. "A pesquisa diz que mais de 60% da população não confia nele. Eles dizem que ele está mentindo, que não vai cumprir com o que prometeu", afirmou.
Segundo pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada sábado, 66% da população acredita que Serra irá, se eleito, abandonar o cargo para concorrer à Presidência em 2014. Em 2004, ele foi eleito para prefeito com a promessa de que não sairia no meio do mandato, mas renunciou um ano e três meses depois da posse para concorrer ao governo estadual.
Durante o jantar, o deputado foi questionado por um empresário se tomaria a mesma atitude de Serra, que congelou a quitação dos restos a pagar quando assumiu a prefeitura em 2005 e "quebrou empresas de mais de 40 anos" do ramo de limpeza. "Jamais faria isso. É uma política mesquinha, arrogante, de usar o poder pensando que os empresários não irão confrontar o prefeito", disse.
Gel no cabelo, sem blazer e gravata, o deputado falou por 40 minutos para cerca de 30 empresários, se vendeu como candidato com boas relações no governo federal e estadual e defendeu ações em parceria com a iniciativa privada. "Sou favorável a PPP [Parceria Pública Privada], a OS [Organização Social]. Tem lugares que elas não funcionam, mas isso é combatido com uma fiscalização mais austera", pontuou.
Chalita disse depois, à imprensa, que sua campanha não fará ataques pessoais e que as críticas foram uma resposta à curiosidade da população em saber o que ele pensa da candidatura do tucano. Critica, porém, as promessas que o tucano fez "e não cumpriu" e a "forma de ele fazer política". "O Serra representa o que está ai, a atual administração. Se as pessoas querem novidade, eu sou uma novidade, mas com conteúdo".
O deputado afirmou acreditar que a campanha não será polarizada entre o tucano e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, pré-candidato do PT, principalmente quando começarem os debates e propaganda gratuita na televisão. "O Serra quer polarizar porque ele tem medo de mim. Como ele tem muita rejeição, quer jogar com quem também tem rejeição alta em São Paulo, que é o PT, e não contra quem não tem rejeição", avaliou o pemedebista.

Fonte: Folha.uol.com

sexta-feira, 2 de março de 2012

MATERIAS DA HORA.

TCE divulga lista de inelegíveis do Pará

Estão proibidos de se eleger por oito anos os políticos condenados pela Justiça em decisões colegiadas
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Santarém - Quase dois anos depois de entrar em vigor, em fevereiro de 2012 a Lei da Ficha Limpa foi declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e deve valer a partir das eleições de outubro.
O Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE) divulgou esta semana uma relação com o nome dos políticos inelegíveis.
Veja abaixo alguns dos inelegíveis:
- Geraldo Irineu Pastana de Oliveira (Prefeitura Municipal de Belterra)
- Oti Silva Santos (Prefeitura Municipal de Belterra)
- José Paulo Genuíno (Prefeitura Municipal de Rurópolis)
- Benigno Olazar Regis (Prefeitura Municipal de Itaituba)
- Edilson Dias Botelho (Prefeitura Municipal de Itaituba)
- Juscelino Alves Rodrigues (Prefeitura Municipal de Novo Progresso)
- Tony Fabio Goncalves Rodrigues (Prefeitura Municipal de Novo Progresso)
- Carlos Augusto Veiga (Prefeitura Municipal de Jacareacanga)
- Eduardo Azevedo (Prefeitura Municipal de Jacareacanga)
- Clóvis Manoel De Melo Begot (Prefeitura Municipal de Ananindeua)
Ex-prefeito de município no Pará é condenado
Com a decisão do STF, ficam proibidos de se eleger por oito anos os políticos condenados pela Justiça em decisões colegiadas, cassados pela Justiça Eleitoral ou que renunciaram a cargo eletivo para evitar processo de cassação.
O Supremo definiu ainda que a ficha limpa se aplica a fatos que ocorreram antes de a lei entrar em vigor e não viola princípios da Constituição, como o que considera qualquer pessoa inocente até que seja condenada de forma definitiva.

