A MELHOR INFORMAÇÃO

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

MORTE DE CRIANÇA DE 9 ANOS É INVESTIGADA PELA SECRETARIA DE SAÚDE


A morte de uma criança de 9 anos ocorrida ontem (04), no hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde, está sendo investigada pela Secretaria de Saúde do município.


Conforme verificado, a vítima teria dado entrada no PSF do bairro Veneza no último dia 29 apresentando fortes dores de cabeça e vômito. Em seguida a mesma foi encaminhada ao hospital onde permaneceu internada até esta terça-feira, quando veio a falecer.
 


Posteriormente, o corpo foi encaminhado ao Centro de Verificação de Óbitos em Cuiabá para apurar as causas da morte. Conforme a previsão, os laudos devem ficar prontos em aproximadamente 90 dias. Segundo a Secretária municipal de Saúde, Fernanda Dotto, aguarda-se a agora os laudos que virão da capital do Estado.



Da Redação

ÍNDICE DE CONFIANÇA DO PRODUTOR CAI 33%


Arroz plantio 2012  (ass) / O ano de 2014 foi um desafio para os produtores de cana do país, em especial para os de São Paulo que nunca sentiram uma seca tão severa como nessa temporada. Além disso, o cenário foi marcado por queda nos preços de venda da safra, economia externa fraca e queda na produção. Partindo desses pontos, o reflexo foi imediato já que segundo a pesquisa elaborada pela AgroFEA, o Índice de Confiança do Produtor Rural referentes a outubro, apresentou queda em comparação aos índices divulgados nos mesmo período de 2013 e 2012. De acordo com a pesquisa, o índice ficou em 60,3 pontos com uma redução de 33% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados são apurados em entrevistas telefônicas com base em uma amostra representativa de produtores de soja, milho, cana, café, arroz, citros e algodão em 16 estados brasileiros. A coleta é realizada entre o primeiro e o último dia útil de cada trimestre e a divulgação é trimestral.

O Relatório Executivo mostra que todos os subíndices que compõem tanto o ICPRural sofreram queda significativa em comparação com os períodos anteriores. No ICPRural, o subíndice Preço, que mede a expectativa dos produtores com relação aos preços de venda, teve a maior queda e fechou a rodada com baixa de 22% em comparação com julho, marcando 47,4 pontos. O subíndice Insumo foi o que sofreu menor queda.

De acordo com os coordenadores do estudo, embora o custo dos insumos esteja alto, o risco de queda na produção ao não utilizar defensivos e fertilizantes explica a utilização de insumos mesmo diminuindo a margem de lucro do produtor. De acordo com o relatório, alguns produtores relataram apreensão com as políticas adotadas pelo governo e esperam que o cenário da agricultura brasileira melhore após as eleições.

04/11/2014 10:59

CIENTISTA PEDE ‘ESFORÇO DE GUERRA’ PARA SALVAR A AMAZÔNIA


Vista de área devastadaVista de área devastada por exploração de madeira ilegal na Amazônia, na região do Pará, em 14 de outubro de 2014


desmatamento a zero deixou de ser o suficiente para salvar a Amazônia: é preciso fazer um “esforço de guerra” que implique o fim do corte de árvores e também o replantio para recuperar grandes áreas devastadas.
O renomado pesquisador brasileiro Antonio Donato Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), lançou este alerta no informe “O Futuro Climático da Amazônia”, baseado em 200 estudos e artigos científicos sobre o tema.


PERGUNTA: Qual é o objetivo deste relatório?  


RESPOSTA: “A mensagem mais importante é que valorizemos a floresta. O clima se ressente a cada árvore que tiramos da Amazônia. As mudanças climáticas não são mais uma previsão científica, mas uma realidade. Não temos mais tempo, o desastre está em curso. Não sei a que ponto sem retorno nós chegamos. Nos últimos 40 anos, destruímos 763.000 km2 de floresta (duas vezes a superfície da Alemanha); são 2.000 árvores por minuto. Isso corresponde a uma estrada de 2 km de largura da Terra à Lua.


Temos que nos unir em um ‘esforço de guerra’, como fizeram os aliados durante a Segunda Guerra Mundial. O desmatamento zero não é mais suficiente, é preciso replantar a floresta, reconstruir os ecossistemas em zonas degradadas.


