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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Agronegócio melhora o índice de desenvolvimento do Centro-Oeste.

Cidades brasileiras que tinham os piores indicadores de emprego, renda, saúde e educação entre 2000 e 2009 conseguiram melhorias nesses setores, mas ainda vão levar 26 anos, a contar de agora, para alcançar um elevado grau de desenvolvimento. Há, porém, uma exceção: o Centro-Oeste. Apoiada na expansão da fronteira agrícola e seu impacto no emprego, a região saiu de um patamar de desenvolvimento similar ao do Norte e Nordeste e se aproximou do Sudeste.

Tal retrato pode ser extraído do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, um indicador preparado por economistas da federação das indústrias fluminenses.

O levantamento faz um raio-X do país com base em três indicadores: renda e emprego formal, saúde e educação. E se assemelha ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), divulgado pela ONU na semana passada.

Encabeçada por Barueri (SP), a lista dos 15 municípios com os mais altos níveis de desenvolvimento tem 14 cidades paulistas. A hegemonia quase absoluta é quebrada por Lucas do Rio Verde (MT), na oitava posição. O município é um dos mais dinâmicos do cinturão da soja de Mato Grosso, maior produtor do país e pólo da agroindústria que processa o grão, além de sede de uma ampla rede de frigoríficos.

Mais duas cidades de Mato Grosso estão entre as cem mais desenvolvidas: Primavera do Leste e Sorriso. As três apresentam evolução rápida no item emprego e renda - impulsionados pelo bom preço da soja e dos demais grãos no exterior e as sucessivas safras recordes.

A pesquisa mostra que o efeito da renda maior no Centro-Oeste se irradiou, via tributos, para os cofres das várias cidades dos Estados, que passaram a prestar melhores serviços públicos.

Isso se traduziu em bons índices em educação e especialmente em saúde nesses três municípios, diz Júlio Miragaya, pesquisador do Conselho Federal de Economia.


Com Agência Folha.

Altamira: A grande arrancada rumo ao progresso.

Ao completar 100 anos de fundação neste domingo, dia 6 de novembro, o município de Altamira, no Sudoeste do Pará, tem um passado e uma história que orgulham a sua população. Mas é no futuro que todos mantêm o olhar. Os moradores do maior município do Brasil, no coração da Amazônia, comemoram muito mais do que um simples aniversário. É justamente no ano do seu centenário que Altamira começa a viver um novo tempo, esperado há décadas por uma centena de milhares de pessoas de todas as partes do Brasil que formam uma população miscigenada, extremamente receptiva e empreendedora.

Surgido de um povoado fundado por padres jesuítas na margem esquerda do Rio Xingu, Altamira foi elevada à categoria de município em 1911. Nestes 100 anos foram muitos ciclos de crescimento, interrompidos por longas fases de estagnação. Na década de 70, o progresso definitivo parecia finalmente ter chegado com a abertura da rodovia Transamazônica, que desencadeou um processo de ocupação rápido e expressivo, mas a estrada ficou incompleta, interrompendo o sonho de desenvolvimento. Mais de 30 anos depois, Altamira vive um cenário totalmente novo e parece ganhar mais uma chance de sair da fase dos ciclos econômicos que marcam a Amazônia. O bonde da história está passando de novo.

O movimento frenético de carros e máquinas pela cidade, as longas filas de trabalhadores nos bancos para receberem o salário, prédios em construção para todos os lados e lojas cheias anunciam: Altamira vive um momento de grande vigor econômico, gerado pelas obras de construção da maior usina hidrelétrica do Brasil e terceira maior do planeta. Belo Monte, a maior obra no país dos últimos 15 anos, traz números superlativos e mudanças rápidas e avassaladoras. Em seis meses, a cidade não é mais a mesma e se prepara para tentar transformar este momento em uma oportunidade para gerar desenvolvimento duradouro, tornando-se um modelo de economia sustentável.

O que gera este clima positivo e de entusiasmo são as garantias que giram entorno do projeto de construção e operação de Belo Monte. Entre obras de ações condicionantes, programas compensatórios e projetos estruturantes, Belo Monte deve gerar cerca de R$ 600 milhões de investimentos em Altamira nos próximos 20 anos. Isso sem contar os royalties pagos pela usina no período de operação, que devem ultrapassar os R$ 65 milhões por ano, durante um período de 30 anos. Não será por falta de recursos que o município de Altamira deixará de se desenvolver. A aplicação desta montanha de dinheiro, tudo indica, foi formatada para garantir que o progresso vivido hoje não seja mais um curto ciclo.

Nos próximos seis anos Altamira passará por transformações mais profundas do que as vividas nos últimos 100 anos. A cidade, principal pólo urbano da região, terá 100% de saneamento básico. O maior problema urbano de Altamira, que é a ocupação irregular de áreas próximas aos igarapés que cortam a cidade, será definitivamente resolvido, com a transferência das famílias para moradias de qualidade, em áreas urbanizadas. Os cerca de 100 mil habitantes devem saltar para, pelo menos, 150 mil.

Pavimentação de ruas, abertura de novas avenidas, construção de praças, espaços de lazer, ciclovias, construção de escolas, hospitais, postos de saúde e outros equipamentos públicos. Tudo isso já começou a acontecer e deve se intensificar a partir de agora. A cidade é um canteiro de obras e assim deve permanecer nos próximos 10 anos. Para quem acreditava que o futuro de Altamira estava umbilicalmente ligado à construção da usina de Belo Monte, o futuro já chegou. E não poderia chegar em melhor momento: em meio às comemorações do centenário do município.

Na economia, clima de euforia e ações duradouras

Quem pensa que os moradores de Altamira estão preocupados apenas em aproveitar financeiramente o bom momento econômico proporcionado pela construção de Belo Monte está enganado. É claro que existe um clima de euforia, mas existem lideranças de diversos segmentos comprometidas em criar condições para que este clima não acabe com o final da construção, trabalhando em projetos e ações e garantindo investimentos nos mais variados setores da economia.

A maior parte destas lideranças está abrigada no Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental da Transamazônica e Xingu (FORT Xingu), que congrega mais de 172 entidades e reúne desde líderes religiosos, passando por empresários e trabalhadores até integrantes de organizações não governamentais ambientalistas. O fórum projeta uma realidade de desenvolvimento sólido, duradoura e sustentável para os próximos 100 anos de Altamira.

"Vamos chegar a 200 anos como um grande núcleo urbano na Amazônia, com a imensa maioria do nosso território com o bioma preservado, provando que é possível desenvolver a Amazônia sem destruí-la", projeta Vilmar Soares, coordenador geral do FORT Xingu. Para ele, não é exagero pensar Altamira para os próximos 100 anos. "Estamos vivendo um momento especial e as nossas ações de agora vão ter influência por muitas décadas, por isso temos a preocupação de fazer a coisa certa, para garantir um futuro de progresso, desenvolvimento e sustentabilidade para as gerações futuras", diz Vilmar.