notapajos.com


SUS no Pará tem a pior avaliação do Brasil

SUS no Pará tem a pior avaliação do Brasil (Foto: Reprodução/Diário do Pará)
(Foto: Reprodução/Diário do Pará)
Na visão do povo do Pará, o Sistema Único de Saúde (SUS) presta os piores serviços do país em atendimento à população. O Índice de Desempenho do SUS (Idsus), ferramenta que avalia o acesso e a qualidade dos serviços de saúde no país, criado pelo Ministério da Saúde, registrou no Pará, entre 2008 e 2010, o pior índice de avaliação entre os estados brasileiros. Belém é a segunda capital brasileira com os piores serviços, segundo o levantamento.
O índice avalia com pontuação de 0 a 10 a municípios, regiões, estados e ao país com base em informações de acesso, que mostram como está a oferta de ações e serviços de saúde, e de efetividade, que medem o desempenho do sistema, ou seja, o grau com que os serviços e ações de saúde estão atingindo os resultados esperados.
Segundo o índice, o Brasil possui Idsus equivalente a 5,47. A avaliação do sistema no Pará é a pior no Brasil, com pontuação de 4,17. Santa Catarina (6,29), Paraná (6,23) e Rio Grande do Sul (5,90) receberam as maiores notas. A região Sul teve pontuação de 6,12, seguida do Sudeste (5,56), Nordeste (5,28), Centro-Oeste (5,26) e Norte (4,67).
GRUPOS
O Idsus é formado por seis grupos homogêneos e leva em consideração a análise concomitante de três índices: de Desenvolvimento Socioeconômico (IDSE), de Condições de Saúde (ICS) e de Estrutura do Sistema de Saúde do Município (IESSM). Entre os municípios, os grupos 1 e 2 são formados por cidades que apresentam melhor infraestrutura e condições de atendimento à população; os grupos 3 e 4 têm pouca estrutura de média e alta complexidade, enquanto que os grupos 5 e 6 não têm estrutura para atendimentos especializados.
Entre as capitais, Vitória (ES) lidera o grupo 1. Belém recebeu a segunda pior nota do país, 4,57, ficando atrás apenas da cidade do Rio de Janeiro, classificada como a pior no grupo 1 e a pior entre as capitais, com nota 4,33.
O índice é o resultado do cruzamento de 24 indicadores que avaliam se a população está conseguindo ser atendida em uma unidade pública de saúde, além da qualidade do serviço.
Toda a estrutura – hospitais, laboratórios e clínicas – passou pela avaliação. Foram analisados 24 indicadores, como a quantidade de exame preventivo de câncer de mama em mulheres de 50 a 69 anos, cura de casos de tuberculose e hanseníase, o número de mortes de crianças em UTI e o de transplantes de órgãos.
O novo índice não mede, no entanto, filas de espera nem distâncias percorridas até se chegar ao atendimento. O Idsus avalia o quanto a rede pública disponível em determinado município cumpre o que deveria.
Como a ideia original do SUS é que ele deveria atender à toda a população brasileira, o índice engloba essa população total nos seus cálculos, desconsiderando que parte da população é atendida exclusivamente por planos de saúde. Esse detalhe pode ter impacto, segundo o ministério, nas notas das capitais, que reúnem a maior população coberta pela saúde suplementar. O Idsus será divulgado a cada três anos.
(Diário do Pará)


Religioso pagou R$ 2 para abusar sexualmente de menina

Suspeito foi preso em flagrante.

Religioso pagou R$ 2 para abusar sexualmente de menina
Acusado de 79 anos Brasil - Um caso de pedofilia praticado por um religioso de 79 anos chocou os moradores da Vila Santa Tereza, em Belford Roxo. O presbítero da Assembleia de Deus Franezio Eleotério de Oliveira pagou R$ 2 para atrair a vítima, de apenas 6 anos. Ele pediu à garota para erguer a blusa. O suspeito foi preso em flagrante pela Delegacia Especial de Atendimento Mulher (Deam) de Belford Roxo, por estupro de vulnerável.
O episódio ocorreu nesta segunda-feira à tarde, quando a garota foi à casa de Franezio para pagar uma dívida de R$ 10 a pedido da mãe, que havia pedido dinheiro emprestado a ele. Quando chegou lá, encontrou o religioso deitado na cama. Na volta para casa, a mãe perguntou como ela havia conseguido os R$ 2. A garota disse que foi um presente do irmão Franezio, como o religioso é conhecido na área.
Namorada de jovem agredido é abusada sexualmente
A mãe desconfiou e foi com a menina, em direção à casa de Franezio. No caminho, a criança começou a chorar e contou a história para a mãe.
Cheguei a pegar uma faca em casa. Quase fiz uma besteira, mas consegui colocar a cabeça no lugar e liguei para a polícia — contou a dona de casa.
A criança foi submetida a um exame pericial, que confirmou as marcas no corpo da menina. Nesta terça-feira à tarde, a menina ainda se queixava de dores no local, que estava roxo.
Não houve conjunção carnal, mas houve um ato libidinoso. O pior disso tudo é que o suspeito é um líder religioso, que contava com a confiança das pessoas — disse a delegada Soraia Vaz de Sant‘ Ana, da Deam.
Na carceragem, o religioso confessou ter cometido o crime. Mas admitiu que o caso ficaria impune caso a mãe dela não denunciasse o abuso.
Se a mãe não denunciasse, eu ficaria impune e agiria como se nada tivesse acontecido. Ela é uma criança e sei que o que fiz foi errado. Mas confio em Deus para que eu nunca mais faça isso. O que vai acontecer comigo? Aí, só Deus sabe.
Religioso distribuía doces e frutas às crianças
Na Vila Santa Tereza, os moradores ainda custam a acreditar que o irmão Franezio tenha praticado um crime tão grave. Um dos moradores mais antigos da rua, o religioso mora na mesma casa, ao lado da Assembleia de Deus da Vila Santa Tereza, há mais de 30 anos. Costumava distribuir doces e balas para as crianças. E abria o portão de casa para que as crianças apanhassem frutas no seu quintal.
Ele era uma pessoa prestativa, que nunca tinha feito mal a ninguém. Fiquei chocada — surpreende-se a doméstica Maria do Carmo Valentim Souza, de 50 anos.
“Só não contei nada porque fiquei com medo”
Mas há um relato que destoou da maioria dos moradores, contado pela estudante Viviane Vasconcelos Santos, de 18 anos. Assim como a menina de 6 anos, ela disse ter sido vítima de um abuso, ocorrido há três anos, quando foi à casa do religioso com outra amiga, que tinha 8 anos na época.
Ele alisou as minhas pernas. Aí, dei dois tapas na cara dele e saí de lá. Só não contei nada na época porque fiquei com medo que o meu pai fizesse uma besteira — conta.