Não só a Amazônia está em jogo, estamos falando das florestas do Congo, da Sibéria… É necessário que os governos do mundo, os empresários e as elites se juntem como fizeram na crise de 2008: em 15 dias encontraram bilhões de dólares para salvar o sistema bancário. É preciso fazer o mesmo para evitar o abismo climático e salvar a humanidade e isto não seria tão caro”.


PERGUNTA: O que este estudo traz de novo? 


RESPOSTA: “É um trabalho inovador porque revela os segredos que tornam a Amazônia um sistema único no planeta: exporta umidade, através de ‘rios voadores de vapor’ d’água, que são correntes de umidade que esta massa de árvores põe na atmosfera, levando chuvas para o sudeste, o centro-oeste e o sul do Brasil, e também para outras regiões de Bolívia, Paraguai, Argentina, a milhares de quilômetros. O problema é que estamos destruindo a fonte destes ‘rios voadores’.


Sem os serviços da selva, estas regiões produtivas poderiam ter um clima quase desértico. As árvores amazônicas chegam a jogar na atmosfera o equivalente a 20 bilhões de toneladas de água por dia, mais do que o rio Amazonas lança no Oceano Atlântico a cada dia (17 bilhões de toneladas). É como uma bomba que manda água para outras regiões. É por isso que não há deserto nem furacões ao leste dos Andes. Há grandes provas de que a crise climática está vinculada ao desmatamento da Amazônia.


A seca excepcional que vive a região sudeste do Brasil, especialmente São Paulo, já pode ser o resultado da destruição da Amazônia”.


PERGUNTA: Esse grande esforço poderia aportar os resultados esperados?


RESPOSTA: “O desmatamento zero deveria ter começado ontem. O governo brasileiro fez um trabalho magnífico entre 2004 e 2012, quando conseguiu reduzir o desmatamento de 27.000 km2 ao ano para 4.000 km2. Mas o novo Código Florestal, que anistiou aqueles que desmatavam, enviou um sinal de impunidade e tudo recomeçou.


Se reagimos, temos a capacidade de nos recuperar, embora o resultado não esteja garantido porque existem mudanças climáticas mundiais. De qualquer forma, reconstruir os ecossistemas é a melhor solução”.


A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e se estende por 6,9 milhões de km2 entre Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Suriname, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa. Sessenta por cento da selva ficam em território brasileiro.


Fonte: MSN

terça-feira, 4 de novembro de 2014

CAOS NA FUNAI DE ALTAMIRA LEVA MPF À JUSTIÇA MAIS UMA VEZ CONTRA BELO MONTE

Justiça pode obrigar governo e Norte Energia a cumprir condicionantes indígenas.  É a 22a ação do MPF por irregularidades no licenciamento da usina


O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou em Altamira a 22a ação judicial contra a usina de Belo Monte, pelo descumprimento das condicionantes que deveriam evitar e compensar os impactos da usina às 9 etnias atingidas. A situação da Fundação Nacional do Índio em Altamira é de caos, com metade dos servidores que deveria ter para atender a sobrecarga causada pelos impactos do empreendimento e funcionando em uma sede provisória dentro da Universidade Federal do Pará (UFPA), sem banheiro, nem telefone.


Os graves problemas fizeram com que a Fundação reconhecesse, por escrito, ao MPF, que as obrigações com os povos indígenas não estão sendo cumpridas, o que deveria acarretar a suspensão da licença da usina. Mas nenhuma medida concreta foi tomada. Por isso, o MPF quer que a Justiça reconheça a situação e obrigue os réus (governo, Funai e Norte Energia) a concretizar 8 medidas fundamentais, no prazo de 60 dias, sob pena de suspensão compulsória das licenças ambientais. O MPF também pede que não seja concedida licença de operação em caso de descumprimento.


A situação das populações indígenas atingidas por Belo Monte no médio rio Xingu é considerada insustentável pelo MPF. Os compromissos e obrigações previstos desde 2010 para evitar e compensar os impactos não foram cumpridos até hoje. A ação enumera os graves prejuízos.