Para garantir a continuidade do crescimento, estão previstos investimentos em atividades econômicas sustentáveis, como a agropecuária verde e o aproveitamento da energia firme de Belo Monte. Uma das grandes apostas é a cultura do cacau, que se destaca na região e sempre ajudou a impulsionar e economia altamirense. Com investimentos do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu, a lavoura local deve duplicar nos próximos anos, contribuindo para alavancar a produção regional para mais de 100 mil toneladas de cacau por ano e viabilizar a implantação de uma grande indústria.

O PDRS do Xingu é um plano geral de ação que possui um Comitê Gestor local e terá R$ 500 milhões para investimentos nos próximos 20 anos. O dinheiro vem da Norte Energia, empresa privada que venceu a licitação para construir e operar a usina de Belo Monte. Estes recursos devem ser destinados para projetos e ações que permitam a continuidade do desenvolvimento da região mesmo após a desmobilização nos canteiros de obras da usina. É um fato inédito na construção de grandes usinas no Brasil e no mundo.

Os recursos também vão permitir a modernização da outro importante setor para a economia local: a pecuária. Modelos de atividade sustentável para Amazônia já estão sendo testados em outras regiões e o objetivo é atrair esta tecnologia para Altamira, que possui um rebanho de mais de 200 mil cabeças. Um trabalho efetivo de licenciamento ambiental deve ser feito, permitindo que a produção dê um grande salto usando apenas as áreas de pastagens já existentes hoje. "Não será preciso derrubar nem mais uma árvore para transformarmos nossa pecuária em um caso de sucesso econômico e ambiental", assegura Vilmar Soares.

Outra estratégia é a criação de valor ambiental no município. Altamira, que possui mais de 150 mil quilômetros quadrados, mantém mais de 95% da sua cobertura florestal nativa intacta. É um dos maiores percentuais de preservação do mundo. Com imensos parques indígenas e Unidades de Conservação, a idéia é gerar valor principalmente através do aproveitamento dos recursos florestais não madeireiros, com o incentivo a comunidades tradicionais, investimentos em tecnologia e geração de conhecimento. O investimento em pesquisa para a descoberta de novos medicamentos e produtos estéticos, por exemplo, deve ser priorizado para atrair investimentos neste setor.

Educação e tecnologia de ponta para manter desenvolvimento

O investimento em educação e tecnologia também será uma prioridade tanto nas ações governamentais como nos projetos do PDRS do Xingu. Exemplo disso é a destinação feita pelo PDRS de dois milhões de reais para a abertura do Curso de Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA), que também está investindo pesado para criar um campus moderno e com condições de oferecer ensino de excelência.

Para Rainério Meireles, coordenador do Campus da UFPA em Altamira, os grandes empreendimentos que estão se instalando propiciam investimentos no setor educacional que poderão mudar radicalmente a história do município de Altamira. "Podemos substituir um processo de desenvolvimento baseado na exploração desordenada dos recursos naturais por uma economia verdadeiramente sustentável, que gere crescimento econômico, igualdade social e mantenha o meio ambiente preservado", diz o coordenador.

Nos planos do FORT Xingu, a educação deve ser um setor que vai receber investimentos significativos. Cursos superiores na área de engenharia já estão sendo planejados, com o objetivo de formar profissionais da região altamente capacitados e preparados para este novo momento. "Podemos nos transformar em um centro de excelência, criando tecnologia para aproveitar melhor nossos recursos naturais e continuar gerando emprego e renda num período muito longo de tempo", diz o coordenador do fórum, Vilmar Soares.

Futuro promissor

O futuro de Altamira vai depender muito do cumprimento dos acordos feitos para tirar Belo Monte do papel. Apesar de muitos entenderem que não há nada de novo acontecendo e que se trata apenas de uma repetição da implantação de outros grandes projetos na Amazônia, Vilmar Soares acredita que existe uma grande diferença. "Não se pode comparar projetos do governo militar com este. A grande diferença é que existe uma participação efetiva da sociedade, propondo, cobrando e apontando caminhos. Temos um diálogo franco, aberto e que vem se demonstrando como produtor de excelentes resultados", diz.

No fim, é a própria sociedade altamirense que vai apontando qual caminho seguir, assumindo a condução do seu futuro e participando ativamente deste momento especial que vai mudar definitivamente a história deste município de 100 anos. Se Belo Monte é a locomotiva do desenvolvimento, desta vez Altamira decidiu que não vai perder o bonde da história.




Fonte: Redacão Ecoamazônia

Relatório do novo Código Florestal aprovado pelas comissões de Agricultura e Ciência e Tecnologia.

O relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) foi aprovado por unanimidade pelas comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT). O texto foi acolhido por 12 favoráveis e um contrário na CCT e por 15 votos favoráveis na CRA.

Os destaques de votação em separado, referentes a emendas rejeitadas pelo relator, serão examinados em reunião marcada para esta quarta-feira (9), às 8h30. Entre esses destaques, estão propostas dos senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Antonio Carlos Valadares (PSB-DF) referentes à recomposição das matas ciliares.

Depois de concluída a votação na CCT e na CRA, o Código Florestal será analisado pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde é relatado por Jorge Viana (PT-AC). Depois disso, irá ao Plenário. Se aprovado pelo Senado, o projeto deverá retornar à Câmara, em razão de ter sido modificado.




Local: Brasília - DF
Fonte: Agência Senado
Link: http://www.senado.gov.br

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Novo código deve prever regra para agricultor que quebrar compromisso de recomposição florestal, diz Blairo Maggi.

O senador Blairo Maggi (PR-MT) considera que o Programa de Regularização Ambiental (PRA), a ser previsto no novo Código Florestal, deve, além de definir prazos para o cumprimento dos compromissos de recuperação de passivo ambiental, explicitar que o descumprimento desses compromissos significará o retorno à situação original, ou seja, à execução das multas acrescidas de juros e correções.

Blairo Maggi esclarece que o projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2001) determina, como primeiro passo para a regularização das propriedades rurais, a inscrição do imóvel no Cadastro Ambiental Rural (CAR), que é declaratório.

Ao se inscrever, o proprietário deverá apresentar planta com a localização dos remanescentes de vegetação nativa, áreas de preservação permanente (APPs), áreas consolidadas e de reserva legal, informando ainda se há irregularidades quanto às exigências da lei ambiental.

- O governo aceita isso como definitivo, já que é declaratório - frisou o senador.

Num segundo momento, o proprietário rural em situação irregular poderá aderir ao PRA, assumindo compromissos para a recomposição do passivo e prazos para o cumprimento dos compromissos. O projeto em discussão no Senado determina que, durante o período de cumprimento das obrigações, o agricultor não poderá ser autuado e serão suspensas as sanções pelo desmatamento de área protegida.

O texto estabelece ainda que, uma vez cumpridas as obrigações do PRA, nos prazos e nas condições estabelecidas, as multas existentes "serão consideradas como convertidas em serviços de preservação, melhoria e recuperação do meio ambiente", ficando a propriedade regularizada.

O projeto, no entanto, não prevê regra para o caso de descumprimento dos termos estabelecidos no PRA. Para essas situações, Blairo Maggi sugere que sejam aplicadas as sanções iniciais.