Fonte: Extra

MP comprova irregularidade em Diário Oficial

O 3º promotor de justiça de Direitos Constitucionais Fundamentais, Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa, Nelson Pereira Medrado comprovou que o Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) não dá ampla publicade de seus atos porque não circula externamente o DO desde 2000. "Com exceção de 1 exemplar que é enviado ao TCE os demais só circulam internamente no órgão", diz o promotor que comprovou o fato agora através dos depoimentos de dois servidores convocados pelo MP para dar explicações sobre o fato".
Os depoimentos foram do chefe da sessão de Diário Oficial da Alepa, Maria Dulce Souza Lima e do subsecretário legislativo Jarbas Pinto de Souza Porto, que prestaram informações ao Ministério Público do Estado (MPE) nesta quinta (2), face ao Procedimento Administrativo Preliminar instaurado pelo MP diante da denúncia que o DO não cumpria a sua função.
Dulce Lima confirmou em seu depoimento que “por questões discricionárias das várias administrações da Alepa, o Diário passou a circular apenas entre os 41 deputados e um exemplar que é encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE)”.
Desde 2003, a tiragem do Diário Oficial Legislativo é de 150 exemplares. Lima contou ao promotor que a tiragem inicial era de 450 exemplares. Além destes destinatários, o restante das cópias é entregue em setores internos e um exemplar é destinado à biblioteca da Alepa.
Jarbas Souza Porto confirmou as declarações de Dulce Lima. Esclareceu entretanto, que compete ao seu cargo somente selecionar quais matérias vão para o Diário Oficial Legislativo, que é confecionado pela Imprensa Oficial do Estado. Itens como portarias de nomeação, férias e atas de sessões são direcionadas para este Diário.
Porto explicou que após a triagem dos assuntos, a sessão de diagramação faz a montagem gráfica e a sessão chefiada por Dulce Lima é a responsável por encaminhar para publicação, receber e distribuir os cadernos.
Medrado relatou que o decreto legislativo 20/85, feito na administração do deputado Hermínio Calvinho, obriga a publicação e circulação de todos os atos administrativos da Alepa. Pelo decreto, os Diários deveriam ser encaminhados para prefeituras e câmaras municipais, para os demais órgãos de administração pública e também para a biblioteca do estado, localizada no Centro Cultural Tancredo Neves (Centur).
Segundo Nelson Medrado, a Alepa já está tomando providências para regularizar a circulação do Diário Oficial Legislativo. Ainda de acordo com o promotor, se a situação não for normalizada, o Ministério Público poderá entrar com uma recomendação ou firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Assembleia. Caso a instituição não acate as determinações do MP o promotor promete responsablizar todas as gestões da Alepa desde o ano 2000 até 2011. (As informações são do MPE)
Diario do Pará

Confira entrevista de Gabriel Chalita ao Blog do Josias.

Candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo, o deputado federal Gabriel Chalita já ajustou seu discurso à nova realidade produzida pela entrada de José Serra na disputa. “Nacionalizar a campanha é um desrespeito com São Paulo”, declara.
Ex-tucano, Chalita ataca Serra grudando-o ao seu principal aliado: “Ele nem pode falar muito de prefeitura, porque tem do seu lado o Gilberto Kassab, que ele deixou lá e que, hoje, está com uma das piores avaliações da história.”
Realça o drama do antagonista do PT: “Nesse primeiro momento, fica muito complicada a posição do PT e do Fernando Haddad. O Kassab acabou de ser homenageado no encontro que celebrou o aniversário do PT. Foi tratado como uma estrela. Então, fica muito incoerente criticar agora.”
Em entrevista ao blog, o candidato do vice-presidente Michel Temer disse que não vai entrar no jogo que converte a disputa de São Paulo numa espécie de “terceiro turno da eleição presidencial de 2010”. Planeja centrar sua campanha nos problemas da cidade e na exposição de soluções.
“Não temos compromisso com discursos ideológicos de PT ou PSDB no poder. Nosso foco, nosso compromisso é com a cidade de São Paulo, não com ideologias. As pessoas querem resolver o buraco na rua, a iluminação, a segurança, o transporte, a saúde. Nossa linha é essa.”
Abaixo, a entrevista:
A entrada de Serra no jogo levou-o a alterar a estratégia de campanha? Não muda muito. A gente já trabalhava com essa perspectiva de o Serra ser candidato. A confirmação apenas fortalece o foco da nossa campanha, que é a cidade de São Paulo. Não nos interessa que haja no município um terceiro turno da eleição presidencial de 2010.
Não lhe parece que a campanha ganhou ares nacionais? O Serra já falou de dois brasis, das duas visões que ele acha que estão em jogo na cidade de São Paulo. Ele parece incomodado com o cargo que se propõe a disputar. Por mais que tente dizer que está adormecido o projeto de ser presidente, ele só pensa nisso. O diferencial da nossa campanha será tratar de São Paulo.
Não acredita que Serra tenha abdicado de 2014? Ele diz que o sonho adormeceu. Até quando? Aí vem o Fernando Henrique e declara que, se o Serra ganhar, não significa que ele está excluído de 2014. É muito difícil saber o que se passa na cabeça dele. É como um tiro no escuro. Ninguém sabe o que aconteceria se ele fosse eleito. Poderia cumprir o que disse. Ou não. Nosso foco é a cidade, seus problemas e as soluções. Ao Serra, sim, interessa nacionalizar o discurso. Ele nem pode falar muito de prefeitura, porque tem do seu lado o Kassab, que ele deixou lá e que, hoje, está com uma das piores avaliações da história. A gestão Kassab chega a 2012 com cerca de R$ 5 bilhões para investir. Não acha que a avaliação pode melhorar? Mesmo que ele invista agora muito dinheiro em recapeamento de ruas e em propaganda, não reverte mais esse quadro desfavorável. Por isso, acho que o Serra vai fazer uma discussão mais nacional. Vai dizer que o PT não pode ter o poder na cidade de São Paulo.
Acha que Fernando Haddad e o PT seguirão a mesma linha? O discurso do Serra talvez obrigue o PT a entrar numa discussão nacional também. Eu não vou entrar nesse discurso do PSDB e do PT, nacional e ideológico. Nós não temos compromisso com discursos ideológicos de PT ou PSDB no poder. Nosso foco, nosso compromisso é com a cidade de São Paulo, não com ideologias. As pessoas querem resolver o buraco na rua, a iluminação, a segurança, o transporte, a saúde. Nossa linha é essa. Nacionalizar a campanha é um desrespeito com São Paulo.
Como assim? Quando alguém se coloca na disputa como o Serra, passando a impressão de que poderia disputar a Presidência da República, mas está fazendo o favor de concorrer à prefeitura, é desrespeitoso. A cidade não quer favor. As pessoas têm problemas e desejam que esses problemas sejam resolvidos. O Kassab incorreu no mesmo erro. Quando começou, não ia mal. O Programa Cidade Limpa foi uma boa iniciativa. Nessa época, o foco dele era a cidade. Deixou de ser. E a administração desandou.
Refere-se ao esforço do prefeito de criar um novo partido? Exatamente. Ele abandonou a cidade para criar o PSD. Começou a pensar noutras coisas, a viajar pelo país. Passou a se preocupar com a sucessão do Geraldo Alckmin. Perdeu o foco e as coisas pararam de acontecer na administração municipal.
Vai imprimir esse timbre oposicionista à sua campanha? Nossa linha será de oposição porque é evidente que a cidade está mal administrada. Pelo dinheiro que tem, faz muito pouco. O Orçamento de São Paulo é de cerca de R$ 38,5 bilhões. É o terceiro orçamento da República. Dá para fazer muito mais.
Acha que o flerte que Kassab manteve com Lula e o PT impede que Fernando Haddad utilize o mesmo discurso oposicionista? Nesse primeiro momento, fica muito complicada a posiçao do PT e do Haddad. O Kassab acabou de ser homenageado no encontro que celebrou o aniversário do PT. Foi tratado como uma estrela. Então, fica muito incoerente criticar agora. Mas creio que, no decorrer da campanha, eles tentarão ajustar o discurso.
Em Brasília, PMDB e PT são aliados. Vai evitar alfinetadas em Haddad durante a campanha? Não vou disputar a prefeitura com a preocupação de alfinetar. Minha campanha será centrada nos problemas da cidade. Me dou muito bem com o Haddad. Posso debater o que o Serra fez como prefeito, as diferenças de visão em relação à Educação, área em que o Haddad atuou como ministro. Mas nada pessoal.
Há no PSDB dois tipos de pessoas: as que amam Serra e as que o odeiam. Como ex-tucano, em que grupo se insere? Não nutro por ele nem amor nem ódio. Tenho ressalvas à forma como ele faz política. É uma forma desrespeitosa.
Por quê? Veja o que está acontecendo agora. Se ele achava que seria candidato, por que deixou que fossem organizadas as prévias? As pessoas fizeram debates, foram aos bairros, se expuseram.