“Presença constante dos índios na cidade, em locais provisórios e degradantes; ruptura completa da capacidade produtiva e alimentar; conflitos sociais, divisão de aldeias e deslegitimação das lideranças; vulnerabilidade extrema, com aumento do alcoolismo, consumo de drogas e violência sexual contra menores; modificação radical dos hábitos alimentares; surgimento de novas doenças, como diabetes, obesidade e hipertensão; super produção de lixo nas aldeias; vulnerabilidade das terras indígenas; diminuição da oferta de recursos naturais; conflitos interétnicos; impedimento do usufruto de seus territórios e desestímulo às atividades tradicionais. Esses são apenas alguns exemplos do que Belo Monte representa hoje aos povos indígenas do médio Xingu.”


Uma perícia do MPF no prédio da Funai em Altamira comprovou a situação calamitosa: são apenas 24 funcionários efetivos para atender uma área de quase 6 milhões de hectares, 37 aldeias, 9 etnias e 8 municípios. Como o atendimento de saúde continua precário nas aldeias, dezenas de índios permanecem em Altamira, vivendo nas varandas do prédio provisório. “O espaço físico é exíguo, inadequado e sem manutenção, encravado no meio do campus da UFPA em Altamira, ocupado permanentemente por indígenas alojados nas varandas, por não terem onde ficar em Altamira. Não há sequer um sanitário! O telefone fixo não funciona e quando tem que se comunicar os servidores tem que usar seus telefones celulares pessoais. Equipamentos insuficientes e obsoletos. Veículos terrestres e aquáticos abandonados, sem manutenção, amontoados na área externa”, diz o laudo pericial do MPF.


Para o MPF, a incapacidade do poder público de obrigar o cumprimento das condicionantes e de, nos casos de descumprimento, aplicar as punições necessárias levou a Norte Energia a controlar totalmente o processo de licenciamento ambiental. “O empreendedor reescreve suas obrigações e implementa políticas anômalas, sem o devido controle da Funai, incapacitada que está de cumprir sua missão institucional e de fazer valer as normas deste licenciamento”, constata o MPF.


“A Norte Energia recusa-se a cumprir suas obrigações e as reescreve como se soberana fosse. O poder público faz supor que, dentre suas escolhas políticas, inclui-se a opção de desprezo às normas do devido processo de licenciamento. E a Funai se omite de seu dever de proteger os povos indígenas e de fiscalizar a implementação do componente indígena deste licenciamento”, concluem os procuradores da República Thais Santi, Cinthia Arcoverde, Higor Rezende Pessoa, Ubiratan Cazetta e Felício Pontes Jr, signatários da ação judicial.


Além do caos na sede de Altamira, a insuficiência de recursos impede a Funai de fiscalizar as ações das subcontratadas da Norte Energia para obras na aldeia. Foram enviados operários para as aldeias para construção de casas sem nenhuma supervisão e há denúncias de violência sexual contra indígenas. As casas não obedeceram nenhum cuidado antropológico para se adequar aos costumes dos povos indígenas e muitas permanecem vazias por serem quentes demais para a região. O MPF teme que, nos próximos meses, novos problemas surjam nas aldeias com o início das obras nas estruturas de saúde e educação, novamente sem supervisão.

“É inegável que, sem as ações indispensáveis para que a região suportasse os impactos de sua instalação, o custo socioambiental de Belo Monte está sendo transferido, de maneira ilegal, aos atingidos. E, considerando que a implementação do componente indígena sempre foi o ponto mais sensível das discussões que se travaram, desde a década de 80, em torno deste projeto, eventual alegação de reserva do possível por parte do governo federal implica no reconhecimento de sua incapacidade para a realização de uma obra com um grau de impacto dessa magnitude. O que imporia o reconhecimento da inviabilidade da usina”, dizem os procuradores da República.