- Se, lá no final, não for comprovada a situação que a pessoa se comprometeu cumprir, uma vez que foi um ato declaratório, ela volta ao débito original, com as multas corrigidas - sugere ele, a exemplo do que ocorre em programa implantado no Mato Grosso.

Área consolidada

Já em outro aspecto do texto aprovado na Câmara - a regularização de atividades agrossilvopastoris, de ecoturismo e de turismo rural existentes em APPs até 22 de junho de 2008 - o senador não vê espaço para negociação. A data fixada pelos deputados coincide com a edição do Decreto 6.514/2008, que prevê punições para crimes contra o meio ambiente. Alguns setores argumentam que o marco temporal deveria ser o dia 24 de agosto de 2001, data da edição da Medida Provisória 2.166-67, última alteração nas regras para áreas protegidas.

- Qualquer mudança nesse sentido [retroceder a 2001], a Câmara vai rejeitar. O prazo de 2008 tem uma justificativa, pois foi quando o presidente Lula informou que as regras ambientais deveriam ser seguidas no país todo - disse, ao explicar que até aquele ano a exigência quanto à reserva legal só era cobrada na Amazônia legal.

Agricultura familiar

O parlamentar também não acredita que o projeto será alterado para que as exceções previstas para estabelecimentos rurais com até quatro módulos fiscais sejam limitadas a propriedades familiares. A restrição tem sido defendida em debates sobre o tema promovidos no Senado e conta com o apoio do governo federal.

Para Blairo Maggi, é justo que a nova lei inclua capítulo específico de proteção na agricultura familiar, mas mantendo o benefício da isenção de recomposição de reserva legal para todas as propriedades com até quatro módulos fiscais, conforme o texto aprovado na Câmara.

Para evitar que proprietários com áreas maiores dividam suas terras para ter acesso ao benefício, Blairo Maggi sugere que a lei estabeleça a isenção apenas para propriedades que em 2008 estavam registradas com até quatro módulos fiscais. Emenda nesse sentido foi apresentada pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), mas não foi acatada pelo senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), relator da matéria nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT) e Agricultura (CRA), onde o projeto tramita atualmente.


Fonte: Agência Senado

PT e PMDB juntos e o reporter Olho de Cururú , atento a todas as movimentações politicas em Belterra

Nosso reporter Olho de Cururú, confirmou que a bancada do PMDB, reuniu na noite de ontem (05), com o prefeito Geraldo Pastana e vereador Ademar, ambos do PT. Um grande jogo Xadrex ou Poker, não dava para saber o certo. A reunião aconteceu no plenário do poder legislativo belterrense e durou horas. Entre choros e lágrimas o PMDB fez suas reivindicações, o prefeito Geraldo Pastana se contorceu de um lado o vereador Ademar se contorceu do outro, uns espremeram daqui outros espremeram de lá e a proposta principal é fazer em Belterra uma chapa idêntica a que derrotou o José Serra (PSDB) em 2010, basta apenas saber se o acordo for fechado quem será o Michel Temer na eleição de 2012 em Belterra.
Mas as coisas não são tão fáceis assim, o PMDB quer ser a cabeça da chapa e fazer uma inversão na chapa vencedora nas eleições nacionais. O Prefeito sonha com a dobradinha PT/PMDB desde 2004, quando derrotou por apenas 06 votos de diferença o candidato do PMDB. O que não está no plano do gestor municipal é uma dobradinha PMDB/PT.
O quem se tem de concreto é que o PMDB tem um preço. Com quatro vereadores e definido o voto de bancada, fica impossível o acerto individual com cada vereador, prática que vinha sendo praticada nas últimas legislaturas. Com apoio do bloco PP-PSD, o PMDB é imbatível, trava os projetos do governo, pede CPI e pode até cassar o presidente do legislativo, cassa a vereadora Zelma(PT) e depois poderá sem duvida partir para cima até mesmo do gestor municipal.
O PMDB já colocou na mesa todas as suas apostas, as cartas já foram expostas, neste jogo quem poderá ter uma carta na manga é o próprio prefeito Geraldo Pastana, que só tem uma saída neste momento ou paga o PMDB. Ou paga pra ver o que o PMDB pode fazer.


Por: Edilson Patrocinio

Rodovia Transgarimpeira está sendo recuperada

Rodovia recebe atenção especial do estado e da Prefeitura de Itaituba

Rodovia Transgarimpeira
Está sendo realizadao a recuperação da Rodovia Estadual Transgarimpeira, que dá acesso aos garimpos da região. O acesso de veículos estava completamente parado, porém, agora com o trabalho de recuperação, o acesso está normalizado.

O trabalho de recuperação da rodovia está sendo realizado com a parceria Governo do Estado e Prefeitura Municipal de Itaituba. Dentro das parceiras estão vários projetos que tem dado certo e alavancado o município de Itaituba.

Os trabalhos estão sendo concluído aos pouco, devido a fortes chuvas que tem caído em nossa região. Já foram feitos 45 km de estradas e até final do mês estará totalmente concluído.


Fonte: RG 15/O Impacto e Anderson Pantoja

Antibiótico: Primeira Dose Imediata.

Crianças com suspeita de pneumonia precisam receber o antibiótico o quanto antes!

Médicos e profissionais de enfermagem devem garantir que a primeira dose de antibiótico seja dada ainda no posto de saúde e instruir os pais a darem todas as doses corretamente em casa.

A pneumonia é uma infecção respiratória grave. Se a criança não receber o tratamento certo e a tempo, pode morrer. Por isso quando a criança apresentar algum sinal de infecção respiratória, a mãe, pai ou familiar deve ser orientado para que:

leve ao médico o mais rápido possível;
continue a amamentar;
dê os medicamentos na dose, nos horários e pelo tempo recomendado pelo médico;
volte ao serviço de saúde no dia marcado ou a qualquer momento, se o bebê não apresentar melhora ou piorar.

Ministério da Saúde orienta que primeira dose é imediata!

Uma criança com suspeita de pneumonia, com a indicação médica de antibiótico, deve receber a primeira dose do remédio na própria Unidade Básica de Saúde (UBS), conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde (Programa AIDPI – Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, 2003).

Além de disponibilizar uma nota técnica, o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 1.820, de 13 de agosto de 2009, que descreve os direitos e deveres dos usuários da saúde, e orienta para o tratamento no tempo certo. No caso do Antibiótico para criança com Pneumonia o tempo certo é logo depois do diagnóstico médico, na própria Unidade Básica de Saúde.

A Portaria define no Art. 3º que:

"Toda pessoa tem direito ao tratamento adequado e no tempo certo para resolver o seu problema de saúde.

Parágrafo único. É direito da pessoa ter atendimento adequado, com qualidade, no tempo certo e com garantia de continuidade do tratamento, para isso deve ser assegurado:

I - atendimento ágil, com tecnologia apropriada, por equipe multiprofissional capacitada e com condições adequadas de atendimento;"


Todos os documentos estão disponíveis na Internet,

endereço www.rebidia.org.br


Fonte: https://pastoraldacrianca.org.br

Plebiscito: disputa chega às TVs e rádios na sexta

A propaganda na rádio e TV para o plebiscito começa dia 11 e vai até o dia 7 de dezembro.