Mas ele não se inscreveu para as prévias? Entrou na última hora, tiveram que adiar a data. Me lembro da outra vez em que ele disputou a prefeitura. Eu estava muito próximo. O Alckmin fez inúmeras reuniões com ele para perguntar se seria candidato. E ele dizia: ‘Não sou candidato, não vou concorrer à prefeitura’. Na última hora, ele decidiu disputar. E todos os pré-candidatos tiveram de renunciar. É muito egocentrismo. Chega em eventos com duas, três horas de atraso. Deixa todo mundo esperando. O Serra teve comigo desrespeitos imensos. Mas não tenho raiva.
Pode citar um exemplo? Ele tinha um trato respeitoso comigo. Na eleição de 2006, apoiei o Alckmin para presidente. O Serra ficou irritado e começou a desqualificar tudo o que eu fiz como secretário de Educação. Destruiu programas que tiveram avaliações fantásticas. O programa de avaliação por mérito, que ele diz que criou, é uma iniciativa do Mario Covas que eu implementei e ampliei. E ele diz que defende o mérito e eu o afeto. Meu pecado foi apoiar o Alckmin.
A entrada de Serra na disputa deixou o PT preocupado. Não receia que, além do Lula, também a Dilma se engaje na campanha do Haddad? Acho que ela não vai fazer isso. Terá um comportamento de estadista. Ela disse isso ao Michel Temer que não vai entrar na campanha. Disse que, onde tiver mais de um candidato da base do governo, ela prefere não entrar para não contaminar o governo dela com disputas eleitortais.
Nesta sexta-feira, a presidente voou de Brasília para São Bernardo para conversar com Lula. Não acha sintomático? Ela veio fazer uma vista ao Lula. Não vejo nada de anormal. Há uma relação de profundo afeto e respeito entre eles. O Lula passa por um momento de vitória contra o câncer. Mas vive uma fase ainda difícil. Os efeitos colaterais da radioterapia foram muito fortes. Natural que a presidente queira estar próxima.
A entrada de Serra reduz o tamanho da coligação do PMDB? Não creio.
A possibilidade de fechar um acordo com o DEM esvaiu-se, não? Continuam as conversas. Temos muito respeito pelo DEM. E estamos conversando com outros partidos. Todo mundo está conversando com todo mundo. Mesmo que a gente não conseguisse outros partidos, só o PMDB com o PSC, que já está conosco, têm mais de cinco minutos e meio, quase seis minutos de televisão. Não é um tempo irrisório. Ao contrário. E eu acho que vamos conseguir mais partidos.
Já esquadrinhou os problemas da cidade de São Paulo? Nessa fase, estamos promovendo reuniões de bairro. Já fizemos 15. No total, faremos cerca de 90. Já estivemos, por exemplo, em São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Itaquera, Jaçanã, Jardins. O próximo bairro será Grajaú.
Onde essas reuniões são feitas? Em escolas e faculdades particulares, salões de festas, igrejas…
Quem participa? Os pré-candidatos a vereador do PMDB e do PSC participam. E convidamos pessoas da comunidade e de movimentos organizados.
Que movimentos? O Rotary, o Lions, grupos de escoteiros, padres, pastores evangélicos. No nosso menor encontro, havia cerca de 300 pessoas. No maior, em Itaquera, reunimos 1.500 pessoas.
Como funcionam esses encontros? Eu falo um pouquinho. Explico que não estamos em campanha ainda. Digo que estou ali como presdidente do PMDB de São Paulo, porque queremos construir, de baixo pra cima, uma proposta para a cidade. Peço aos pré-candidatos a vereador que não falem. O essencial é ouvir as pessoas. É só chegar no microfone, dizer o nome e expor as preocupações. Cada encontro dura pouco mais de duas horas.
As sugestões são sistematizadas? Tem um grupo de jovens que anota tudo o que as pessoas falam. E as reuniões são gravadas.
Quais são as principais queixas? Fala-se muito de saúde, da falta de médicos. Há muitas reclamações relacionadas ao transporte. Menciona-se muito a falta de creches, problema dramático na periferia. Esses encontros nos aproximam das pessoas em áreas nas quais sou pouco conhecido. E nos permitem ter um retrato dos problemas de cada região.
Como serão processadas as informações? O Delfim Netto está coordenando, há três meses, um grupo de trabalho. O Paulo Skaff integrou-se a esse grupo numa reunião que fizemos nesta sexta-feira. As demandas são reunidas e vamos elaborar um programa com propostas factíveis para cada área. Soluções modernas. O Delfim fez uma reunião com especialistas japoneses, para analisar soluções tecnológicas relacionadas ao trânsito. O Skaf sugeriu trazermos um grupo de israelenses que desenvolveu um sistema de monitoramento com câmeras de áreas centrais das cidades. Isso ajudaria no combate ao crime. São ideias que estamos levantando. Na terça-feira vou a Nova York, para um encontro com o ex-prefeito Rudolph Giuliani.
Pretende implantar em São Paulo algo semelhante ao ‘tolerância zero’ de Giuliani? Não chamaria de tolerância zero. Busco soluções para organizar São Paulo. Uma política de tolerância zero, se é só policialesca, não é boa. Tem que ter os dois lados. O próprio Giuliani diz que só dá certo quando você oferece alternativas às pessoas.
Já se enxerga no segundo turno? Sim. Tenho grandes possibilidades.
Não é excesso de otimismo? De jeito nenhum. Consigo entrar nos dois lados. Tem uma parte do eleitorado petista que tem vínculos fortes com a Igreja. E eu tenho uma relação forte com a Igreja, nessa área social. Isso acaba me ajudando. Do outro lado, minha relação com o eleitor tucano é boa. Saí do PSDB, mas tive uma votação fantástica em áreas tucanas. Na campanha para deputado, tive quase 600 mil votos. Analisando o mapa de votação, verifica-se que o eleitor tradicionalmente identificado com o PSDB não deixou de votar em mim.
Supondo-se que o sonho se ralize, quem será o seu antagonista no segundo round, Serra ou Haddad? É muito cedo para dizer. Se pegarmos a última eleição municipal, mesmo tendo começado muito bem, o Alckmin não foi ao segundo turno. Ele saiu de um patamar de 40%. O Serra larga com cerca de 20%. O Alckmin não tinha rejeição, o Serra tem. Agora, é preciso ver como o Kassab vai usar a máquina. Espero que haja um controle disso.
O Alckmin e a Dilma também dispõem de máquinas. Pois é. Tem que ver como será isso. A imprensa de São Paulo é muito ativa. As mídias sociais estão muito fortes. Espero que o fenômeno seja pelo menos dificultado. Graças a Deus não tenho máquinas. Isso me deixa livre para fazer uma campanha sem amarras.