A ação tramita na Vara Federal de Altamira e pede que o governo, a Funai e a Norte Energia sejam obrigados a apresentar, em 30 dias um plano para implementar, em outros 60 dias, as seguintes ações de compensação aos índios pelos impactos de Belo Monte:


1. Definição sobre a locação de sede provisória para a Funai em Altamira;


2. Definição do imóvel para abrigar a sede definitiva da Funai em Altamira, que deverá considerar o vínculo histórico que os indígenas guardam com o imóvel atual, e com a proximidade do rio Xingu;


3. Cronograma para as obras de construção da sede definitiva da Funai em Altamira pelo empreendedor;


4. Relatório detalhado, apresentado pela Funai, sobre a demanda de servidores a serem lotados na Funai em Altamira e em Brasília, para que o órgão indigenista esteja capacitado para atuar na região da UHE Belo Monte, que deverá levar em consideração a análise já realizada pela Coordenação Regional;


5. Relatório e cronograma para adequação da dotação orçamentária da Funai em Altamira, de modo a garantir a sua capacidade de ação;


6. Termo de Compromisso, a ser celebrado entre Funai e Norte Energia, ou outro instrumento apto a fazer cumprir o disposto no Parecer Técnico n. 21/ Funai/BeloMonte/2009, consistente em “contribuir para a melhoria da estrutura (com apoio financeiro e de equipe técnica adequada), da Funai, para que possa efetuar, em conjunto com os outros órgãos federais (Ibama, ICMbio, Incra entre outros) a gestão e controle ambiental e territorial da região, bem como acompanhamento das ações referentes ao Processo”;


7. Cronograma, apresentado pela União, prevendo a realização de concurso público para contratação de servidores pelo Poder Público para atuar na Funai em Altamira e Brasília, diretamente vinculados ao processo de Belo Monte;


8. Edital de convocação de processo seletivo simplificado, para contratação pela Funai de no mínimo 34 servidores para atuar em Altamira, com recursos repassados pelo empreendedor, o qual deverá contemplar a contratação imediata de funcionários para atuar face à demanda excepcional que o empreendimento de Belo Monte impôs à região, até que sejam contratados servidores públicos efetivos, segundo Plano de Ação e cronograma apresentado pelo Poder Público;


Processo no. 0002694-14.2014.4.01.3903
Íntegra da ação

Fonte: MPF – Ministério Público Federal

NORTÃO: MOTORISTAS RECLAMAM DO PÉSSIMO ESTADO DA MT-320


As obras na MT-320, no trecho que liga Nova Canaã do Norte a Alta Floresta, dificilmente serão concluídas ainda este ano. Motoristas que precisam trafegar pelo local estão indignados com o estado precário da rodovia, principalmente na parte onde o asfalto foi arrancado para ser refeito.


Um consultor de vendas, que trafega semanalmente pela rodovia, fotografou o estado da via com lama e buracos. “São dez quilômetros de puro terror e sofrimento. Eu sei que quando as chuvas forem mais intensas isso aqui vai ficar ainda pior. As autoridades tem que tomar uma providência”, afirmou, ao Só Notícias.


O referido trecho fica nas proximidades da ponte sobre o rio Teles Pires. O asfalto da MT-320 foi construído nos anos 80 e passou pela última recuperação há mais de sete anos. A Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) investirá nesse trecho quase R$ 42 milhões. As obras de restauração foram lançadas em julho do ano passado.


A MT-320 passa pelos municípios de Nova Santa Helena, Colíder, Nova Canaã, Carlinda e Alta Floresta em um total de 210 quilômetros.



04/11/2014 - 08:56
Fonte: Só Notícias/Angela Fogaça (foto: divulgação)

TRANSBRASILIANA É CONDENADA POR FRAUDE TRABALHISTA


EMPRESA DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO FOI PROCESSADA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO DE MARABÁ.
Empresa Transbrasiliana é condenada 
Empresa Transbrasiliana é condenada

O Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve na Justiça a condenação da Transbrasiliana em R$ 500 mil por terceirização ilegal da atividade-fim. A empresa de transporte rodoviário foi processada pela unidade do MPT em Marabá (PA) em junho de 2014, após investigações feitas em 2013 comprovarem que a companhia cometeu fraude ao utilizar-se de intermediação de mão de obra contratada por outras empresas para realizar serviços ligados ao seu objeto social.


A sentença, dada pela 1ª Vara do Trabalho de Marabá, também obriga a Transbrasiliana a abster-se de praticar a terceirização ilícita, sob pena de multa de R$ 100 mil, acrescida de R$ 10 mil por trabalhador encontrado em situação irregular. A decisão está sujeita a Recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.