Santarém - A campanha na rádio e televisão para o plebiscito sobre a divisão do Pará começa na sexta-feira, dia 11. A expectativa é que, de fato, a campanha na mídia seja acirrada entre os que defendem os novos estados e aqueles que querem o Pará inteiro.

O resultado dessa luta com tendência de ser tão gigante quanto a dimensão do Pará será contado nas urnas, no dia 11 de dezembro, quando a população vai dizer sim ou não à divisão e aos Estados do Carajás e Tapajós.Até lá, a guerra será mesmo de criatividade dos marqueteiros. Uma reunião das grandes cabeças do marketing paraense foi formada no pool das agências Gamma, Griffo, Galvão e Mendes Publicidade, que se juntaram à 3D produtora para começar a campanha contra a divisão.

O presidente da Frente Contra a Criação do Tapajós, deputado estadual Celso Sabino (PR), afirma que, apesar dos recursos escassos, a população do Pará vai ver na TV e rádio que a divisão é inviável e, logo nos primeiros programas, vai poder constatar que os Estados de Mato Grosso e Goiás tiveram muitos problemas com a divisão que viabilizou a criação dos Estados do Tocantins e Mato Grosso do Sul.

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Uma equipe foi enviada aos dois Estados para mostrar os problemas financeiros que a divisão poderá deixar como herança ao Pará remanescente, informa Sabino. “Nossas vinhetas estão prontas e vamos mostrar que, apesar de todos os problemas que o Pará enfrenta, a divisão jamais será a melhor saída”, assegura Celso Sabino.

Já o presidente da Frente pela Criação do Tapajós, deputado federal Joaquim de Lira Maia (DEM), aposta na campanha da mídia para convencer mais eleitores da necessidade de criação do Estado do Tapajós, uma luta de mais de um século. “É uma tendência natural na nossa região. Vai diminuir as distâncias e melhorar a capacidade de gestão. O plebiscito é a oportunidade de consolidarmos um projeto antigo de criação do Estado do Tapajós. Quem conhece a realidade da nossa região é a favor da criação do Tapajós”, acentua Lira Maia.

O deputado ressalta que cerca de 90% da população do nordeste paraense não conhece a realidade do oeste do Pará e, por isso, acaba se manifestando contra a criação do Tapajós. Para Lira Maia, se todo paraense conhecesse as regiões do Carajás e Tapajós, apoiaria os novos Estados. Por isso, ele aposta que a campanha na mídia será a melhor oportunidade de mostrar essa realidade.

Declaração de Marina Silva vira arma pró-Tapajós

O publicitário baiano Duda Mendonça responde pela mídia em prol da criação dos novos Estados, a partir da divisão do Pará. O presidente da Frente Pró Carajás, deputado estadual João Salame (PPS), afirma que o foco da campanha na mídia serão os eleitores de todas as regiões, uma tentativa de atrair a população das regiões nordeste e do Marajó para o convencimento de que a criação do Carajás e Tapajós não será prejudicial ao Pará remanescente.

As duas frentes apostaram em mostrar números, baseados em pesquisas que apontam a viabilidade dos dois possíveis futuros Estados. Além disso, outro ponto forte da campanha do plebiscito serão os números fiscais. As frentes pró Carajás e Tapajós vão tentar convencer a população que, dividido, o Pará ficará menor, mas com mais recursos provenientes do Fundo de Participação dos Estados (FPE). “A nossa campanha será otimista, vamos mostrar que já deu certo em outros Estados e dará certo também aqui. O que adianta o Pará grande com poucos recursos?”, questiona João Salame. Para ele, não há outra saída que a divisão para criação de novos Estados, onde o poder público seja mais presente.

Outro elemento que deverá ser usado na campanha de criação dos novos Estados é a declaração da ex-ministra do Meio-Ambiente, Marina Silva. Na semana que passou, ela demonstrou apoio à criação do Tapajós, dizendo que conhece a realidade do Baixo Amazonas e que a presença do Estado será maior com a criação do Tapajós. “Sem dúvida ela é uma mulher sensível, tem grande representatividade no País e conhece a realidade da ausência do Estado, pois tem uma origem humilde no Acre”, afirma Salame.

O presidente da Frente Contra Carajás, deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB), não respondeu às ligações da redação.

A CAMPANHA

QUANDO COMEÇA

A propaganda na rádio e TV para o plebiscito começa dia 11 e vai até o dia 7 de dezembro. O referendo será dia 11 de dezembro;

NA RÁDIO

Serão veiculados blocos de propaganda das quatro frentes, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10;

NA TELEVISÃO

Serão blocos das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40;

OS DIAS

A propaganda será veiculada de segunda-feira a sábado, seguindo o horário de Brasília. Aos domingos, serão apenas inserções de 30 segundos;

O PONTAPÉ

O primeiro dia será de propaganda pró e contra o Estado do Tapajós. No segundo dia, será a vez da campanha pró e contra Carajás, cada uma com cinco minutos de duração;

PRÓ-CARAJÁS

O foco serão os eleitores de todas as regiões do Pará, na tentativa de atrair eleitores do Marajó e nordeste;

CONTRA CARAJÁS

A redação não obteve contato com a frente.

PRÓ-TAPAJÓS

Mostrar a realidade das regiões sul e oeste do Pará é a estratégia para ganhar apoio à divisão.

CONTRA TAPAJÓS

As experiências do Tocantins e Mato Grosso do Sul vão ser usadas para convencer de que a divisão não soluciona os problemas.


Fonte: Diário do Pará

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Desmatamento na Amazônia cai 43% em setembro.

Mato Grosso volta a ser o estado que mais suprimiu vegetação

Desmatamento em Porto Velho - RO (Foto: EVE) Região - O desmatamento na Amazônia caiu 43,31% em setembro em relação ao mesmo período de 2010, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (31) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

De acordo com o levantamento, em setembro de 2011 uma área de 253,8 km² de floresta foi suprimida, quase sete vezes o tamanho do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Há um ano, o total derrubado era de 447,7 km².

“Temos muito o que fazer, ainda temos desmatamento, mas temos um bom desempenho no Brasil e temos que acelerar o combate ao crime ambiental e reduzir, eliminar por completo desmatamento na Amazônia”, disse em Brasília a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Segundo o Inpe, Mato Grosso, que havia diminuído o ritmo de degradação do bioma em agosto, voltou a liderar o desmatamento com 110,8 km². Em seguida vem Rondônia, com 49,9 km², e Pará, com 46,9 km².

UFOPA recebe 6º Encontro Butantan Amazônia

Amazônia na mira da ciência

O sistema de detecção do desmatamento em tempo real (Deter), que analisa mensalmente o ritmo de degradação da região por meio de imagens de satélite, não conseguiu visualizar apenas 5% da Amazônia Legal devido à densidade de nuvens.

O Deter é um levantamento rápido e mapeia tanto áreas de corte raso quanto áreas em processo de desmatamento por degradação florestal.