02/03/2012 - Assessoria
Fonte: Blog do Josias

quinta-feira, 1 de março de 2012

Professor de Belém ganha acima do piso nacional.


O reajuste de 22,22% no piso salarial de professores, anunciado na última segunda-feira (27) pelo Ministério da Educação não será problema, segundo a Prefeitura de Belém (PA). A administração municipal da capital paraense afirma que já paga desde 2011 valores superiores ao piso de R$1.451,00 anunciado pelo Governo Federal. “Desde janeiro deste ano o piso do professor na rede municipal de ensino é de R$ 1.648,30, somadas as vantagens o salário para o docente, em início de carreira, é de R$3.645,07”, detalha o prefeito Duciomar Costa.
Com esse aumento Belém tem o maior salário de professor do Pará e um dos maiores da região Norte. Para garantir salário superior ao piso, a Prefeitura utiliza o dinheiro do  Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e ainda complementa com verbas próprias através do Fundo Municipal Para Educação (FME).
Além do salário em dia a Secretaria Municipal de Educação (Semec) também investe na qualificação do profissional em educação com formação continuada, onde os professores recebem palestras e cursos de atualização; e a hora pedagógica que possibilita estudos coletivos envolvendo professores e coordenadores pedagógicos da escola, a fim de articular ações educacionais para melhorar o processo ensino e aprendizagem.
O ambiente de trabalho também é valorizado. Em 2011 foram investidos mais de 18 milhões em reforma, cobertura de quadras, ampliações e construção de novas escolas, implantação de bibliotecas e salas de informática em toda a rede de ensino. Com esses investimentos somados à qualificação e salários em dias, a Semec garante um ensino de qualidade que vem melhorando, a cada ano, o Índice de Desenvolvimento da Educação básica (Ideb) de Belém que, desde 2007 vem superando as projeções do Ministério da Educação.
Em 2007 a projeção do MEC era de 3,1 e a rede municipal alcançou 3,4. Já em 2009,quando o MEC projetava 3,4, Belém chegou a 3,9 superando a projeção que o MEC faria para 2011, que foi de 3,8. Com esse índice (3,9) a rede municipal de ensino de Belém ainda aguarda o resultado do Ideb de 2011.

(Acom Semec)

STJ determina prisão de prefeito.


CASSADOS
Defesa garante que eles vão se apresentar na sede da PF de Altamira
Os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) cassaram na tarde de terça-feira, 28, a Liminar que libertou da prisão o prefeito do município de Vitória do Xingu, Liberalino Neto, e a primeira dama do município, Roseli Aparecida de Almeida Braga. O gestor é acusado pela Controladoria Geral da União e pelo MPF de chefiar uma quadrilha que desviou mais de R$ 17 milhões de verbas da União que foram destinados aos cofres do município.
Por conta das acusações, o prefeito de Vitória do Xingu ficou preso preventivamente em Altamira por mais de 60 dias. Ele foi libertado por força de liminar do próprio Superior Tribunal de Justiça, que concedeu habeas-corpus em seu favor, mas impediu seu retorno ao cargo de prefeito. Depois que o gestor foi preso, a juíza federal de Altamira, Lucyana Said Daibes Pereira, determinou o afastamento do gestor e de vários secretários municipais por um prazo de 90 dias.
À época, além de Liberalino, foram afastados Roseli Aparecida de Almeida Braga, primeira-dama e secretária de Saúde; Aldir Nazário de Carvalho, secretário de Obras; Helton Wagner Lisardo, secretário de Finanças; e Carlos Alberto Gama de Almeida, Benedito da Silva e Etieli Rodrigues Moraes, da Comissão de Licitações do município.