A terceirização da execução dos serviços e atividades essenciais à existência de uma empresa é uma violação aos artigos 1º e 3º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e contrário ao ordenamento jurídico que admite a terceirização unicamente nas hipóteses de serviços como vigilância, limpeza ou conservação, trabalho temporário, ou, ainda, segundo entendimento da Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em atividade-meio, desde que inexista pessoalidade e subordinação.


Fraude causa problemas


A terceirização ilícita traz consequências graves para o trabalhador, para o Estado, para o movimento sindical e para a sociedade, como precarização das relações de trabalho, fragmentação da categoria profissional; redução da base de cálculo de aprendizes e de pessoas com deficiência; discriminação em relação a trabalhadores terceirizados; elevação dos índices de acidentes de trabalho; descumprimento da legislação trabalhista pelas empresas contratadas; sonegação de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), contribuições previdenciárias e fiscais, dentre outras.



Fonte: DOL, com informações do MPT

Encerra-se hoje a contagem dos votos da pesquisa “MELHORES DO ANO 2014” em Novo Progresso


Encerra-se hoje a contagem dos votos da pesquisa “MELHORES DO ANO 2014” em Novo ProgressoEstá encerrando hoje(03/11) na Câmara Municipal a contagem dos votos da pesquisa “MELHORES DO ANO 2014” em Novo Progresso, realizada pelas empresas Tenório Assessoria e Grafinorte.


Foram distribuídos 3.000 (três mil) formulários em empresas e nas residências.

A pesquisa ocorreu entre os dias (16/10) à (31/10) e foram recolhidos em torno de 850 (oitocentos e cinquenta) formulários preenchidos aleatoriamente, no qual gerou a contagem dos votos, essa contagem dos votos iniciou-se na terça-feira (28/10) e está encerrando hoje. No formulário desse ano pesquisava o melhor do ano em 288 categorias, entre empresas e profissionais.


Nesse ano de 2014 a festa da premiação dos “MELHORES DO ANO DE 2014” será realizada no dia (03/12), no Pavilhão da Igreja Católica a partir das 19:30 horas.



Fonte/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

ROMEIROS VÃO PERCORRER 37 QUILÔMETROS DE MOJUÍ DOS CAMPOS A SANTARÉM


Padre Auricélio PaulinoPADRE AURICÉLIO PAULINO FOI O IDEALIZADOR E FUNDADOR DA CAMINHADA DE FÉ COM MARIA, EM 1995
 
Fiéis católicos de Santarém e demais cidades da região Oeste do Pará aguardam com expectativa a realização da 20ª edição da Caminhada de Fé Com Maria, que acontece nos dias 29 e 30 deste mês, com saída da Igreja de Santo Antônio, em Mojuí dos Campos. De Acordo com a coordenação, para este ano são esperados mais de 70 mil fiéis que percorrerão em procissão os 37 quilômetros que separam Santarém de Mojuí dos Campos, por ocasião das festividades de Nossa Senhora da Conceição.


Padre Auricélio Paulino

Segundo a coordenação, a programação já foi definida e neste ano a caminhada vai destacar o mesmo tema da festa de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Diocese de Santarém: ‘’Maria Anunciadora da Liberdade’’. O tema foi inspirado na Campanha da Fraternidade de 2014.

O fundador da Caminhada de Fé com Maria foi o Padre Auricélio Paulino, no ano de 1995. Na 1ª edição, apenas 300 pessoas compareceram para fazer o trajeto de Mojuí dos Campos a Santarém. Porém, no decorrer dos anos, o número de fieis atraídos pela devoção a Maria teve um aumento significativo. Hoje, milhares de devotos participam dessa manifestação de Fé, que faz parte da programação da festividade de Nossa Senhora da Conceição.

A coordenação informou que já foram colocadas para venda cerca de 7 mil camisas, no valor R$ 20. Quem deseja participar da caminhada, já pode adquirir a camisa em paróquias da Diocese de Santarém. “As camisas já estão expostas em varias paróquias, como Aparecida, São Francisco, em Beletrra, Mojui dos Campos, Alter do Chão e algumas lojas do centro comercial. A partir do dia 19 de novembro, já estará montado um stand ao lado da Igreja Aparecida, com vendas de camisas’’, declarou a coordenadora de transporte da Caminhada de Fé Com Maria, Socorro Lima.