De janeiro a setembro, o Deter verificou 1,8 mil km² de áreas desmatadas. De acordo com a ministra Izabella Teixeira, 87% dos polígonos desmatados no estado de Mato Grosso foram checados em campo, pelo fato de ter sido o protagonista no desmate às florestas da região amazônica.

Segundo ela, o mapeamento é confiável e está correspondendo às expectativas. “Apenas 12,7% dos desmates estavam autorizados, ou seja, o Deter está (...) acertando”, afirmou.

Como forma de demonstrar o empenho do governo no combate ao desmatamento, a ministra revelou ainda que “mesmo no período de chuva está mantida a fiscalização do Ibama na Amazônia, nada vai interromper o combate ao crime ambiental no país”.

Código Florestal

Izabella elogiou o relatório apresentado pelo relator das comissões de Ciência e Tecnologia e de Agricultura no Senado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC).

De acordo com a ministra, “é importante observar que nós tivemos avanços não só na questão dos manguezais como áreas de preservação permanente, isso foi um ganho, como também observar que você não tem anistia para novos desmatamentos”.

Ela ressaltou também a importância do Cadastro Ambiental Rural (CAR), “que vai levar ao caminho da regularização ambiental rural”. A ministra afirmou que ainda há muito o que discutir a respeito do novo código e que ainda segue falando com os senadores para a melhor aprovação do texto.

Fonte: no tapajos.com

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A criação dos estados de Carajás e Tapajós

A criação dos estados de Carajás e Tapajós é uma mera ambição dos políticos por mais cargos? Em verdade teremos 1 governador, 3 senadores, 8 deputados federais e 24 deputados estaduais, somando ao todo 36 cargos eletivos-políticos, para cada estado. Vão administrar os novos estados e conquistar mais recursos federais para o desenvolvimento regional. Vivemos uma democracia-representativa e não um totalitarismo. Por outro lado haverão concursos públicos para mais de 10 mil professores, mais de 2 mil médicos, mais de 2 mil policiais, delegados, juízes, promotores, defensores públicos, advogados, biólogos, dentistas, agentes de saúde, engenheiros, veterinários, administradores, contadores, jornalistas, que as escolas superiores formam todo ano. Além daqueles funcionários de diversas formações para atender as necessidades da população dos novos estados. Novas oportunidades, a vida continua. Vote 77!


Fonte: Henderson Pinto / Facebook

Agronegócio lidera a geração de emprego formal no Mato Grosso.

O setor que lidera a geração de empregos formais diretos em Mato Grosso é o "agronegócio" com 23,38%, seguido por "serviços" (22,25%) e "comércio" (22,89%). Os dados são da "Análise de Mercado de Trabalho no Estado de Mato Grosso e no Brasil" que o Instituto Mato-grossense de Economia e Agropecuária (Imea) divulgou nesta terça.

Em 2010, o agronegócio foi responsável por 4408 novas vagas no estado, um crescimento de 5,25% em comparação com 2009. O segmento inclui agropecuária, extração vegetal, caça e pesca, indústrias de transformação ligadas ao agro, comércio ligado ao agro e serviços ligados ao agro. No Brasil, o setor registrou queda de 1,26%.

O técnico agrícola Marcelo Lipke, 20, é exemplo de mão de obra recém contratada no setor. Há um mês ele começou a trabalhar na Fazenda Bigolin, produtora de soja na Região Oeste de Mato Grosso. Marcelo veio de mudança de Horizontina/RS, onde se formou este ano no curso técnico. O gerente da fazenda, Leonídio Rodrigues Filho, explica que a decisão de contratar o jovem profissional foi feita durante o estágio de seis meses que ele fez na propriedade durante a última safra. "Nós queremos abrir oportunidades pra eles e investir na formação da nossa equipe", comenta.

Apesar da oferta de vagas no campo, proprietários e gerentes agropecuários reclamam da qualidade da mão de obra disponível. Segundo o Imea, a alta tecnologia no campo exige pessoal capaz de executá-la, mas o trabalhador de campo qualificado está em extinção. É preciso especialização e treinamento. "Falta mão de obra qualificada. Tanto que nos precisamos pegar pessoas novas, que não têm conhecimento, e adaptar de acordo com o que nós precisamos aqui dentro. O investimento é alto, mas futuramente o retorno pode compensar", concorda Leonídio.

De olho nesta demanda, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural oferece treinamentos no segmento. Em 2011, foram 2165 cursos em comparação com 1851 em 2010. Para 2012, a é promover 2659 cursos com 39.885 novos profissionais formados. Entre os temas dos treinamentos está a NR31, que trata da saúde e segurança do profissional rural - feito em parceria com o programa Soja Plus, da Aprosoja. Além disso, há cursos para operação de máquinas agrícolas, manejo e recuperação de pastagens, classificação de grãos e outros.

O Soja Plus é um programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da soja brasileira que pretende capacitar os produtores de soja de Mato Grosso através da aplicação de cinco módulos de gestão das propriedades. Em 2011, os cursos foram sobre "qualidade de vida no trabalho", abordando saúde, segurança e relações trabalhistas dos funcionários. Além disso, o programa pretende discutir nos próximos anos "melhores práticas de produção", "viabilidade financeira e econômica", "qualidade do produto" e "responsabilidade social".

Fonte: Redacão Ecoamazônia

Pará tem as piores rodovias do Brasil, aponta pesquisa da CNT.

O Estado do Pará possui as piores rodovias do País, aponta a Pesquisa CNT de Rodovias 2011, da Confederação Nacional de Transportes. De acordo com a pesquisa, que considera como rodovias apenas os trechos onde existe pavimentação, oito rodovias paraenses fazem parte do pior trecho rodoviário do Brasil, que liga a cidade de Belém (PA) e Guaraí (TO). Destas, sete são rodovias estaduais, administradas pelo governo paraense.

A CNT percorreu 2.551 quilômetros de rodovias no Pará, sendo 1.601 de estradas federais e 950 de rodovias estaduais. A pesquisa aponta que o Pará não tem um metro sequer de rodovia que pode ser considerado de ótima qualidade e apenas 11 quilômetros se encaixam no conceito de boa qualidade da CNT. 538 quilômetros foram considerados de qualidade regular, enquanto 1.095 km de rodovias estão em estados ruins e outros 907 km em péssimas condições.

Os únicos 11 quilômetros de estradas em boas condições no Estado são trechos de rodovias federais e a maior parte do trecho regular também são extensões de estradas administradas pela União. A PA-150, com 813 quilômetros de extensão, é a pior rodovia do Pará, de acordo com a pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. O estado geral da estrada é péssimo, o pavimento ruim e a sinalização é praticamente inexistente.

A pesquisa ainda mostra que seriam necessários investimentos de 1,5 bilhão de reais para melhorar a malha rodoviária do Estado do Pará. Deste montante, mais de um bilhão seriam necessários para a recuperação de trechos críticos, com trincas, buracos, ondulações e afundamentos. Outros 400 milhões seriam necessários para dar manutenção em trechos desgastados. Seriam necessários ainda investimentos de mais R$ 100 milhões para a conservação das rodovias.