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A íntegra da Lei da Ficha Limpa.

“LEI COMPLEMENTAR Nº 135, DE 4 DE JUNHO DE 2010 Altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9o do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade.
“LEI COMPLEMENTAR Nº 135, DE 4 DE JUNHO DE 2010
Altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9o do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:
Art. 1o Esta Lei Complementar altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9o do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências.
Art. 2o A Lei Complementar no 64, de 1990, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 1o
c) o Governador e o Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal e o Prefeito e o Vice-Prefeito que perderem seus cargos eletivos por infringência a dispositivo da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término do mandato para o qual tenham sido eleitos;
d) os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes;
e) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes:
1. contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público;
2. contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência;
3. contra o meio ambiente e a saúde pública;
4. eleitorais, para os quais a lei comine pena privativa de liberdade;
5. de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública;
6. de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores;
7. de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo e hediondos;
8. de redução à condição análoga à de escravo;
9. contra a vida e a dignidade sexual; e
10. praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando;
f) os que forem declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de 8 (oito) anos;
g) os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes, contados a partir da data da decisão, aplicando-se o disposto no inciso II do art. 71 da Constituição Federal, a todos os ordenadores de despesa, sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição;
h) os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes;
j) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma, pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição;
k) o Presidente da República, o Governador de Estado e do Distrito Federal, o Prefeito, os membros do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas, da Câmara Legislativa, das Câmaras Municipais, que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura;
l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena;
m) os que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de 8 (oito) anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário;
n) os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar caracterização de inelegibilidade, pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão que reconhecer a fraude;
o) os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de 8 (oito) anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário;
p) a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão, observando-se o procedimento previsto no art. 22;
q) os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de 8 (oito) anos;
§ 4o A inelegibilidade prevista na alínea e do inciso I deste artigo não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo, nem aos crimes de ação penal privada.
§ 5o A renúncia para atender à desincompatibilização com vistas a candidatura a cargo eletivo ou para assunção de mandato não gerará a inelegibilidade prevista na alínea k, a menos que a Justiça Eleitoral reconheça fraude ao disposto nesta Lei Complementar.” (NR)
“Art. 15. Transitada em julgado ou publicada a decisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato, ser-lhe-á negado registro, ou cancelado, se já tiver sido feito, ou declarado nulo o diploma, se já expedido.
Parágrafo único. A decisão a que se refere o caput, independentemente da apresentação de recurso, deverá ser comunicada, de imediato, ao Ministério Público Eleitoral e ao órgão da Justiça Eleitoral competente para o registro de candidatura e expedição de diploma do réu.” (NR)

“Art. 22.
XIV – julgada procedente a representação, ainda que após a proclamação dos eleitos, o Tribunal declarará a inelegibilidade do representado e de quantos hajam contribuído para a prática do ato, cominando-lhes sanção de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos 8 (oito) anos subsequentes à eleição em que se verificou, além da cassação do registro ou diploma do candidato diretamente beneficiado pela interferência do poder econômico ou pelo desvio ou abuso do poder de autoridade ou dos meios de comunicação, determinando a remessa dos autos ao Ministério Público Eleitoral, para instauração de processo disciplinar, se for o caso, e de ação penal, ordenando quaisquer outras providências que a espécie comportar;
XV – (revogado);
XVI – para a configuração do ato abusivo, não será considerada a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição, mas apenas a gravidade das circunstâncias que o caracterizam.
“Art. 26-A. Afastada pelo órgão competente a inelegibilidade prevista nesta Lei Complementar, aplicar-se-á, quanto ao registro de candidatura, o disposto na lei que estabelece normas para as eleições.”
“Art. 26-B. O Ministério Público e a Justiça Eleitoral darão prioridade, sobre quaisquer outros, aos processos de desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade até que sejam julgados, ressalvados os de habeas corpus e mandado de segurança.
§ 1o É defeso às autoridades mencionadas neste artigo deixar de cumprir qualquer prazo previsto nesta Lei Complementar sob alegação de acúmulo de serviço no exercício das funções regulares.
§ 2o Além das polícias judiciárias, os órgãos da receita federal, estadual e municipal, os tribunais e órgãos de contas, o Banco Central do Brasil e o Conselho de Controle de Atividade Financeira auxiliarão a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral na apuração dos delitos eleitorais, com prioridade sobre as suas atribuições regulares.