Ela sugere que quem estiver interessado nas camisas deve procurar com antecedência. “Quem estiver interessado procure adquirir com antecedência. Quem comprar uma camisa vai receber um terço de brinde para rezar durante a caminhada. A camisa esta muito bonita”, afirma Socorro.

Por: Sabrine Dalazen (estagiária)

Fonte: RG 15/O Impacto

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

JATENE CHAMA DE IRRESPONSÁVEIS POLÍTICOS QUE QUEREM DIVIDIR O PARÁ


Governador Simão Jatene
EM ENTREVISTA AO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, SIMÃO JATENE CRITICA SEPARATISTAS
 
Governador Simão Jatene

Reeleito com votação apertada, Simão Jatene (PSDB), vai se tornar o político que mais tempo passou à frente do governo do Pará: 12 anos.

Jatene, que foi um dos fundadores do PSDB, derrotou Helder Barbalho (PMDB), filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), após uma campanha repleta de ataques, cujo resultado ecoou o plebiscito que vetou a ideia da divisão do território em três Estados, em 2011.
“Quando vimos o mapa de votação [do primeiro turno], com vitória deles nos territórios que buscaram a divisão, não teve jeito, tivemos que tomar algumas decisões, denunciar a safadeza disso. Eles queriam um novo plebiscito, mas só com as pessoas de lá. É uma maluquice”, disse o governador, em entrevista à Folha na segunda (27).
O tucano garantiu sua terceira vitória para governador ao conquistar a maioria dos eleitores de Belém e região metropolitana, compensando o triunfo de Helder nas cidades que formariam os territórios (em especial Santarém e Marabá) –o vice do peemedebista ainda defende a separação do Estado.
E criticou o governo federal, acusando-o de “saquear” a Amazônia com grandes obras. “Esse olhar para a Amazônia, um almoxarifado que tu saqueias e fica por isso mesmo, está cada vez mais insustentável. E isso era o compromisso da Marina [Silva] e, de certa forma, do Aécio [Neves]“, disse Jatene, citando os dois presidenciáveis de quem recebeu apoio.
No meio da entrevista, recebeu telefonema de Marina, parabenizando-o pela votação, e cobrando novamente os compromissos pela preservação da Amazônia. “Desde o tempo da borracha é nítida a contribuição do Pará ao governo brasileiro. Mas lamentavelmente o Pará não tem tido o reconhecimento do governo federal.”
Abaixo, os principais temas da entrevista, em Belém.

GRANDE OBRAS DA AMAZÔNIA
“A decisão de implantar um grande projeto passa longe daqui. É a coisa do interesse nacional. Impor o interesse nacional sobre os interesses sub-regionais não pode ser na base do ‘metrópole e colônia’. Se você implantar um grande projeto destes, numa economia consolidada, como São Paulo e Minas Gerais, tem um efeito que desbalanceia o território. Mas aqui, não, aqui vira de cabo a rabo, vira de ponta-cabeça.
Veja o linhão [de transmissão] de Tucuruí. As pessoas ouvem o linhão fazer ‘zzzz’, passando na cabeça delas, mas não têm energia em casa. Esse olhar para a Amazônia, um almoxarifado que tu saqueias e fica por isso mesmo, está cada vez mais insustentável. E isso era o compromisso da Marina e, de certa forma, do Aécio.
Pegue o exemplo da hidrelétrica. Você faz um projeto de engenharia, e este projeto não tem qualquer preocupação ambiental ou social, vamos ser francos. A saída mágica é a condicionante, como se isso fosse resolver todas as mazelas que a história não conseguiu resolver.”