País

A 15ª Pesquisa CNT de Rodovias 2011 faz um raio-x da malha rodoviária brasileira. Os resultados, divulgados nesta quarta-feira (26) na sede da Confederação Nacional do Transporte, em Brasília (DF), apontam que 12,6% da malha são consideradas ótimos; 30%, bons; 30,5%, regulares; 18,1%, ruins; e 8,8% estão em péssimas condições.

Nesta edição do levantamento foram avaliados 92.747 km, o que representa 100% da malha federal pavimentada, as principais rodovias estaduais pavimentadas e as concessionadas. São 1.802 km a mais do que o analisado na pesquisa anterior.

O objetivo do estudo, realizado pela CNT e pelo Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat), é avaliar as condições das rodovias brasileiras pavimentadas segundo aspectos perceptíveis aos usuários, identificando as condições das vias - em relação ao pavimento, à sinalização e à geometria da via - que afetam o conforto e a segurança.

Para fazer a análise, 17 equipes da CNT percorreram o Brasil durante 39 dias, entre 27 de junho e 4 de agosto deste ano. Os resultados são apresentados por tipo de gestão (pública ou concedida), por tipo de rodovia (federais ou estaduais), por região e por unidade da Federação.

Regiões

Como nos anos anteriores, a pesquisa da Confederação Nacional do Transporte aponta que o Sudeste do país é a região que apresenta as melhores condições de rodovias. Do total de 26.778 km avaliados, 24,6% são classificados como em ótimo estado; 30,7% como bom; 28,2%, regular; 13,2%, ruim e 3,3%, péssimo.

Em seguida aparece a Região Sul, com 19,7% do total de 16.199 km analisados como em ótimo estado; 40,7% em bom estado; 26,3% classificados como regulares; 10,7% como ruins e 2,6% como péssimas.

O Nordeste, por sua vez, com 25.820 km estudados, possui 3,8% das estradas ótimas; 33%, boas; 32,8%, regulares; 17,7%, ruins e 12,7%, péssimas.

Dos 14.151 km de rodovias avaliados no Centro-Oeste, 6,4% estão em ótimas condições; 22,7% em bom estado; 35%, regulares; 26,7%, ruins; e 9,1% em péssimo estado.

O Norte, por sua vez, com 9.799 km analisados, conta com apenas 0,8% das estradas avaliadas como ótimas; 12,7% como boas; 31,4% como regulares; 31,8% como ruins e 23,2% como péssimas.

Gestão pública e privada

A pesquisa detalhou ainda as diferenças existentes entre as rodovias que são administradas pelo governo e as sob gestão das concessionárias. Das vias sob concessão (15.374 km), 48% foram classificadas como ótimas; 38,9% como boas; 12% como regulares; 1,1% como ruins e nenhuma foi avaliada como péssima.

Já entre as rodovias sob gestão pública (77.373 km), apenas 5,6% foram avaliadas como ótimas; 28,2% como boas; 34,2% como regulares; 21,5% como ruins e 10,5% como péssimas.

Em entrevista coletiva na manhã desta quarta, o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista, ressaltou que, em 2010, apenas R$ 9,85 bilhões foram investidos em infraestrutura de rodovias, o que corresponde a 0,26% do Produto Interno Bruto (PIB).

Para se ter uma ideia, o prejuízo causado a transportadoras devido a falhas nas vias somaram R$ 14,1 bilhões, ou 0,4% do PIB. "No ano em que o governo federal fez mais investimentos, as condições de rodovias não melhoraram. E esse custo tem sido repassado para a população com acréscimos nos valores de produtos que nós todos consumimos e também no número de mortos, que não para de crescer no Brasil. Só em 2010 foram mais de oito mil nas nossas rodovias federais".

Bruno Batista ressaltou ainda que 60% da carga transportada no Brasil passa pelas rodovias. "Essa falta de infraestrutura adequada diminui a competitividade do país. O Brasil precisa manter uma tradição de investimento, que é o que o governo não tem conseguido fazer. Isso faz com que as melhores rodovias do Brasil, com menores índices de acidentes, sejam as concedidas", reforçou.

A pesquisa

A pesquisa é uma avaliação independente das rodovias a partir da perspectiva dos usuários, contemplando a segurança e o desempenho. Com a realização do estudo, a CNT pretende difundir informações sobre a infraestrutura rodoviária, para que políticas setoriais de transporte, projetos privados, programas governamentais e atividades de ensino e pesquisa resultem em ações que promovam o desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas e de passageiros.

Fonte: Redacão Ecoamazônia

Desembargador diz que Belo Monte está legal.

O decreto legislativo que autorizou a construção da usina de Belo Monte, no Pará, é constitucional. A decisão é do desembargador Fagundes de Deus, que nesta quarta-feira, 26, em julgamento no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, votou contra o pedido do Ministério Público Federal (MPF) de cancelar o decreto.

Depois do voto do desembargador, o TRF adiou mais uma vez, a decisão sobre a ação do Ministério Público Federal do Pará que questiona o decreto legislativo que autorizou a construção da Usina Hidrelétrica. Um pedido de vista da desembargadora Maria do Carmo Cardoso adiou o julgamento, que deverá ser retomado no dia 9 de novembro.

Com o voto favorável à constitucionalidade do decreto que autorizou a implantação de Belo Monte, o julgamento ficou empatado. No último dia 17, a relatora do caso, desembargadora Selene Almeida aceitou os argumentos do MPF e votou pela anulação do decreto. O julgamento foi suspenso na ocasião por um pedido de vista de Fagundes de Deus.

O direito à consulta é garantido aos indígenas pela Constituição Federal e também está previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil em 2003. No entanto, segundo Fagundes de Deus, as regras só dizem que os índios devem ser ouvidos antes do empreendimento, mas em nenhum momento especificam que a consulta tenha que ser necessariamente anterior ao decreto legislativo que autoriza a obra.

"As normas não estabelecem que consulta deva ser prévia ao decreto do Congresso Nacional. A Convenção 169 estabelece sim que a o oitiva deva anteceder o início da implantação e das obras. O que ocorreu, porque foram realizadas consultas às comunidades locais indígenas e ribeirinhas, passíveis de serem afetadas pela construção da usina", disse, durante o voto.

O desembargador citou informações da Fundação Nacional do Índio que diz ter feito 42 reuniões em comunidades indígenas da região do Xingu para tratar dos impactos da construção de Belo Monte.

Durante o voto, Fagundes de Deus também argumentou que a decisão de construir Belo Monte já implicou em muitos gastos para o poder público e que a implantação da usina atende a "interesse público" diante da crescente demanda por energia do país.

"Não se pode perder de vista o problema da demanda crescente de energia, que tem exigido a implantação de medidas urgentes. A decisão [de construir Belo Monte] está ancorada em típico interesse público da nação brasileira, independentemente de quem tenham sido os governantes a iniciarem os estudos na bacia do Xingu e quem são os atuais".

Fonte: Redacão Ecoamazônia

Bunge confirma planos de novos investimentos no Estado do Pará

Representantes da Bunge, uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do país, estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira, 26, com o governador Simão Jatene em seu gabinete no Comando Geral da Polícia Militar do Pará. Os secretários de Estado Hildegardo Nunes, de Agricultura, e Sidney Rosa, de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção do Estado, também acompanharam o encontro.