§ 3o O Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e as Corregedorias Eleitorais manterão acompanhamento dos relatórios mensais de atividades fornecidos pelas unidades da Justiça Eleitoral a fim de verificar eventuais descumprimentos injustificados de prazos, promovendo, quando for o caso, a devida responsabilização.”
“Art. 26-C. O órgão colegiado do tribunal ao qual couber a apreciação do recurso contra as decisões colegiadas a que se referem as alíneas d, e, h, j, l e n do inciso I do art. 1o poderá, em caráter cautelar, suspender a inelegibilidade sempre que existir plausibilidade da pretensão recursal e desde que a providência tenha sido expressamente requerida, sob pena de preclusão, por ocasião da interposição do recurso.
§ 1o Conferido efeito suspensivo, o julgamento do recurso terá prioridade sobre todos os demais, à exceção dos de mandado de segurança e de habeas corpus.
§ 2o Mantida a condenação de que derivou a inelegibilidade ou revogada a suspensão liminar mencionada no caput, serão desconstituídos o registro ou o diploma eventualmente concedidos ao recorrente.
§ 3o A prática de atos manifestamente protelatórios por parte da defesa, ao longo da tramitação do recurso, acarretará a revogação do efeito suspensivo.”
Art. 3o Os recursos interpostos antes da vigência desta Lei Complementar poderão ser aditados para o fim a que se refere o caput do art. 26-C da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, introduzido por esta Lei Complementar.
Art. 4o Revoga-se o inciso XV do art. 22 da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990.
Art. 5o Esta Lei Complementar entra em vigor na data da sua publicação.
Brasília, 4 de junho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
Luis Inácio Lucena Adams
Este texto não substitui o publicado no DOU de 7.6.2010″
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Atualizada em: 08/08/2011 

Candidatas à Miss Pará fazem a prova do biquíni.VEJA AS FOTOS.

As candidatas ao concurso Miss Pará 2012 fizeram a prova do biquíni que usarão durante o desfile, que será realizado no dia 15 de março, na Assembléia Paraense. Em meio à natureza, o Parque dos Igarapés foi o cenário escolhido para esta etapa




Créditos: Alex Ribeiro



Candidatas iniciam preparação para o Miss Pará

Faltando pouco mais de um mês para o concurso, as candidatas iniciaram os preparativos estéticos para ficarem ainda mais belas no Miss Pará 2012, que será realizado no dia 15 de março, em Belém.

Roberto Bolaños, o Chaves, recebe homenagem.

Atores da série e a cantora Thalia participaram do 'América Celebra Chespirito', que comemora os 40 anos de carreira de ator.

Elenco do seriadoMundo - Roberto Bolaños, o Chaves, ganhou homenagem por seus 40 anos de carreira, nesta quarta-feira, 29, no México. Um show na Cidade do México, "América Celebra Chespirito", reuniu atores da antiga série de TV e a cantora Thalia. Bolaños está com 83 anos.

Até o início do evento, os atores María Antonieta de la Nieves e Carlos Villagrán, a Chiquinha e o Kiko, ainda não tinham aparecido por lá. A atriz trava uma briga judicial com Bolaños por conta de direitos autorais, e o ator namorava "Dona Florinda" (a atriz Florinda Meza) antes de Bolaños se casar com ela.














Roberto Bolaños, os Chaves, e Thalia (Foto: Twitter / Reprodução)

















Edgar Vivar, o Seu Barriga, e Florinda Meza, a Dona Florinda (Foto: Twitter / Reprodução)


Fonte: Ego

Taxista tem parada cardíaca e morre dentro de motel.

Taxista tomou um estimulante sexual antes de entrar no motel com seu companheiro

Taxista tomou um estimulante sexual antes de entrar no motel
Depois de ingerir um estimulante sexual e praticar uma relação com seu companheiro, o taxista Guido Reginaldo Almeida Barbosa, 59 anos, morreu por conta de uma parada cardíaca. A morte do taxista, que pode ter sido causada pela pílula azul, que gerou o problema cardíaco, ocorreu na noite da última segunda feira (27) dentro do quarto de pousada, localizada na rodovia Augusto Montenegro, em Icoaraci.
O atendimento do Samu esteve no local, mas Reginaldo já estava morto e de acordo com informações da Polícia Militar, o corpo da vítima foi encontrado no chão do quarto e sem roupas.
O cabeleireiro Arivaldo Santos da Rocha, 50 anos, companheiro de Reginaldo, com quem teve um relacionamento de dois anos, estava na pousada e contou para a polícia que costumava tomar o estimulante.
“Ele sempre me dava pra eu tomar, mas acho que ele tomou antes de se encontrar comigo, porque eu não vi ele tomando dessa vez”.
Arivaldo disse ainda que depois da relação sexual, Reginaldo começou a se sentir mal. “Ele sentia muito calor, depois o corpo dele se debateu quando caiu no chão e ele espumou pela boca. Então eu fui pedir socorro”.
A morte do taxista foi registrada na Seccional de Icoaraci e segundo o delegado Renato Wanghon, Reginaldo teve uma parada cardíaca que pode ter sido causada pelo estimulante, caso contrário, o caso será investigado a partir do resultado da perícia do Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Diário do Pará