ESTADO DIVIDIDO/SEPARATISMO
“O plebiscito de 2011 foi uma das experiências mais sérias e traumáticas que o Estado já teve. Há muitos pedidos de divisão de Estados pelo país, mas nos fizeram de cobaia. A campanha do “sim”, com o Duda Mendonça, começou a ganhar corpo, e começaram a produzir peças violentas, grosseiras. Quando percebi isso, pensei: ‘não tenho saída, tenho que puxar essa coisa [a campanha do 'não'] para mim’. É melhor do que deixar que as populações entrem em conflito.
Nesta eleição, na última semana antes do primeiro turno, eles [Helder] partiram para uma campanha desgraçada, revivendo o plebiscito. Isso mexeu com o sentimento que estava adormecido. Eles terminaram o primeiro turno com 50 mil votos na frente. Quando vimos o mapa de votação, com vitória deles nos territórios que buscaram a divisão, não teve jeito, tivemos que tomar algumas decisões, denunciar a safadeza disso. Eles queriam um novo plebiscito, mas só com as pessoas de lá. É uma maluquice.
Não dá para meia dúzia de irresponsáveis, de lideranças sub-regionais, fazer um estrago deste tamanho. Nós estreitamos [a votação] nas duas regiões, diminuímos a diferença, e abrimos [margem] na região metropolitana e na região nordeste.”

DOMÍNIO TUCANO NO PARÁ
“Não [é uma oligarquia], pelo seguinte. A diferença é que não tenho nenhum parente metido na política, zero. Nem prefeito do interior, nada. O [ex-governador tucano Almir] Gabriel, mesma coisa. Não criamos nenhum aparato institucional, império da comunicação. Tenho uma total discordância de se ter veículo de comunicação de grupo ou partido político como proprietário. Isso fragiliza muito a questão da democracia, das disputas. Não é isso.”

AÉCIO NEVES
“Ele é um vitorioso, o país todo reconhece isso. Tenho a maturidade para compreender que esses votos não se cristalizam na pessoa, a pessoa é que cristaliza ideias e causas. Agora é unificar de fato cada vez mais o Brasil no sentido de construir bases para um passo mais largo.”

DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA
“Houve um repiquete [nos últimos 12 meses], mas caímos muito nos últimos anos. A própria Marina disse que ajudamos muito na questão do desmatamento. Quando a ministra [do Meio Ambiente, Izabella Teixeira] resolveu achar que ia dar um pito na questão da retomada do desmatamento, eu disse: ‘Menos. Isso está acontecendo em unidades de conservação federal e projeto de assentamentos. Não transfira a responsabilidade para esconder fragilidade.’ Criamos unidades de conservação, e temos que induzir a sociedade local, nos municípios, para ela perceber que isso é mau.”

LEI KANDIR (PREVÊ A ISENÇÃO DE ICMS NAS EXPORTAÇÕES)
“No ano passado, exportamos R$ 40 bilhões. Se eu tivesse uma alíquota de 7% sobre isso, eu teria R$ 2,8 bilhões. Para efeito de comparação, nos quatro anos de governo, vamos investir R$ 4,5 bilhões. Temos que resolver isso internamente, ninguém é louco de onerar exportação em um mundo globalizado. Propus uma saída ao [Antônio] Palocci lá atrás, quando ele era ministro [da Fazenda], com a criação de um fundo. Ele adorou, disse que o plano era genial. E ficou nisso. Na atual gestão, não tive chance de conversar sobre isso.”

DERROTA DOS BARBALHO
“É muito cedo para uma avaliação mais depurada, mas tem um significado importante para o Pará e para o país. A sociedade brasileira, particularmente a paraense, rejeita a ideia do vale-tudo na política. Eles têm uma história de intimidar, de truculência. Os eleitores fizeram uma avaliação de valores mesmo.
A velha tática de ficar massificando a mentira na expectativa de que ela vire verdade, cada vez mais, em uma sociedade. Essa coisa da esperteza não tem mais o condão de garantir o voto. Ninguém é dono do voto. Vamos ser francos, isso na campanha foi usado na campanha, mesmo. Isso mexeu com os brios, a classe média vendo, gente que nunca vi balançando uma bandeira na rua. Essa coisa da defesa. A ideia de não querer um passado que nos envergonhou”.

Por: Lucas Reis
Fonte: Folha de São Paulo

ÔNIBUS DA UFOPA PEGA FOGO DURANTE VIAGEM AO MATO GROSSO

Estudantes sobreviveram ao incêndioO ÔNIBUS LEVAVA 21 ACADÊMICOS DE SANTARÉM PARA PARTICIPAR DE CONGRESSO EM DOURADOS
 
Estudantes sobreviveram ao incêndioO ônibus com 21 estudantes de Informática Educacional e Ciências da Computação, da Ufopa saiu de Santarém com destino a Dourados (MS) para participarem de um congresso. Na manhã de sábado (1º), o veículo, pertencente à universidade, pegou fogo na Serra de São Vicente, na BR-364, entre Rondonópolis e Cuiabá (MT). Ninguém ficou ferido, mas o ônibus e os pertences dos alunos foram destruídos.