Durante a reunião, o presidente da Bunge, Pedro Parente, anunciou ao governador interesses de novos investimentos que a empresa pretende fazer no estado do Pará. "O Pará tem inúmeras oportunidades de investimentos, principalmente quando falamos na questão ambiental. Podemos perceber que o governo do Pará tem tratado as causas ambientais de uma maneira muito cuidadosa, que merece ser valorizada e deve ser utilizada como exemplo por outros estados. Hoje, mais do que uma conversa, estamos iniciando uma parceria que, com certeza, trará muitos benefícios para o estado", disse.

Na ocasião, o programa estadual Municípios Verdes foi apresentado pelo governador aos representantes da empresa. "Não conhecíamos o programa e ficamos muito interessados com o que ouvimos sobre ele. Essa é uma maneira extremamente inteligente e promissora de preservar e conservar o meio ambiente" ressaltou o diretor da empresa, Martos Tavares.

A Bunge é uma das maiores exportadoras do Brasil e desde 2006 atua também no segmento de açúcar e bioenergia. Presente em 16 estados, possui hoje mais de 20 mil colaboradores e cerca de 150 unidades, entre indústrias, centros de distribuição e instalações portuárias no país. O faturamento bruto da companhia em 2010 atingiu a cifra de US$ 14,7 bilhões. No Pará, a Bunge já investiu US$ 1,6 milhão na construção de uma fábrica de fertilizantes instalada em Barcarena.

Fonte: Redacão Ecoamazônia

Vale oferece 2 mil vagas para Norte e Nordeste.

Estão abertas até o dia 3 de dezembro as inscrições para o Programa Formação Profissional (PFP) da Vale, que está oferecendo 1.936 vagas para jovens do Norte e do Nordeste. Os selecionados passarão por treinamento teórico a partir de março de 2012 e em seguida desenvolverão atividades técnicas e operacionais nas áreas de Ferrovia e Porto.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.vale.com/oportunidades. Com o programa, a Vale pretende formar jovens para suprir a demanda por profissionais qualificados nas áreas de atuação da empresa e, ao mesmo tempo, fomentar o desenvolvimento local nas regiões por meio do acesso à educação, emprego e renda.

Para concorrer a uma das vagas, os interessados devem ter no mínimo 18 anos, ensino médio completo e/ou ensino técnico nas áreas de edificação, elétrica, eletroeletrônica, eletrotécnica, eletrônica, eletromecânica, estradas, mecânica, mineração e portuário, entre outras. A lista completa de cursos e os documentários necessários para inscrição estão no site www.vale.com/oportunidades.

Durante as etapas de seleção, os candidatos passarão por análise curricular, prova online, dinâmica de grupo, entrevista técnica, avaliação psicológica e exames médicos.

Fases de formação

A formação é dividida em duas fases e dura aproximadamente 15 meses. A fase teórica terá duração de quatro a seis meses e será realizada em instituições de ensino parceiras da Vale localizadas em Marabá e Parauapebas, no Pará; São Luís, Santa Inês e Açailândia, no Maranhão; Campina Grande, na Paraíba; e Natal, no Rio Grande do Norte.

A fase prática, com duração de seis a 12 meses, será realizada nas áreas operacionais da empresa no Terminal Portuário Ponta da Madeira, em São Luís (MA), e nos municípios ao longo da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão e no Pará. Nesta etapa, os selecionados têm a oportunidade de exercitar as atividades aprendidas com a orientação de profissionais experientes.

Na primeira fase, os selecionados receberão bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 600 (para nível médio) e R$ 900 (para nível técnico), além de ajuda de custo para quem estudar em cidade diferente de onde mora. Na fase prática, além do salário, os participantes terão direito a vale-alimentação, vale-refeição ou refeição no local de trabalho e plano de saúde, entre outros benefícios.

Programa Formação Profissional

Criado em 2003, o programa já atendeu a mais de 8.200 pessoas em todo o Brasil. De 2008 a 2010 formaram-se 1.065 profissionais, dos quais 670 foram efetivados (63%). Até julho de 2011 já se formaram 571, dos quais 394 foram efetivados (69%).

Fonte: Redacão Ecoamazônia

Orientação garante qualidade do açaí paraense

Além de orientar os produtores no plantio e manejo do açaí, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) irá intensificar as medidas de orientação pós-colheita do fruto na região das ilhas de Belém, Marajó e nos municípios do Baixo Tocantins, onde é produzido 80% do açaí consumido no Estado. A ação faz parte das medidas que serão adotadas em no máximo 90 dias pelo Governo paraense, por meio do Programa Estadual de Qualidade do Açaí, que visa garantir o fruto saudável para os consumidores, sem o risco de contaminação pelo inseto conhecido como "barbeiro", causador do Mal de Chagas.

O diretor técnico da Emater, Humberto Reale, explica que a empresa já acompanha a produção do açaí naquelas localidades, prestando assistência técnica e de manejo para mais de 20 mil produtores. "A partir de agora, com a possível contaminação do fruto nos locais de processamento (batedores) e venda da capital, nós vamos criar uma cadeia de prevenção que começa desde o plantio, passando pela colheita e transporte do açaí até chegar ao produto final, que é o preparo nos pontos de venda na região metropolitana", contou.

De acordo com Reale, o trabalho consistirá na orientação dos produtores, em parceira com outros órgãos estaduais e com as prefeituras dos municípios. Cuidados como a higienização, o acondicionamento e o transporte adequado do fruto e outras práticas agrícolas e de logística devem ser reforçados nessa atenção aos extrativistas. O diretor ressalta que cabe à Emater e aos órgãos do Estado garantir orientação aos produtores e colaborar com os municípios para a fiscalização dos pontos de venda, quando devem ser observadas as condições de preparo do fruto.

Programa - Humberto destaca que o Governo do Estado se adiantou e criou o Programa Estadual de Qualidade do Açaí, que irá efetivar políticas públicas para garantir a qualidade do fruto. O decreto nº 250 foi publicado no dia 14 de outubro no Diário Oficial e destaca a implantação de um grupo de trabalho, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), com a participação de diversos órgãos, como a Adepará, Emater, Sespa, Universidade Federal do Pará, Embrapa, Sebrae, além de federações de municípios. O plano deve ser efetivado em no máximo 90 dias depois da data da publicação, mas as ações de garantia da qualidade já iniciaram pela Emater.

Fonte: Redacão Ecoamazônia

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reforma do Aeroporto de Santarém inicia em fevereiro

Processo de licitação inicia esta semana. No projeto atual a obra foi orçamentada em 6 milhões e 300 mil

Aeroporto de Santarém Santarém - Inicia esta semana o processo de licitação da empresa que vai reformar o Aeroporto de Santarém, se não houver nenhum problema durante a licitação as obras devem iniciar em fevereiro de 2011 e concluídas num prazo de nove meses.

De acordo com a superintende do Aeroporto, Socorro Sousa, a princípio a reforma estava estimada em um valor 2 milhões e 700 mil, porém o fluxo de embarque desembarque cresceu nos últimos anos, e foram acrescentadas outras opções que não estavam no projeto inicial.

No projeto atual a obra foi orçamentada em 6 milhões e 300 mil. As mudanças serão no estacionamento, no bloco administrativo e na área de embarque e desembarque de passageiros

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Infraero realiza encontro de segurança na navegação aérea

Os passageiros destacam que mesmo com o saguão vazio é visível a falta de cadeiras e de espaço para Guichês de empresas aéreas que operam na região. Por dia são 18 voos e na baixa temporada são 400 passageiros por dia.

A reforma deve alterar a rotina no aeroporto, por isso foram definidas alternativas para acomodar melhor passageiros e funcionários.

“Querendo ou não ela tem um impacto no conforto do passageiro, mas nós estamos trabalhando alternativas para a construção de uma nova sala de embarque e desembarque provisória para que não afete o conforto e a segurança do passageiro.” Afirma a superintendente.


Fonte: no tapajos.com

Fórum de Novo Progresso beneficiou a Pastoral da Criança com varias sextas básicas.

recolhida por infratores que foram sentenciado pelo doutor Admilson Gomes Pereira, eles pagam as suas sentenças em sexta básica, fato este registrado pelo saite diadiaprogresso.com a pastoral da criança é uma entidade filantrópica sem fins lucrativo uma entidade da igreja católica, conta com 500 crianças cadastrada e faz pesagem para controle da desnutrição infantil e acompanhamento de gestantes todos os meses as equipes estão visitando os bairros e as comunidade sempre prestando um serviço social e voluntario para beneficiar as famílias carentes , pastoral da criança fica localizada na rua Iriri no bairro Rui Pires de Lima e agradece o apoio da promotoria do município.








Por: Edson Santos

PF pega garota paraguaia levando 24 kg de drogas em mala com brinquedos.

A Polícia Federal prendeu, esta tarde, um homem por tráfico de entorpecentes e apreendeu uma jovem, de 17 anos, trazia 24,97 quilos de maconha de Ponta Porã (MS) para Cuiabá. Os tabletes de maconha estavam escondidos em duas malas, cobertos por brinquedos importados, mas foi facilmente localizada pela cadela farejadora Cindy.

A cadela descobriu a droga em revista de rotina feita no Posto da PRF, mas os policiais decidiram por não apreender a menor, nem contar a ela que foi encontrada a droga em sua bagagem. Em vez disso, seguiram o ônibus até a rodoviária de Cuiabá e esperaram até o momento em que apareceu o homem encarregado de receber o entorpecente.

A menor foi apreendida por policiais no exato momento em que entregou a droga para o comparsa na rodoviária. Aos policiais, ela declarou que recebeu a incumbência de trazer as duas malas com brinquedos para Cuiabá, mas não sabia que tinha droga dentro, pois foi orientada a não abrir as bolsas, informa a assessoria da superintendência da Polícia Federal de Mato Grosso

A menina afirmou que nasceu e mora em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e que receberia certa quantidade em dinheiro para trazer malas carregadas de brinquedos importados. Além da droga, foi apreendida uma carteira de identidade grosseiramente falsificada com dados da menor apreendida e outro nome.

O homem prestou depoimento à Polícia Federal e negou qualquer envolvimento com o crime, mas a PF o indiciou, pois recebeu as malas contendo a droga e as colocou em seu veículo. Não se sabe ainda se ele era o comprador direto do entorpecente ou atravessador, mas a PF já identificou chamadas do celular dele para o mesmo número que a menor declarou ser da pessoa que lhe entregou a droga.

O homem já possui condenações anteriores pelos crimes de tráfico de drogas e homicídio.

O delegado que conduz o flagrante já confirmou o indiciamento do preso pelos crimes de tráfico de entorpecentes, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006. A pena prevista é de reclusão de 5 a 15 anos e multa. Conforme o artigo 40, inciso VI, o crime ainda é agravado por envolver a menor e pode ter a pena aumentada de aumentada em até um sexto a dois terços.

A menor será encaminhada à Delegacia da Criança e do Adolescente para os providências. Quanto ao preso, será enviado ao Presídio do Pascoal Ramos, em Cuiabá.


Fonte: Só Notícias

Público de 50 mil na despedida do Círio.

Kleber Vieira foi anunciado como novo diretor da festividade

Durante 15 minutos, um espetáculo de luz e muitas cores tomou o céu da Praça Santuário na noite de ontem durante o encerramento das festividades do Círio de Nazaré 2011. A tradicional queima de fogos atrasou uma hora, se levado em consideração que a previsão da Diretoria da Festa era de começar às 22h. No total, foram 500kg de fogos de artifício produzindo quatro mil tiros, um espetáculo assistido por cerca de 50 mil pessoas que lotaram a Praça e todo o seu entorno desde as primeiras horas da noite. Uma hora antes da queima de fogos, as equipes responsáveis pela segurança da programação - Polícia Militar, Guarda Municipal, CTBel, Corpo de Bombeiros e outras frentes - isolaram o acesso ao Arraial de Nazaré e fecharam todas as vias de chegada ao Centro Arquitetônico de Nazaré (CAN). Dom Alberto Taveira, arcebispo de Belém, assistiu na rua, em frente à sede da Diretoria, o show pirotécnico, assim como o diretor da Festa de Nazaré, César Neves, e o diretor de Procissões, Kléber Vieira - anunciado também ontem como substituto de César no Círio 2012.

A programação de encerramento do Círio 2011 começou às 19h30 com uma grande missa realizada no centro da Praça Santuário. Dom Taveira agradeceu ao povo paraense, a quem considerou grande responsável pelo feliz Círio vivido esse ano. "Ouvi alguém dizer que essa era uma noite de despedida. Eu queria lembrar que apenas a festividade acabou, a companhia de Nossa Senhora em nossa vida é pra sempre", destacou. Às 20h40, o arcebispo, acompanhado do arcebispo auxiliar, Teodoro Tavares, e de outros membros da Diretoria, se dirigiram ao espaço da Estação Gourmet, onde a entidade realizou sua confraternização de encerramento dos trabalhos. A imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré fez o percurso entre o CAN e a Estação nas mãos de Tavares, sob muitos aplausos. Também nesse momento começava, na Concha Acústica, o último show do Círio Musical 2011, com a cantora Suely Façanha.

Durante a reunião dos membros da Diretoria, César Neves agradeceu a todos pelo trabalho que garante ter desenvolvido em equipe nos últimos três anos. Bastante emocionado, ele anunciou que escreverá um livro sobre a experiência de presidir a festa. Em seguida, foi a vez de Dom Taveira se pronunciar após a finalização de mais um Círio. Em seu discurso, veio o novo nome da presidência da diretoria para 2012. Kléber Vieira, membro desde 2003, foi o nome anunciado - como já se esperava. "Só soube hoje [ontem] à noite e estou muito surpreso. É uma grande responsabilidade, não há fórmula pronta para desempenhar essa função", disse ele.



FONTE: O LIBERAL