A suspeita é de que o incêndio tenha acontecido por um problema na eletricidade do ônibus. “Uma surpresa, porque é um ônibus novo, que tem sistemas de detecção de problemas técnicos eletronicamente e tudo indica que o problema não foi detectado. Vamos solicitar uma perícia para a Polícia Rodoviária Federal do Mato Grosso e todo o apoio necessário lá para que a gente possa, mesmo com o dano total do veículo, identificar as causas”, afirmou a reitora da Ufopa, Raimunda Monteiro.

Sobreviventes começaram a chegar

Sobreviventes começaram a chegar ESTUDANTES CHEGAM A SANTARÉM: Os estudantes da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) que estavam no ônibus que pegou fogo em Mato Grosso chegaram no domingo (2) a Santarém de avião. O primeiro grupo chegou durante a tarde e encontrou os familiares esperando no aeroporto. Alguns relataram o alívio de ter conseguido se salvar. “Foi um milagre a gente ter saído a tempo porque, por poucos minutos a gente não morria queimado”, declarou a estudante Shaila Santos.


Segundo a mãe de Shaila, o alívio só veio após ver a filha desembarcar do avião de volta para casa. “Eu estava no trabalho e ela começou a me passar mensagem e eu não tinha nem como retornar. Dos números que ela ligava a gente não conseguia completar ligação e foi um desespero. Eu não tinha como sair do trabalho, não tinha como fazer nada, mas no final da tarde a gente conversou, ouvi a voz dela, mas eu falei que agora eu só vou saber que realmente está bem quando eu conferir e ver que está tudo certinho”, contou Rosineli Santos.


Hugo Renan foi quem percebeu que o ônibus estava pegando fogo e tentou avisar todos da maneira mais rápida, já que a maioria estava dormindo. “Eu senti o cheiro de fumaça dormindo. Levantei e perguntei: ‘pessoal, vocês não estão sentindo o cheiro de fumaça?’. Foi que eu desci do ônibus e vi os motoristas tentando apagar o fogo, voltei e disse: ‘gente, está pegando fogo o ônibus. Desçam!’. Só que ninguém acreditou em mim, fizeram até brincadeira. Eu desci, voltei de novo, começou a se propagar o fogo dentro do ônibus atrás, na parte do ar condicionado. Foi que eu voltei de novo e bati na porta e todo mundo acreditou e começaram a descer agoniados”, contou.


Ônibus ficou completamente destruídoDepois de saírem do veículo e verem que tudo estava destruído, os alunos tinham outro problema: onde ficar e de quem pedir ajuda. “A gente estava no meio da estrada, no meio do nada e não sabia o que fazer. A gente não acreditava no que via. A gente conseguiu ajuda com o Instituto Tecnológico do Mato Grosso. Eles deram um apoio para nós com alimentação. A gente ficou um período, tomamos banho lá e conseguiu entrar em contato com a Ufopa, mas devido à comunicação lá ser pouca, não tinha internet e tinha faltado energia, a gente ficou nesse impasse”, completou Hugo.

Ônibus ficou completamente destruído.




Após o incêndio, os estudantes foram levados para uma escola técnica localizada a 3 Km do local do incidente e depois seguiram para Cuiabá, onde ficaram divididos em dois hotéis, com custos pagos pela Ufopa. O grupo foi dividido em quatro voos, com saída de Cuiabá para Santarém.


Fonte: RG 15/O Impacto e G1

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

carvãoO pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

— Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente, o filho que continua a reclamar:

— O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

— Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

— Filho, como está se sentindo agora?

— Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.cpa_sabedoria_em_par_bolas

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

— Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto!

Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:

— Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Retirado do livro “Sabedoria em Parábolas”, Prof. Felipe Aquino (org.)

Categoria: Artigos
Publicado em 3 de novembro de 2014